[{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BlogPosting","@id":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/autoestima\/#BlogPosting","mainEntityOfPage":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/autoestima\/","headline":"Autoestima: como aprender a gostar de si mesmo","name":"Autoestima: como aprender a gostar de si mesmo","description":"O psicoterapeuta Nathaniel Branden, definiu a autoestima como: &nbsp;&ldquo;Confian&ccedil;a em nossa capacidade de pensar; confian&ccedil;a em nossa habilidade de dar conta dos desafios b&aacute;sicos da vida; confian&ccedil;a em nosso direito de vencer e sermos felizes e a sensa&ccedil;&atilde;o de que temos valor.&rdquo; Contudo, a autoestima &eacute; a vis&atilde;o que temos de n&oacute;s mesmos, ainda que [&hellip;]","datePublished":"2018-09-11","dateModified":"2023-03-02","author":{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/author\/juliana-sonsin\/#Person","name":"Juliana Sonsin","url":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/author\/juliana-sonsin\/","identifier":8,"image":{"@type":"ImageObject","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/dfb14c6228cdf7312fea984efc84d04e?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/dfb14c6228cdf7312fea984efc84d04e?s=96&d=mm&r=g","height":96,"width":96}},"publisher":{"@type":"Organization","name":"TELAVITA","logo":{"@type":"ImageObject","@id":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/telavita.jpg","url":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/telavita.jpg","width":200,"height":200}},"image":{"@type":"ImageObject","@id":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/autoestima.jpg","url":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/autoestima.jpg","height":560,"width":900},"url":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/autoestima\/","about":["Autoconhecimento"],"wordCount":1862,"articleBody":"O psicoterapeuta Nathaniel Branden, definiu a autoestima como: &nbsp;&ldquo;Confian&ccedil;a em nossa capacidade de pensar; confian&ccedil;a em nossa habilidade de dar conta dos desafios b&aacute;sicos da vida; confian&ccedil;a em nosso direito de vencer e sermos felizes e a sensa&ccedil;&atilde;o de que temos valor.&rdquo;Contudo, a autoestima &eacute; a vis&atilde;o que temos de n&oacute;s mesmos, ainda que inconsciente.&nbsp; &Eacute; o valor e qualidades que nos relacionamos a n&oacute;s mesmos, o conhecimento que temos de nossos potenciais e a maneira com que lidamos com as dificuldades di&aacute;rias sem deixar para tr&aacute;s peda&ccedil;os de nossa ess&ecirc;ncia.Como surgiu o conceito de autoestima?S&oacute;crates, o patrono da filosofia, certa vez disse:&nbsp; &ldquo;Ainda n&atilde;o cheguei a ser capaz, como recomenda a inscri&ccedil;&atilde;o d&eacute;lfica, de conhecer a mim pr&oacute;prio. Parece-me rid&iacute;culo, pois, n&atilde;o possuindo eu ainda esse conhecimento, que me ponha a examinar coisas que n&atilde;o me digam respeito. N&atilde;o s&atilde;o as f&aacute;bulas que investigo: &eacute; a mim mesmo.&rdquo;Desde o per&iacute;odo cl&aacute;ssico da Gr&eacute;cia Antiga, os fil&oacute;sofos j&aacute; abordavam uma das maiores quest&otilde;es do ser humano: quem somos n&oacute;s? quem sou eu? O aforismo grego &ldquo;conhece a ti mesmo&rdquo; j&aacute; demonstrava uma grande preocupa&ccedil;&atilde;o acerca do &ldquo;eu interior&rdquo;.&nbsp;Para eles, quem tem conhecimento de si, tem conhecimento de tudo. Mas quem sabe tudo de si? No entanto, o conceito de autoestima, embora n&atilde;o levasse esse nome antigamente, j&aacute; era trabalhado nos seres humanos.&nbsp;O que &eacute; autoestima baixa?A autoestima baixa associa-se a irracionalidade, inadequa&ccedil;&atilde;o &agrave; vida, distor&ccedil;&atilde;o da realidade, rigidez, medo do novo e conformismo. Esses elementos&nbsp; nos guiam ao esquecimento de nossa pr&oacute;pria ess&ecirc;ncia e aumentando a nossa necessidade de provar quem somos.As pessoas com autoestima baixa geralmente:N&atilde;o t&ecirc;m consci&ecirc;ncia de quem realmente s&atilde;o, de seus valores e qualidades;N&atilde;o aceitam cr&iacute;ticas;Culpam os outros pelos seus erros,S&atilde;o competitivas;Se preocupam com a imagem que os outros t&ecirc;m delas;T&ecirc;m dificuldade em dialogar pois enxergam tudo como confronto.O que &eacute; autoestima alta?Em contrapartida, a autoestima alta refere-se &agrave; plena no&ccedil;&atilde;o que o indiv&iacute;duo tem de seus potenciais, qualidades, possibilidades e talentos. Quem tem a autoestima alta abra&ccedil;a as novas oportunidades como merecedor delas e n&atilde;o duvidam de sua capacidade em aproveit&aacute;-las.&nbsp;As pessoas com autoestima alta geralmente:Aceitam tanto as qualidades boas quanto as ruins de si mesmas. Sabem o que precisam melhorar e tentam fazer isso;Acreditam em seu potencial e trabalham para gerar resultados bons a partir disso;N&atilde;o t&ecirc;m medo do que os outros pensam sobre elas, mas aceitam cr&iacute;ticas com um pouco mais de facilidade.Autoestima feminina8 em cada 10 mulheres desistem de compromissos importantes, como encontros e eventos com os amigos, por n&atilde;o se sentirem bem com a pr&oacute;pria apar&ecirc;ncia. Esse foi o dado levantado pelo Relat&oacute;rio Global de Autoconfian&ccedil;a Feminina Dove (Dove Global Beauty and Confidence Report), divulgado pela marca, em 2016.A autoestima feminina &eacute; cr&iacute;tica no mundo inteiro. Os padr&otilde;es de beleza e press&otilde;es sociais disparados pela m&iacute;dia e disseminados pelo machismo s&atilde;o fatores que dificultam o processo de manuten&ccedil;&atilde;o de uma autoestima alta para o sexo feminino.No entanto, a autoestima n&atilde;o tem a ver somente com a apar&ecirc;ncia, mas sim com a cren&ccedil;a na capacidade que a mulher tem em desenvolver uma atividade, um objetivo, um sonho e na liberdade dela em perseguir tais.&nbsp;De acordo com o relat&oacute;rio, &ldquo;92% das mulheres e 60% das meninas brasileiras afirmaram abrir m&atilde;o de praticar atividades importantes na vida &ndash; como tentar entrar para um time ou clube, ou aproveitar a companhia de amigos ou pessoas queridas &ndash; quando se sentem insatisfeitas com a pr&oacute;pria apar&ecirc;ncia.Em contrapartida, o movimento feminista tem ajudado muito as mulheres no processo de aceita&ccedil;&atilde;o do pr&oacute;prio corpo e a mudar os padr&otilde;es de beleza impostos pela sociedade. Com isso, o n&uacute;mero de mulheres com problemas de autoestima tende a baixar, permitindo que mais e mais meninas e mulheres sintam-se bem consigo mesmas.Autoestima na gravidezDa gravidez, espera-se felicidade e a realiza&ccedil;&atilde;o da m&atilde;e com aquele momento t&atilde;o esperado. Mas, o per&iacute;odo da gravidez traz muitas incertezas com o pr&oacute;prio corpo, sendo comum a autoestima da mulher gr&aacute;vida ficar baixa. As mudan&ccedil;as hormonais e de peso podem ser traum&aacute;ticas para muitas, al&eacute;m do medo de n&atilde;o ser mais amada por seus parceiros (as).Algo que pode auxiliar nesse momento &eacute; o conhecimento, seja nas leituras ou no contato com o pr&oacute;prio corpo atrav&eacute;s de atividades f&iacute;sicas. A comunica&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m &eacute; vital, afinal, dizer em voz alta o que lhe aflige &eacute; sempre uma maneira de deixar que outro tamb&eacute;m participe e ajude.&nbsp;Autoestima e relacionamentoAlgo que vem chamando muita aten&ccedil;&atilde;o hoje em dia s&atilde;o os relatos de relacionamentos abusivos. Estes, por sua vez, s&atilde;o aqueles relacionamentos que, seja emocionalmente, psicologicamente ou fisicamente,se baseiam em&nbsp; humilhar e machucar o outro.&nbsp;Felizmente, o assunto est&aacute; cada dia mais sendo debatido e dito em voz alta, o que ajuda quem est&aacute; preso nesse tipo de rela&ccedil;&atilde;o a identificar os sinais que s&atilde;o:O parceiro te faz sentir culpado constantemente;Sua liberdade e vontades n&atilde;o existem;Humilha&ccedil;&atilde;o, seja direta ou mascarada com brincadeiras e piadas;Quando, em conversas, o parceiro faz voc&ecirc; sentir que n&atilde;o entende nada;Controle do outro na sua vida;Medo;Entre outros.Esses sinais s&atilde;o destruidores de autoestima e liberdade. Tudo o que limita as vontades e diminui o indiv&iacute;duo, &eacute; altamente nocivo &agrave; sa&uacute;de mental, emocional e f&iacute;sica.Autoestima infantilMuita gente acha que autoestima &eacute; s&oacute; coisa de adulto. Mas, as crian&ccedil;as sofrem bastante press&otilde;es e expectativas que acabam prejudicando a imagem que possuem de si mesmas. O bullying, a n&atilde;o aceita&ccedil;&atilde;o em grupos na escola, baixo desempenho em alguma mat&eacute;ria e as expectativas dos pais em rela&ccedil;&atilde;o a elas s&atilde;o alguns fatores que podem desencadear a autoestima baixa.Em pesquisa realizada pela a Funda&ccedil;&atilde;o Joaquim Nabuco, as pesquisadoras Michela Camboim e Isabel Raposo disseram: &ldquo;Acompanhamos os alunos e comparamos o desempenho de cada um, atrav&eacute;s de duas provas de matem&aacute;tica que eles realizaram, uma no in&iacute;cio e outra no final do ano, para ver se eles se saiam bem no teste&rdquo;.Ela acrescentou que melhoraram na nota e tiveram aprova&ccedil;&atilde;o os que se relacionavam mais com os&nbsp; colegas, os que tinham mais amigos na sala de aula, os&nbsp; mais novos em turmas de alunos mais velhos e aqueles que, mesmo subnutridos, tinham uma aceita&ccedil;&atilde;o positiva dos seus pais.Ou seja, &eacute; essencial cuidar da autoestima dos pequenos para que tenham uma boa rela&ccedil;&atilde;o consigo mesmos e nutram uma alta autoestima para outras fases da vida.Autoestima na terceira idadeTamb&eacute;m conhecida como a &ldquo;melhor idade&rdquo;, a autoestima nessa fase pode ser um problema, j&aacute; que os medos perante &agrave; morte e doen&ccedil;as, al&eacute;m de arrependimentos e mudan&ccedil;as no estilo de vida aumentam.&nbsp;Mas como recuperar a autoestima na terceira idade? Se engajar em atividades como dan&ccedil;a, pintura, exerc&iacute;cios f&iacute;sicos e manter uma boa rela&ccedil;&atilde;o social &eacute; uma das portas para a autoestima elevada. Viajar e se abrir a novas possibilidades tamb&eacute;m auxiliam quem j&aacute; passou dos 60.Como melhorar a autoestima?Autoestima &eacute; tudo. Nathaniel Branden concorda tanto que foi um dos grandes estudiosos do assunto. Em sua obra mais conhecida,&ldquo;Os seis pilares da autoestima&rdquo;, ele definiu uma esp&eacute;cie de passo a passo para come&ccedil;ar a nutrir um bom relacionamento com o nosso eu.1&ordm; pilar: &ldquo;A atitude de viver conscientemente&rdquo;Ou seja, ter conhecimento do eu por tr&aacute;s das a&ccedil;&otilde;es, &eacute; ser respons&aacute;vel por tudo o que fazemos, ter a mente ativa, saber interpretar e se inserir no mundo. N&atilde;o se deixar levar pela a&ccedil;&atilde;o do outro, e sim, pelo que seus valores dizem.2&ordm; pilar: &ldquo;A atitude da autoaceita&ccedil;&atilde;o&rdquo;&Eacute; ser amigo de si mesmo. Reconhecer as capacidades, qualidades e os talentos, mas tamb&eacute;m os defeitos e v&iacute;cios. E, a partir disso, tentar melhorar e evoluir. Todos temos pontos negativos. Aquele que sabe identific&aacute;-los e transform&aacute;-los est&aacute; mais perto da autoestima elevada.3&ordm; pilar- &ldquo;A atitude da autorresponsabilidade&rdquo;Admitir que errou n&atilde;o &eacute; fraqueza. Pedir perd&atilde;o n&atilde;o &eacute; fraqueza. N&atilde;o podemos culpar os outros pelos nossos erros, e, acima de tudo, devemos saber pedir desculpas.4&ordm; pilar: &ldquo;A atitude da autoafirma&ccedil;&atilde;o&rdquo;&Eacute; se colocar no mundo sem modificar seus valores a fim de se encaixar na sociedade. &Eacute; ser o protagonista da pr&oacute;pria vida, buscando o que acredita que merece ter e ser.5&ordm;- Pilar: &ldquo;A atitude da Intencionalidade&rdquo;Segundo Branden, &ldquo;&eacute; necess&aacute;rio desenvolver dentro de n&oacute;s a capacidade da autodisciplina,&nbsp; que &eacute; uma virtude de sobreviv&ecirc;ncia.&rdquo; &Eacute; identificar os objetivos e tra&ccedil;ar caminhos poss&iacute;veis para atingi-lo.&nbsp;6&ordm;- Pilar- &ldquo;A atitude da integridade pessoal&rdquo;&Eacute; ter consci&ecirc;ncia dos ideais, cren&ccedil;as e valores, aplicando-os de maneira consciente e &iacute;ntegra em nosso comportamento. Logo, para concretizar todos esses pilares, voc&ecirc; pode contar com a ajuda de um psic&oacute;logo especialista. A terapia online pode te auxiliar em ter uma autoestima boa e te trazer novas perspectivas de vida.Conhe&ccedil;a a Telavita"},{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BreadcrumbList","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Blog","item":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/#breadcrumbitem"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Autoestima: como aprender a gostar de si mesmo","item":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/autoestima\/#breadcrumbitem"}]}]