[{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BlogPosting","@id":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/causas-e-consequencias-do-preconceito-racial\/#BlogPosting","mainEntityOfPage":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/causas-e-consequencias-do-preconceito-racial\/","headline":"Causas e consequ\u00eancias do preconceito racial na constru\u00e7\u00e3o emocional","name":"Causas e consequ\u00eancias do preconceito racial na constru\u00e7\u00e3o emocional","description":"O preconceito racial ainda est&aacute; enraizado na sociedade brasileira e ele causa problemas psicol&oacute;gicos profundos. Saiba mais sobre o assunto. Chimamanda Ngozi Adichie &eacute; mulher, negra, nigeriana e autora de livros best-seller que tratam de feminismo, pol&iacute;tica, racismo, entre outros temas importantes para serem discutidos na sociedade atual.&nbsp;A obra &ldquo;Americanah&rdquo; venceu o National Book Critics [&hellip;]","datePublished":"2018-11-20","dateModified":"2019-10-17","author":{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/author\/juliana-sonsin\/#Person","name":"Juliana Sonsin","url":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/author\/juliana-sonsin\/","identifier":8,"image":{"@type":"ImageObject","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/dfb14c6228cdf7312fea984efc84d04e?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/dfb14c6228cdf7312fea984efc84d04e?s=96&d=mm&r=g","height":96,"width":96}},"publisher":{"@type":"Organization","name":"TELAVITA","logo":{"@type":"ImageObject","@id":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/telavita.jpg","url":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/telavita.jpg","width":200,"height":200}},"image":{"@type":"ImageObject","@id":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/causas-e-consequencias.jpg","url":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2018\/11\/causas-e-consequencias.jpg","height":560,"width":900},"url":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/causas-e-consequencias-do-preconceito-racial\/","video":{"@context":"http:\/\/schema.org\/","@type":"VideoObject","@id":"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=EC-bh1YARsc#VideoObject","contentUrl":"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=EC-bh1YARsc","name":"Chimamanda Adichie: O perigo da hist\u00f3ria \u00fanica","description":"Estudar para a aula de Sociologia. Tema: \"Cultura\" de acordo com nossas discuss\u00f5es sobre Socializa\u00e7\u00e3o.\r\n\r\nNossas vidas, nossas culturas, s\u00e3o compostos de muitas hist\u00f3rias que se sobrep\u00f5em. Romancista Chimamanda Adichie conta a hist\u00f3ria de como ela encontrou sua voz aut\u00eantica cultural - e adverte que se ouve apenas uma hist\u00f3ria \u00fanica sobre outra pessoa ou pa\u00eds, corremos o risco de um mal-entendido fundamental.\r\n\r\n Inspirada na hist\u00f3ria da Nig\u00e9ria e trag\u00e9dias todos, mas esquecidos pelas gera\u00e7\u00f5es recentes de ocidentais, romances Chimamanda Ngozi Adichie e hist\u00f3rias s\u00e3o j\u00f3ias da coroa da literatura da di\u00e1spora.","thumbnailUrl":["https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/EC-bh1YARsc\/default.jpg","https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/EC-bh1YARsc\/mqdefault.jpg","https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/EC-bh1YARsc\/hqdefault.jpg","https:\/\/i.ytimg.com\/vi\/EC-bh1YARsc\/sddefault.jpg"],"uploadDate":"2012-04-28T21:35:10+00:00","duration":"PT18M50S","embedUrl":"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/EC-bh1YARsc","publisher":{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCkMEuXCX0lqoLUkV0g0qcDA#Organization","url":"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCkMEuXCX0lqoLUkV0g0qcDA","name":"Bruno Alves","description":"Aqui tem videos que eu gravo em situa\u00e7\u00f5es inusitadas.","logo":{"url":"https:\/\/yt3.ggpht.com\/ytc\/AIdro_kroA7BMFAilkYcGL135fR9WXXu8QHsKx1j8-suYUB9tg=s800-c-k-c0x00ffffff-no-rj","width":800,"height":800,"@type":"ImageObject","@id":"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=EC-bh1YARsc#VideoObject_publisher_logo_ImageObject"}},"potentialAction":{"@type":"SeekToAction","@id":"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=EC-bh1YARsc#VideoObject_potentialAction","target":"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=EC-bh1YARsc&t={seek_to_second_number}","startOffset-input":"required name=seek_to_second_number"},"interactionStatistic":[[{"@type":"InteractionCounter","@id":"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=EC-bh1YARsc#VideoObject_interactionStatistic_WatchAction","interactionType":{"@type":"WatchAction"},"userInteractionCount":617738}],{"@type":"InteractionCounter","@id":"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=EC-bh1YARsc#VideoObject_interactionStatistic_LikeAction","interactionType":{"@type":"LikeAction"},"userInteractionCount":18497}]},"commentCount":"1","comment":[{"@type":"Comment","@id":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/causas-e-consequencias-do-preconceito-racial\/#Comment1","dateCreated":"2020-09-19 19:33:49","description":"Eu gostei muito de saber oq \r\n E o preconceito e eu tamb\u00e9m gostei das outras coisas do texto que fala da psicologia e etc...","author":{"@type":"Person","name":"Lana Tavares","url":""}}],"about":["Comportamento"],"wordCount":1828,"articleBody":"O preconceito racial ainda est&aacute; enraizado na sociedade brasileira e ele causa problemas psicol&oacute;gicos profundos. Saiba mais sobre o assunto.Chimamanda Ngozi Adichie &eacute; mulher, negra, nigeriana e autora de livros best-seller que tratam de feminismo, pol&iacute;tica, racismo, entre outros temas importantes para serem discutidos na sociedade atual.&nbsp;A obra &ldquo;Americanah&rdquo; venceu o National Book Critics Circle Award e foi eleita uma das 10 melhores de 2013 pelo&nbsp;The New York Times Book Review.&nbsp;Adichie tamb&eacute;m fez sucesso com as famosas palestras TED Talks. Em&nbsp;&nbsp;O perigo de uma hist&oacute;ria &uacute;nica&nbsp;(2009), ela alerta sobre a perpetua&ccedil;&atilde;o dos estere&oacute;tipos que refor&ccedil;am o preconceito. A autora nigeriana foi para os&nbsp; Estados Unidos fazer faculdade e sua colega de quarto lhe perguntou onde tinha aprendido a falar ingl&ecirc;s t&atilde;o bem. O que a colega n&atilde;o sabia e ficou realmente surpresa &mdash; sen&atilde;o decepcionada &mdash; &eacute; que o ingl&ecirc;s &eacute; a l&iacute;ngua oficial da Nig&eacute;ria. Ap&oacute;s alguns meses no pa&iacute;s e muitas confus&otilde;es permeadas pelos ester&oacute;tipos, &ldquo;ela entendeu que essa era a &uacute;nica hist&oacute;ria que os norte-americanos ouviam sobre a&nbsp;&Aacute;frica: o continente equivalia a majestosas paisagens e belos animais, povos envolvidos em guerras eternas, fome, mis&eacute;ria e Aids. Sua hist&oacute;ria sobre a &Aacute;frica estava cheia de estere&oacute;tipos. E n&atilde;o &eacute; que os estere&oacute;tipos sejam falsos, defende. S&atilde;o somente incompletos&rdquo;, publicou o El Pa&iacute;s.O que &eacute; preconceito?O psic&oacute;logo, mestre, doutor e professor&nbsp;titular do Instituto de Psicologia da USP, Jos&eacute; Leon Croch&iacute;k,&nbsp; &eacute; autor do livro &ldquo;Preconceito, Indiv&iacute;duo e Cultura&rdquo;. Para ele, &ldquo;uma das quest&otilde;es centrais sobre o preconceito refere-se a como se d&aacute; a rela&ccedil;&atilde;o entre os aspectos ps&iacute;quicos e sociais na sua constitui&ccedil;&atilde;o. Conforme as pesquisas de Allport e de Adorno mostram, o preconceito n&atilde;o &eacute; inato; ele se instala no desenvolvimento individual como um produto das rela&ccedil;&otilde;es entre os conflitos ps&iacute;quicos e a estereotipia do pensamento &ndash; que j&aacute; &eacute; uma defesa ps&iacute;quica contra aqueles -e o estere&oacute;tipo, o que indica que elementos pr&oacute;prios &agrave; cultura est&atilde;o presentes&rdquo;.A quest&atilde;o racial&ldquo;Quando fui ao Brasil (em 2008), amei o pa&iacute;s, me senti confort&aacute;vel. Perguntei sobre ra&ccedil;a e fiquei assustada com quantas pessoas me disseram que n&atilde;o havia problemas. Todas elas eram brancas. E pessoas que pareciam negras afirmavam que sim, existia um problema. &Eacute; a hist&oacute;ria que o mundo conta sobre si mesmo, que existe esse maravilhoso ponto em que todo mundo &eacute; caramelo e est&aacute; tudo bem. N&atilde;o est&aacute;&rdquo;, declarou Adichie em entrevista ao Estad&atilde;o.De acordo com o IBGE, mais da metade da popula&ccedil;&atilde;o brasileira (54%) &eacute; de negros ou pardos, sendo que a cada dez pessoas, tr&ecirc;s s&atilde;o mulheres negras. Embora os dados contribuam para pintar o Brasil como um pa&iacute;s multi-racial, ele &eacute; um dos que mais perpetuam o racismo. &ldquo;Segundo o&nbsp;Atlas da Viol&ecirc;ncia 2017, a popula&ccedil;&atilde;o negra tamb&eacute;m corresponde a maioria (78,9%) dos 10% dos indiv&iacute;duos com mais chances de serem v&iacute;timas de homic&iacute;dios&ldquo;, informa a CartaCapital.&nbsp;A verdade &eacute; que os grilh&otilde;es da escravid&atilde;o ainda amarram o povo brasileiro, seja na estrutura social, no mercado de trabalho ou nas pr&oacute;prias rela&ccedil;&otilde;es interpessoais. Ta&iacute;sa Julio Vicente, professora de hist&oacute;ria e ativista, analisa: &ldquo;as marcas da escravid&atilde;o s&atilde;o t&atilde;o intensas que ainda estruturam as rela&ccedil;&otilde;es em nosso pa&iacute;s. Ser negro, nesta sociedade, ainda remete a uma condi&ccedil;&atilde;o de ser subjugado, &eacute; como se a liberdade fosse um favor. Penso que as pr&aacute;ticas racistas ainda s&atilde;o ferramentas de um pseudopoder pois o negro era uma propriedade, no passado, e na l&oacute;gica capitalista o &ldquo;ter&rdquo; &eacute; maior que o &ldquo;ser&rdquo;. Ter um indiv&iacute;duo subjugado &eacute; s&iacute;mbolo de poder.&rdquo;Ela ainda relembra que, na hist&oacute;ria brasileira, sempre foi uma quest&atilde;o racial e n&atilde;o de imigra&ccedil;&atilde;o, pois os italianos vieram para o Brasil recebendo incentivos para realizar o branqueamento do pa&iacute;s a fim de reduzir os efeitos que a escravid&atilde;o trouxe no sentido estrutural da sociedade brasileira em forma&ccedil;&atilde;o.&nbsp; Ou seja, o&nbsp;preconceito racial no Brasil sempre existiu.Um dos objetivos de Jussara Dias, diretora do Instituto AMMA Psique e Negritude, &eacute; resgatar a confian&ccedil;a, autoestima e sa&uacute;de mental e emocional de pessoas negras que sofrem impactos psicol&oacute;gicos devido a atitudes racistas.&nbsp;&ldquo;A exposi&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es servis criam problemas de identidade em algumas pessoas. Ao enfrentar um caso de viol&ecirc;ncia racista muitas acabam se rebaixando. &Eacute; necess&aacute;rio resgatar a autoestima dessas pessoas&rdquo;, aponta a diretora.A pesquisa realizada em 2003 pela Funda&ccedil;&atilde;o Perseu Abramo &nbsp;apresentou dados preocupantes: dos cinco mil entrevistados, 50% apresentou um n&iacute;vel de preconceito leve contra pessoas da cor negra e 25% indicaram uma condi&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia dessa discrimina&ccedil;&atilde;o. A preocupa&ccedil;&atilde;o do instituto AMMA &eacute; trabalhar as quest&otilde;es emocionais e psicol&oacute;gicas atrav&eacute;s de estudos e palestras com o objetivo de diminuir esse n&uacute;mero para, assim, reduzir o racismo e os impactos que ele causa.Impactos psicol&oacute;gicosOs efeitos psicossociais do preconceito e racismo est&atilde;o relacionados a problemas inter e intra-pessoais, sociais e institucionais: &ldquo;o racismo interfere nas din&acirc;micas psicol&oacute;gicas, rela&ccedil;&otilde;es interpessoais, sociais e emocionais na fam&iacute;lia e vida profissional, al&eacute;m das intera&ccedil;&otilde;es com institui&ccedil;&otilde;es e seus servi&ccedil;os. Os tipos de danos causados pelo racismo, em diferentes n&iacute;veis, cria a imagem individual, social e institucional de vulnerabilidade&rdquo;, explica&nbsp;Cl&eacute;lia R. S. Prestes, em seu artigo &ldquo;Mulher negra: resist&ecirc;ncia e resili&ecirc;ncia&rdquo;.Ao relacionar o racismo e preconceito e suas consequ&ecirc;ncias psicol&oacute;gicas, podemos falar de dois fatores atacados diretamente: a identidade e a autoestima. &ldquo;N&atilde;o possuindo referenciais identit&aacute;rios valorizados na nossa sociedade (her&oacute;is, pessoas bonitas, inteligentes) resta ao grupo subalterno se identificar com a sua &ldquo;inferioridade natural&rdquo; ou reivindicar para si um ideal de ego branco&rdquo;, explica o&nbsp;mestre em&nbsp;Psicologia Social pela Universidade Federal da Bahia (UFBA)&nbsp;e integrante da&nbsp;Comiss&atilde;o de Direitos Humanos do CFP,&nbsp;Valter da Mata.O estere&oacute;tipo de beleza &eacute; um dos muitos exemplos de preconceito.Os tipos de preconceitos v&atilde;o desde a necessidade constante dos negros lutarem contra os padr&otilde;es europeus de beleza, at&eacute;&nbsp;a falta de oportunidades no mercado de trabalho para eles, o que ainda persiste em grande n&uacute;mero.Em consequ&ecirc;ncia disso, Valter da Mata explica que muitos problemas psicol&oacute;gicos podem ser desenvolvidos, como baixa autoestima, em que as pessoas cuja ra&ccedil;a n&atilde;o &eacute; branca valorizam-se pouco e acreditam que s&atilde;o inferior. A&nbsp;depress&atilde;o, o alcoolismo, a ansiedade, a autodeprecia&ccedil;&atilde;o e a s&iacute;ndrome do p&acirc;nico surgem do racismo.Outra problem&aacute;tica que o psic&oacute;logo apresenta &eacute; que a maioria das teorias utilizadas pelos profissionais da &aacute;rea t&ecirc;m origem em pa&iacute;ses europeus ou nos Estados Unidos e possuem pouca conex&atilde;o com o legado cultural de povos asi&aacute;ticos, africanos e ind&iacute;genas. &ldquo;Assim, as formas de subjetiva&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o de baixa renda do Brasil, que tem forte influ&ecirc;ncia das popula&ccedil;&otilde;es africanas e ind&iacute;genas, podem ser vistas como patol&oacute;gicas, e as expressividades dos comportamentos tamb&eacute;m podem ser vistas como inadequadas. &Eacute; preciso que os (as) psic&oacute;logos (as) saibam que o racismo existe em nossa sociedade e afeta de forma decisiva a nossa forma de compreender o mundo&rdquo;, observa.Segundo um artigo publicado no Jornal Brasileiro de Psiquiatria, &ldquo;os sujeitos de cor negra permaneceram, em m&eacute;dia, 71,8 dias internados (em hospitais psiqui&aacute;tricos), enquanto os de cor parda permaneceram 20,3 dias e os de cor branca, 20,1 dias&rdquo;. S&atilde;o essas pessoas que enfrentam maior desamparo, pois n&atilde;o recebem visitas e, muitas vezes, n&atilde;o possuem familiares ou amigos que possam oferecer assist&ecirc;ncia ap&oacute;s o per&iacute;odo de interna&ccedil;&atilde;o, informa a Revista F&oacute;rum.&nbsp;Segundo as an&aacute;lises realizadas por Costa (1986), Souza (1990) e Fanon (2008), fala-se de distor&ccedil;&atilde;o de identidade. &eacute; poss&iacute;vel pensar nos efeitos psicol&oacute;gicos do racismos serem materializados em consequ&ecirc;ncias extremamente prejudiciais ao corpo, mente e &agrave; identidade. O ideal de ser branco come&ccedil;a a atuar no imagin&aacute;rio social. A consci&ecirc;ncia racial e a revaloriza&ccedil;&atilde;o da negritude s&atilde;o meios de reverter a distor&ccedil;&atilde;o de identidade&rdquo;.As formas de preconceito racial ainda est&atilde;o enraizadas na sociedade e &eacute; preciso que a popula&ccedil;&atilde;o se conscientize de que o problema ainda &eacute; uma realidade, uma que faz v&iacute;timas nos mais diversos &acirc;mbitos. A quest&atilde;o psicol&oacute;gica e o racismo s&atilde;o pontos pouco abordados ainda, e &eacute; preciso fazer com que o assunto seja discutido para que menos pessoas sofram com ele.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;"},{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BreadcrumbList","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Blog","item":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/#breadcrumbitem"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Causas e consequ\u00eancias do preconceito racial na constru\u00e7\u00e3o emocional","item":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/causas-e-consequencias-do-preconceito-racial\/#breadcrumbitem"}]}]