[{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BlogPosting","@id":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/depressao\/#BlogPosting","mainEntityOfPage":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/depressao\/","headline":"Conhe\u00e7a a depress\u00e3o, um dos transtornos mais recorrentes da atualidade","name":"Conhe\u00e7a a depress\u00e3o, um dos transtornos mais recorrentes da atualidade","description":"Segundo dados coletados pela Pesquisa Vigitel, em 2021, 11,3% dos brasileiros foram&nbsp; diagnosticados com depress&atilde;o. Estes dados, por sua vez, representam o n&iacute;vel agravante em que a sa&uacute;de mental das pessoas no pa&iacute;s est&aacute;. Considerando os fatos apresentados, o aparecimento de transtornos psicol&oacute;gicos na atualidade est&aacute; cada vez mais comum. 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Estes dados, por sua vez, representam o n&iacute;vel agravante em que a sa&uacute;de mental das pessoas no pa&iacute;s est&aacute;.Considerando os fatos apresentados, o aparecimento de transtornos psicol&oacute;gicos na atualidade est&aacute; cada vez mais comum. Logo, tal fato pode ser exemplificado pelos h&aacute;bitos prejudiciais que cultivamos e a rotina exaustiva que seguimos no dia a dia.No entanto, a depress&atilde;o pode ser vivenciada em diversos tipos, graus de intensidade e momentos diferentes da vida. Seu aparecimento pode surgir em momentos de crise ou tamb&eacute;m desde cedo, configurando uma patologia com influ&ecirc;ncias heredit&aacute;rias.&nbsp;Mas afinal, o que &eacute; a depress&atilde;o?A maior caracter&iacute;stica da depress&atilde;o &eacute; a apatia e tristeza. Por&eacute;m, muitas pessoas acham que ter esses sentimentos j&aacute; configuram o dist&uacute;rbio, o que &eacute; um mito. A depress&atilde;o &eacute; um transtorno psicol&oacute;gico que tem sua origem na falha de produ&ccedil;&atilde;o ou aproveitamento da subst&acirc;ncia chamada serotonina, essencial para a comunica&ccedil;&atilde;o entre os neur&ocirc;nios.&nbsp;No entanto, essa desregula&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica pode acontecer devido a predisposi&ccedil;&otilde;es gen&eacute;ticas e influ&ecirc;ncias ambientais, como eventos traum&aacute;ticos ou perdas significativas. Logo, quando n&atilde;o h&aacute; a produ&ccedil;&atilde;o devida da serotonina, a apatia toma conta, a tristeza faz parte do dia e as crises de choro passam a ser recorrentes, muitas vezes sem um motivo aparente.A depress&atilde;o pode comprometer n&atilde;o s&oacute; a mente, como o corpo. N&atilde;o &eacute; frescura. Seus sinais podem incapacitar a vida cotidiana do sujeito e comprometer diversas atividades que antes, eram normais de serem realizadas em sua rotina.A depress&atilde;o no BrasilSegundo dados da OMS (Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de), o Brasil &eacute; o pa&iacute;s com mais casos de depress&atilde;o na Am&eacute;rica Latina, os &iacute;ndices de diagn&oacute;sticos de depress&atilde;o est&atilde;o em 5,8%. Dessa forma, se abrangermos a situa&ccedil;&atilde;o para todo o continente americano, o Brasil fica atr&aacute;s apenas dos EUA, que possui 5,9% de indiv&iacute;duos com depress&atilde;o.&nbsp;Contudo, uma das explica&ccedil;&otilde;es para tal n&uacute;mero s&atilde;o as altas taxas de desigualdade social, pobreza, descontentamento pol&iacute;tico e o fato de ser um pa&iacute;s de terceiro mundo. Sendo assim, devido a estes dados podemos afirmar que a depress&atilde;o &eacute; um dos males do s&eacute;culo, onde a cada ano podemos notar seu quadro de evolu&ccedil;&atilde;o mundial.&nbsp;Sintomas da depress&atilde;oA depress&atilde;o pode ser sorrateira. Ela chega aos poucos e caso n&atilde;o haja a percep&ccedil;&atilde;o dos seus sinais, pode ser avassaladora. Logo, dentre os sintomas iniciais podemos observar o cansa&ccedil;o extremo, altera&ccedil;&otilde;es no sono, dificuldade de concentra&ccedil;&atilde;o, irritabilidade, ang&uacute;stia e outros fatores que alteram muito o dia-a-dia e a sa&uacute;de de quem sofre com a doen&ccedil;a.&nbsp;Ainda, engana-se quem pensa que a depress&atilde;o s&oacute; atinge o psicol&oacute;gico. Ela est&aacute; relacionada diretamente com sintomas f&iacute;sicos e males que prejudicam o corpo inteiro, se classificando tamb&eacute;m, como uma doen&ccedil;a psicossom&aacute;tica. Desta forma, confira abaixo a lista dos principais sintomas da depress&atilde;o:Compuls&atilde;o alimentar;Automutila&ccedil;&atilde;o;Alcoolismo;.Apatia;Culpa;Descontentamento geral;Altera&ccedil;&otilde;es de humor;Agita&ccedil;&atilde;o;Irritabilidade;Ins&ocirc;nia;Falta de concentra&ccedil;&atilde;o;Pensamentos suicidas;Crises de choro;Dificuldades de se higienizar;Pessimismo;Baixa autoestima.LEIA MAIS: Confira 5 dicas para ajudar algu&eacute;m com depress&atilde;o!Tipos de depress&atilde;oO diagn&oacute;stico da depress&atilde;o pode ser um susto para quem o recebe. Afinal, &eacute; espantador saber que se tem uma patologia, principalmente as da classe psicol&oacute;gica, que demandam tempo e esfor&ccedil;o para tratar.Todavia, os transtornos depressivos s&atilde;o os respons&aacute;veis por acometer boa parte da popula&ccedil;&atilde;o mundial. Eles podem surgir de diversas maneiras, sendo ao todo, sete tipos de categorias. S&atilde;o elas:Depress&atilde;o maiorConfigura um dos quadros mais agravantes. &Eacute; diagnosticada quando os sintomas parecem persistentes e o indiv&iacute;duo se d&aacute; conta que a tristeza cont&iacute;nua j&aacute; est&aacute; com ele h&aacute; meses. Na depress&atilde;o maior, pensamentos suicidas e comportamentos agravantes como automutila&ccedil;&atilde;o est&atilde;o presentes na maioria das vezes.Neste tipo de depress&atilde;o, h&aacute; baixa autoestima, apatia, dist&uacute;rbios de sono e uma impulsividade excessiva relacionada ao seu estado de humor constante de des&acirc;nimo e falta de vontade de viver. Dentre as poss&iacute;veis causas da depress&atilde;o maior est&atilde;o as origens biol&oacute;gicas, psicol&oacute;gicas e sociais.Depress&atilde;o sazonalCostumamos dizer que dias frios pedem cama. Nessa linha de racioc&iacute;nio, surgiu o conceito da depress&atilde;o sazonal. T&iacute;pica de pa&iacute;ses mais frios, ela acomete os pacientes no outono e no inverno, onde os dias s&atilde;o mais curtos e escuros. Nesse quadro, a&nbsp; melancolia e a tristeza s&atilde;o mais aparentes.&nbsp;Logo, seu aparecimento se relaciona com a falta de sol, que afeta o metabolismo desregulando as subst&acirc;ncias respons&aacute;veis por nossa sensa&ccedil;&atilde;o de bem-estar. Por isso, ficar dentro de casa, no quarto e no escuro por bastante tempo pode ser prejudicial. Por&eacute;m, na depress&atilde;o sazonal, isso passa a n&atilde;o ser um controle do indiv&iacute;duo e sim do ambiente.Depress&atilde;o dist&iacute;micaTem dias que n&atilde;o queremos sair da cama, nos sentimos tristes e esse sentimento persiste, mas levantamos e enfrentamos ele. A depress&atilde;o dist&iacute;mica &eacute; um quadro mais leve que persiste por meses e provoca uma sensa&ccedil;&atilde;o constante de pessimismo.Contudo, o indiv&iacute;duo permanece em um estado constante de des&acirc;nimo e apatia, mas suas atividades di&aacute;rias n&atilde;o s&atilde;o comprometidas pela presen&ccedil;a deste transtorno. &Eacute; como se fosse os sintomas iniciais da depress&atilde;o, os sinais que apontam para uma zona perigosa que o sujeito est&aacute; entrando.Depress&atilde;o psic&oacute;ticaAqui, uma s&eacute;rie de dist&uacute;rbios visuais e sensoriais como alucina&ccedil;&otilde;es e del&iacute;rios se fazem presentes Na depress&atilde;o psic&oacute;tica&nbsp; h&aacute; uma altera&ccedil;&atilde;o na psicomotricidade do indiv&iacute;duo e, cren&ccedil;as como a de que a morte est&aacute; pr&oacute;xima ou que um sofrimento subjetivo ser&aacute; eterno ajudam em suas tentativas de suic&iacute;dio.Contudo, os sintomas podem ser confundidos com esquizofrenia e o diagn&oacute;stico precisa ser feito com muito cuidado. Logo, uma caracter&iacute;stica predominante desse tipo de depress&atilde;o &eacute; a presen&ccedil;a de uma culpa excessiva.Depress&atilde;o at&iacute;picaNeste tipo de transtorno a manifesta&ccedil;&atilde;o de sintomas f&iacute;sicos &eacute; mais proeminente. &Eacute; comum o ganho de peso, aumento de apetite e cansa&ccedil;o extremo. Sua nomenclatura, que carrega &ldquo;at&iacute;pico&rdquo; no nome se refere a sintomas que geralmente, s&atilde;o inversos &agrave;s depress&otilde;es comuns.Na depress&atilde;o at&iacute;pica o indiv&iacute;duo &eacute; capaz de se alegrar em eventos com facilidade, possui uma varia&ccedil;&atilde;o de humor diurna, sendo comum se tornar mais melanc&oacute;lico &agrave; noite e, ao inv&eacute;s de apresentar ins&ocirc;nia, possui hipersonia. H&aacute; um grande cansa&ccedil;o excessivo que ocasiona cochilos frequentes e noites com mais de 10 horas de sono.Depress&atilde;o mistaGrandes picos de ansiedade e agita&ccedil;&atilde;o. Nesse transtorno o&nbsp; indiv&iacute;duo n&atilde;o consegue ficar sossegado por muito tempo e geralmente cria uma obsess&atilde;o para realizar determinadas tarefas. Na depress&atilde;o mista o pensamento &eacute; acelerado e se alterna com outros sintomas cl&aacute;ssicos da depress&atilde;o.Dessa forma, ansiedade e depress&atilde;o caminham juntas. No entanto, o&nbsp; tratamento com psiquiatra &eacute; geralmente feito com o uso de estabilizadores de humor e seu diagn&oacute;stico muitas vezes podem ser confundidos com a depress&atilde;o bipolar.Depress&atilde;o bipolarAs altera&ccedil;&otilde;es de humor s&atilde;o constantes e a conviv&ecirc;ncia com quem possui este transtorno pode ser dif&iacute;cil. Na depress&atilde;o bipolar os epis&oacute;dios depressivos costumam sequenciar epis&oacute;dios man&iacute;acos ou hipoman&iacute;acos intensos.O indiv&iacute;duo pode passar dias deitado, chorando e com cansa&ccedil;o. Ap&oacute;s horas, ou dias, &eacute; acometido por um estado de euforia, aumento da libido, comportamentos&nbsp; impulsivos e irritabilidade. Em outros casos, pode apenas apresentar-se mais ativo e feliz, por&eacute;m, essa sensa&ccedil;&atilde;o dura pouco tempo.Depress&atilde;o melanc&oacute;licaOs sintomas, como id&eacute;ias negativas, pensamentos suicidas e prostra&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o bem aparentes. Na depress&atilde;o melanc&oacute;lica h&aacute; uma grande afei&ccedil;&atilde;o e conforto no estado de melancolia.&nbsp;O indiv&iacute;duo pode gostar de ficar no escuro, escutando m&uacute;sicas e vivendo a sua pr&oacute;pria dor, o que n&atilde;o &eacute; ruim, mas em excesso, pode significar um perigo. No come&ccedil;o, pode parecer que tudo est&aacute; sob controle, mas a vontade de se isolar e alimentar-se de sua pr&oacute;pria dor pode virar rotina e acometer o indiv&iacute;duo em um quadro depressivo intenso.Depress&atilde;o reativaSitua&ccedil;&otilde;es traum&aacute;ticas e estressantes marcam esse tipo de depress&atilde;o. Epis&oacute;dios como o fim de um relacionamento, o falecimento de entes queridos, uma demiss&atilde;o, entre outras ocorr&ecirc;ncias desencadeiam a depress&atilde;o reativa.Para alguns, ela &eacute; considerada um estado tempor&aacute;rio. Uma crise depressiva que acontece como rea&ccedil;&atilde;o a algo. Seu tratamento &eacute; feito com psic&oacute;logo e o objetivo &eacute; fazer o indiv&iacute;duo voltar a sua rotina di&aacute;ria normalmente.&nbsp;O surgimento da depress&atilde;o em cada faixa et&aacute;riaCrian&ccedil;as, jovens, adultos e idosos. A depress&atilde;o pode aparecer para qualquer um. Essa doen&ccedil;a psiqui&aacute;trica n&atilde;o escolhe idade, e nem pessoa. No entanto, pode acontecer em diversas faixas et&aacute;rias, por&eacute;m, cada uma com sua particularidade. Veja s&oacute;:Depress&atilde;o na inf&acirc;nciaChoro excessivo, agita&ccedil;&atilde;o, medos e falta de apetite. A depress&atilde;o na inf&acirc;ncia pode estar relacionada ao conv&iacute;vio familiar e tamb&eacute;m, a predisposi&ccedil;&otilde;es gen&eacute;ticas. Na primeira inf&acirc;ncia, seu aparecimento pode ter muito a ver com a ansiedade da separa&ccedil;&atilde;o.O desamparo, a ang&uacute;stia de ficar s&oacute; e estar desprotegido desencadeiam uma s&eacute;rie de emo&ccedil;&otilde;es na crian&ccedil;a, que na maioria das vezes, ainda n&atilde;o possuem habilidades emocionais para interpretar seus sentimentos e lidar com eles.Depress&atilde;o na adolesc&ecirc;nciaCom as transforma&ccedil;&otilde;es hormonais &agrave; flor da pele, na adolesc&ecirc;ncia, os sintomas s&atilde;o camuflados pelo sintomas decorrentes do momento da puberdade. Dessa forma, essa confus&atilde;o pode dificultar o diagn&oacute;stico e agravar o quadro, levando at&eacute; ao suic&iacute;dio caso o tratamento adequado n&atilde;o seja realizado.&Eacute; importante os pais e amigos perceberem a presen&ccedil;a dos sintomas nos adolescentes. Muitas vezes o transtorno pode se esconder atr&aacute;s de piadas e frases que indicam que est&aacute; tudo bem.&nbsp;Por&eacute;m, mesmo que n&atilde;o seja t&atilde;o aparente, a depress&atilde;o nesta idade pode ser avassaladora. Logo, entre as causas mais frequentes est&atilde;o o bullying, traumas familiares e a baixa autoestima.&nbsp;Depress&atilde;o na vida adultaBoletos para pagar, fam&iacute;lia para sustentar e trabalho demais. A vida adulta pode ser complexa e cheia de problemas. No entanto, a depress&atilde;o nesta faixa et&aacute;ria pode surgir diante dessas v&aacute;rias situa&ccedil;&otilde;es, ou at&eacute; mesmo o ac&uacute;mulo delas.Entre as causas mais frequentes do aparecimento deste transtorno nos adultos est&atilde;o as quest&otilde;es financeiras e o excesso de trabalho. Visto isso, uma nova nomenclatura foi dada para quadros advindos dessa raiz: a s&iacute;ndrome de burnout, um misto de depress&atilde;o e ansiedade causado pelo esgotamento emocional.Depress&atilde;o em idososA terceira idade pode ser um momento dif&iacute;cil para quem est&aacute; passando por ela, at&eacute; porque temos medo de envelhecer. No entanto, quando nos damos conta de que j&aacute; estamos idosos, ficamos impactados.Doen&ccedil;as surgindo, as pessoas te tratando como se voc&ecirc; fosse incapaz de realizar qualquer tarefa. N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil. Logo, a insatisfa&ccedil;&atilde;o com o corpo falhando e a impossibilidade de ter uma rotina ativa como antes pode deixar o indiv&iacute;duo em extrema melancolia e tristeza, ocasionando o dist&uacute;rbio.Depress&atilde;o nas mulheresCercadas por altera&ccedil;&otilde;es hormonais e uma sociedade que n&atilde;o facilita a sua exist&ecirc;ncia, as mulheres s&atilde;o as mais acometidas pela depress&atilde;o. Seja por quest&otilde;es biol&oacute;gicas ou sociais, o transtorno depressivo no sexo feminino tem cerca de 10% a 25% de chances de acontecer durante a vida. Ainda, h&aacute; dois tipos de depress&atilde;o espec&iacute;ficas que acometem apenas este g&ecirc;nero. Estas s&atilde;o:Depress&atilde;o gestacionalS&atilde;o em m&eacute;dia, oito a noves meses carregando um feto.O per&iacute;odo de gravidez &eacute; longo e toda mulher passa por fases de vulnerabilidade e medos dentro dele. No entanto, na depress&atilde;o gestacional a gr&aacute;vida pode passar a ter uma grande apatia pelas coisas ao seu redor, seu sono pode sofrer altera&ccedil;&otilde;es e a autoestima fica bem baixa, apresentando sentimentos de desvaloriza&ccedil;&atilde;o e culpa sobre si mesma.Este transtorno atinge at&eacute; 20% das mulheres gr&aacute;vidas. Logo, precisa ser levado muito a s&eacute;rio, pois caso contr&aacute;rio, o quadro pode prejudicar o beb&ecirc; e ainda, desencadear a depress&atilde;o p&oacute;s-parto.Entretanto, mesmo que a depress&atilde;o seja diagnosticada na gravidez, o uso de antidepressivos deve ser consultado com um psiquiatra. Isso porque, o uso da medica&ccedil;&atilde;o pode afetar o desenvolvimento do embri&atilde;o e outras possibilidades de tratamento devem ser avaliadas.Depress&atilde;o p&oacute;s-partoPode parecer desumano falar que uma m&atilde;e n&atilde;o quer estar com seu filho ap&oacute;s seu nascimento. No entanto, esse &eacute; um sintoma cl&aacute;ssico da depress&atilde;o p&oacute;s-parto e n&atilde;o significa que a figura materna odeia o seu beb&ecirc;.Segundo estudos, a depress&atilde;o p&oacute;s-parto &eacute; uma condi&ccedil;&atilde;o que atinge mais de 25% das m&atilde;es brasileiras. Mesmo assim, apesar do grande n&uacute;mero de casos, ainda carrega muito preconceito, o que dificulta o seu diagn&oacute;stico e tratamento.Esse tipo de depress&atilde;o tem como uma de suas causas as mudan&ccedil;as hormonais e tamb&eacute;m de estilo de vida. Dentre os sintomas est&atilde;o o cansa&ccedil;o extremo, baixa auto-estima, desinteresse pelo beb&ecirc;, tristeza constante, medo de ficar sozinha e culpa, sendo esta &uacute;ltima, o fator inibidor da procura por um profissional.LEIA MAIS: Saiba a import&acirc;ncia de tratar a ansiedade na gravidezDepress&atilde;o nos homensOs homens crescem escutando que chorar &eacute; proibido, e caso demonstrem vulnerabilidade, n&atilde;o s&atilde;o homens de verdade. Logo, essa quest&atilde;o &eacute; um dos maiores problemas acerca da depress&atilde;o nas pessoas do sexo masculino. Isso pois, a cren&ccedil;a resulta na dificuldade da procura de ajuda profissional por acharem que s&atilde;o fracos se cederem ao tratamento.Al&eacute;m disso, ainda existe quem diga que depress&atilde;o &eacute; frescura. No entanto, os homens encaram a doen&ccedil;a de maneira diferente das mulheres, acham que podem aguentar tudo sozinhos e levam isso como uma quest&atilde;o de masculinidade. Muitas vezes, esse comportamento de esquiva resulta em altas taxas de suic&iacute;dio. Seja homem ou mulher, procurar ajuda profissional &eacute; imprescind&iacute;vel.Como ajudar algu&eacute;m com depress&atilde;o?A depress&atilde;o &eacute; uma doen&ccedil;a psiqui&aacute;trica intensa e que afeta n&atilde;o somente o indiv&iacute;duo que a possui, mas tamb&eacute;m quem est&aacute; ao redor. Ver algu&eacute;m que amamos em profunda tristeza nos machuca e muitas vezes n&atilde;o sabemos como agir.Para ajudar algu&eacute;m com depress&atilde;o &eacute; simples: esteja presente. Entenda que faz parte do processo a pessoa sentir apatia e n&atilde;o querer fazer atividades que antes ela fazia normalmente.&nbsp;Mostrar compreens&atilde;o e empatia &eacute; a melhor escolha. O momento exige cuidado e fazer com que a pessoa que est&aacute; passando por isso n&atilde;o se sinta s&oacute;, j&aacute; &eacute; um grande avan&ccedil;o. O papel como fam&iacute;lia, amigo ou c&ocirc;njuge &eacute; respeitar o processo e claro, incentivar o tratamento.LEIA MAIS: 5 dicas para ajudar algu&eacute;m que est&aacute; com depress&atilde;oComo sair de um quadro depressivo?Infelizmente, a depress&atilde;o n&atilde;o tem cura, mas, sim, controle. Para sair da depress&atilde;o &eacute; preciso seguir &agrave; risca as recomenda&ccedil;&otilde;es dos profissionais respons&aacute;veis pela sa&uacute;de emocional humana.Por enquanto, n&atilde;o existe nenhum exame de imagem ou teste de sangue capaz de detectar a depress&atilde;o no indiv&iacute;duo. Atualmente, para realizar o diagn&oacute;stico psiquiatras e psic&oacute;logos recorrem a avalia&ccedil;&otilde;es e question&aacute;rios feitos na pr&oacute;pria cl&iacute;nica para auxiliar no in&iacute;cio do tratamento.Os testes de avalia&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica, por sua vez, foram elaborados para identificar o tipo de transtorno e mensurar a gravidade de cada paciente. No entanto, para iniciar o tratamento para depress&atilde;o e possibilitar que o quadro depressivo seja tratado, &eacute; recomendado marcar uma sess&atilde;o com um psiquiatra e tamb&eacute;m com um psic&oacute;logo.A diferen&ccedil;a entre o psiquiatra e o psic&oacute;logoApesar de serem profissionais que se complementam quando o assunto &eacute; o tratamento dos transtornos emocionais, o psiquiatra e o psic&oacute;logo possuem fun&ccedil;&otilde;es distintas. Contudo, para que haja sucesso no processo de estabiliza&ccedil;&atilde;o emocional, &eacute; importante que os dois atuem em conjunto.Dessa maneira, podemos dizer que o psic&oacute;logo e o psiquiatra s&atilde;o frentes subjetivas e complementares nos tratamentos psicol&oacute;gicos. Logo, o psic&oacute;logo atua identificando as causas do aparecimento dos sintomas e o psiquiatra age no diagn&oacute;stico, avaliando a necessidade do uso de rem&eacute;dios ou n&atilde;o.LEIA MAIS: A fun&ccedil;&atilde;o do psic&oacute;logo e psiquiatra nos tratamentos psicol&oacute;gicosO tratamento para depress&atilde;oComo exemplificado, existem dois pilares fundamentais na recupera&ccedil;&atilde;o da depress&atilde;o: o acompanhamento psicol&oacute;gico peri&oacute;dico e o uso de medicamentos. Dessa forma, a terapia ajuda a entender comportamentos e pensamentos, permitindo medir os avan&ccedil;os na melhora do quadro, enquanto isso, os medicamentos equilibram a qu&iacute;mica cerebral ao ajustar a comunica&ccedil;&atilde;o entre os neurotransmissores.Como atividade complementar, &eacute; importante adotar um estilo de vida saud&aacute;vel. Uma dieta equilibrada e uma rotina de exerc&iacute;cios f&iacute;sicos d&atilde;o suporte ao tratamento convencional. Ainda, a pr&aacute;tica de medita&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m pode ajudar na compreens&atilde;o dos pensamentos e sentimentos.Em que casos ocorrem as interna&ccedil;&otilde;es?Alguns casos s&atilde;o complicados e a alternativa para a melhora do quadro &eacute; a interna&ccedil;&atilde;o. No entanto, a interna&ccedil;&atilde;o psiqui&aacute;trica se faz necess&aacute;ria quando os rem&eacute;dios e a psicoterapia n&atilde;o surtem efeito ou quando o quadro &eacute; t&atilde;o grave que o paciente coloca em risco a si mesmo e as pessoas ao redor.&nbsp;Dentro das cl&iacute;nicas &eacute; poss&iacute;vel que o paciente esteja imerso em atividades que cultivem seu bem-estar, al&eacute;m de ter aux&iacute;lio psiqui&aacute;trico e psicol&oacute;gico a sua disposi&ccedil;&atilde;o, evitando que tentativas de suic&iacute;dio e movimentos autodestruitivos aconten&ccedil;am.Como funcionam os rem&eacute;dios para depress&atilde;o?Ir ao psiquiatra ainda &eacute; um tabu. Tomar rem&eacute;dios? nem pensar! Por falta de informa&ccedil;&atilde;o, algumas pessoas acham que os medicamentos podem transformar a pessoa e deix&aacute;-la dependente qu&iacute;mica do rem&eacute;dio. No entanto, essas afirma&ccedil;&otilde;es s&atilde;o um mito.Os rem&eacute;dios para depress&atilde;o, mais conhecidos como antidepressivos, agem na regula&ccedil;&atilde;o das subst&acirc;ncias qu&iacute;micas que est&atilde;o em falta no c&eacute;rebro. Logo, s&atilde;o receitados por um profissional qualificado (o psiquiatra), e a dosagem e o tipo de rem&eacute;dio s&atilde;o testados para haver o melhor resultado no indiv&iacute;duo.Nem sempre a medica&ccedil;&atilde;o &eacute; acertada na primeira tentativa, por isso, estar em acompanhamento psicol&oacute;gico &eacute; importante. O manejo dos rem&eacute;dios e a dosagem precisam ser feitos por um profissional para, justamente, evitar efeitos colaterais reversos e a depend&ecirc;ncia qu&iacute;mica do rem&eacute;dio para depress&atilde;o.No entanto, os antidepressivos agem diminuindo os sintomas f&iacute;sicos da depress&atilde;o. Com a qu&iacute;mica do c&eacute;rebro balanceada, subst&acirc;ncias como a serotonina liberam sentimentos de bem-estar e alegria no indiv&iacute;duo, auxiliando-o a sair do quadro depressivo.Como saber se estou com depress&atilde;o?Sentir tristeza &eacute; comum. Ser domado por ela &eacute; anormal. A depress&atilde;o tem como sua maior caracter&iacute;stica a apatia e falta de interesse nas coisas. Mas como saber se est&aacute; com depress&atilde;o?Para saber definitivamente se voc&ecirc; possui ou n&atilde;o algum transtorno psicol&oacute;gico, a consulta com um psiquiatra &eacute; a melhor escolha. Fique atento aos sinais iniciais. Se sentir dificuldades persistentes em interagir socialmente, pregui&ccedil;a de se higienizar, vontade de ficar deitado mais do que o normal e dificuldades para dormir, procure ajuda, pode ser o in&iacute;cio de um transtornoEncontre o seu psiquiatra online&nbsp;"},{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BreadcrumbList","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Blog","item":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/#breadcrumbitem"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Conhe\u00e7a a depress\u00e3o, um dos transtornos mais recorrentes da atualidade","item":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/depressao\/#breadcrumbitem"}]}]