[{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BlogPosting","@id":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/casais-homoafetivos-pressao-psicologica\/#BlogPosting","mainEntityOfPage":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/casais-homoafetivos-pressao-psicologica\/","headline":"Qual a melhor maneira de lidar com a press\u00e3o social e psicol\u00f3gica sofrida por casais homoafetivos?","name":"Qual a melhor maneira de lidar com a press\u00e3o social e psicol\u00f3gica sofrida por casais homoafetivos?","description":"A cada 16 horas morre uma pessoa v&iacute;tima de homofobia no Brasil. O dado consta do estudo realizado por Julio Pinheiro Cardia, ex-coordenador da Diretoria de Promo&ccedil;&atilde;o dos Direitos LGBT do Minist&eacute;rio dos Direitos Humanos. 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Sabemos que muito homem e mulher, casam, por satisfa\u00e7\u00e3o social. Mas a intimidade \u00e9 com pessoa do mesmo g\u00eanero!  Nunca senti necessidade de em locais p\u00fablicos, meio que \"divulgar\" que estava namorando ou \"conhecendo\" o homem com quem estava! Numa ocasi\u00e3o, em Pra\u00e7a de Alimenta\u00e7\u00e3o, estava um homem acompanhado de mulher (suponho amiga) nada discreto, na minha dire\u00e7\u00e3o, deu aquela paquerada, que ela at\u00e9 foi \"conferir\": ser\u00e1 que h\u00e1 necessidade? Nunca esquecer a an\u00e1lise da palavra: homofobia (homo: igual e fobia: medo) e, como lembrado na mat\u00e9ria h\u00e1  namoros \"desafiadores\" entre pessoas do mesmo g\u00eanero, sexo. Ainda mais quando se \u00e9 cisgenero: j\u00e1 ouvi de homem (isso porque era amigo) de ter tido ere\u00e7\u00e3o comigo, que n\u00e3o vinha tendo mais com mulher. O amadurecimento da sexualidade e emocional \u00e9 para muitos um processo longo, n\u00e3o por acaso, tantas denomina\u00e7\u00f5es dadas para quem ainda quer \"se definir\" hetero, mas tem rela\u00e7\u00f5es fluidas com homem, que diz que \u00e9 um grande amigo e j\u00e1 poderia ser chamado: namorado!","author":{"@type":"Person","name":"Amigo","url":""}}],"about":["Comportamento"],"wordCount":924,"articleBody":"A cada 16 horas morre uma pessoa v&iacute;tima de homofobia no Brasil. O dado consta do estudo realizado por Julio Pinheiro Cardia, ex-coordenador da Diretoria de Promo&ccedil;&atilde;o dos Direitos LGBT do Minist&eacute;rio dos Direitos Humanos.O especialista somou as den&uacute;ncias de assassinato registradas pelo Disque 100 (canal que recebe informa&ccedil;&otilde;es sobre viola&ccedil;&otilde;es aos direitos humanos), pelo Transgender Europe e pelo Grupo Gay da Bahia, e contabilizou 4.422 mortes desse g&ecirc;nero no pa&iacute;s entre 2011 e 2018. Ou seja, 552 mortes por ano ou uma morte a cada 16 horas.Os n&uacute;meros assustam, mas n&atilde;o chocam quem conhece um pouco melhor a realidade brasileira. Afinal, um levantamento do Ibope de 2017 sinalizou que 73% dos entrevistados assumiram j&aacute; ter feito coment&aacute;rios considerados racistas, machistas ou homof&oacute;bicos. Ali&aacute;s, na maior cidade do pa&iacute;s, S&atilde;o Paulo, uma pesquisa identificou que 51% das pessoas j&aacute; foi ou viu algu&eacute;m sendo v&iacute;tima de preconceito de g&ecirc;nero ou orienta&ccedil;&atilde;o sexual em espa&ccedil;os p&uacute;blicos.Um beijo na rua pode n&atilde;o ser algo t&atilde;o simples para quem &eacute; LGBTQIA+. Demonstra&ccedil;&otilde;es de carinho e afeto, t&atilde;o naturais e impulsivas, s&atilde;o contidas. Apesar de pesquisas apontarem que relacionamentos homoafetivos podem at&eacute; ser mais felizes que heterossexuais, eles ainda n&atilde;o conseguem se expressar livremente perante a sociedade.Casais Homoafetivos: Press&atilde;o social e psicol&oacute;gicaO casal homoafetivo, infelizmente, precisa vencer alguns obst&aacute;culos durante a sua trajet&oacute;ria. Apresentar o relacionamento perante fam&iacute;lia e amigos, trabalhar na constitui&ccedil;&atilde;o de um novo n&uacute;cleo familiar e enfrentar os preconceitos di&aacute;rios. Esses s&atilde;o somente alguns dos momentos delicados que os casais de pessoas do mesmo sexo encontram.Enquanto lidam com essas situa&ccedil;&otilde;es, os relacionamentos homoafetivos precisam aprender a lidar com um lado tamb&eacute;m complicado da equa&ccedil;&atilde;o: o pr&oacute;prio relacionamento. Cada pessoa possui a sua complexidade e conviver com o outro significa respeitar e aprender sobre os limites de cada um.Al&eacute;m de tudo isso, os casais de gays e l&eacute;sbicas precisam encarar toda uma faceta estrutural e arcaica da sociedade. Em pleno 2019, ela ainda n&atilde;o est&aacute; preparada para o ato mais puro e singelo do ser humano: amar. Bem, lidar com tudo isso n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil e, &oacute;bvio, reflete na nossa sa&uacute;de mental.Dessa forma, &eacute; compreens&iacute;vel que estas situa&ccedil;&otilde;es possam desencadear transtornos de ansiedade e at&eacute; depress&atilde;o. S&atilde;o muitos sentimentos que surgem e organiz&aacute;-los sozinhos pode ser complicado. A imposi&ccedil;&atilde;o de um modo que n&atilde;o conversa com quem o homoafetivo &eacute;, gera conflitos e causa preju&iacute;zo &agrave; pessoa.A press&atilde;o social e psicol&oacute;gica sofrida por casais homoafetivos &eacute; imensa e o acompanhamento psicol&oacute;gico pode ser a melhor maneira de lidar com esse turbilh&atilde;o de coisas que acontece em volta deles.A import&acirc;ncia do apoio psicol&oacute;gicoO acompanhamento psicol&oacute;gico para casais do mesmo sexo &eacute; fundamental para que eles entendam como agir em momentos desagrad&aacute;veis. Esses eventos tendem a ser traum&aacute;ticos e, consequentemente, podem despertar gatilhos e transtornos psicol&oacute;gicos, por isso, &eacute; necess&aacute;rio consultar um especialista para tratar desses temas.A ansiedade &eacute; acentuada. O medo de sair na rua aumenta. Por&eacute;m, eles precisam e podem ser controlados. Caso contr&aacute;rio, geram transtornos psicol&oacute;gicos e, talvez, evoluam at&aacute; para uma depress&atilde;o. Ent&atilde;o, a terapia &eacute; importante para evitar que a pessoa internalize esses epis&oacute;dios.A consulta terap&ecirc;utica &eacute; um momento de autorreflex&atilde;o. Nela ser&aacute; poss&iacute;vel entender nossos comportamentos e sentimentos e, ainda, como control&aacute;-los da maneira que desejamos. Al&eacute;m disso, nesse momento em que a pr&oacute;pria identidade &eacute; questionada, a terapia &eacute; fundamental para preservar o &ldquo;eu&rdquo;.Terapia online: uma solu&ccedil;&atilde;o inovadora e confort&aacute;velNo final de 2018, a terapia psicol&oacute;gica online foi liberada para ser realizada nos mesmo crit&eacute;rios do atendimento presencial. A nova resolu&ccedil;&atilde;o do Conselho Federal de Psicologia (CFP) entrou em vigor e permitiu que o tratamento da sa&uacute;de mental entrasse, de fato, na era digital.A terapia online surge para atender as demandas da sociedade. Com ela, pessoas pessoas conseguem realizar uma consulta no local em que elas se sentem mais confort&aacute;veis e nos hor&aacute;rios em que est&atilde;o dispon&iacute;veis. O cliente possui controle da a&ccedil;&atilde;o e pode realiz&aacute;-la nos moldes que desejar.A Telavita &eacute; uma empresa de psicologia online que visa democratizar e transformar o acesso &agrave; sa&uacute;de e bem estar. Por meio da inova&ccedil;&atilde;o, a plataforma permite falar com psic&oacute;logo online onde e como o paciente desejar. Al&eacute;m disso, a Telavita possui profissionais especialistas nas mais diferentes &aacute;reas e com experi&ecirc;ncia comprovada no mercado."},{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BreadcrumbList","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Blog","item":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/#breadcrumbitem"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Qual a melhor maneira de lidar com a press\u00e3o social e psicol\u00f3gica sofrida por casais homoafetivos?","item":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/casais-homoafetivos-pressao-psicologica\/#breadcrumbitem"}]}]