[{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BlogPosting","@id":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/disturbios-do-sono\/#BlogPosting","mainEntityOfPage":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/disturbios-do-sono\/","headline":"Conhe\u00e7a alguns tipos de dist\u00farbios do sono e suas consequ\u00eancias","name":"Conhe\u00e7a alguns tipos de dist\u00farbios do sono e suas consequ\u00eancias","description":"Cerca de 45% da popula&ccedil;&atilde;o mundial&nbsp;sofre com dist&uacute;rbios do sono, segundo a&nbsp;OMS (Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de). Todo mundo conhece a cl&aacute;ssica hist&oacute;ria de contos de fadas da princesa Aurora, mais conhecida por &ldquo;A Bela Adormecida&rdquo;. Ao cair num sono profundo, suas fadas madrinhas logo se adiantaram a colocar o reino todo para dormir tamb&eacute;m. 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Ao cair num sono profundo, suas fadas madrinhas logo se adiantaram a colocar o reino todo para dormir tamb&eacute;m. E, com um simples movimento de suas varinhas de cond&atilde;o m&aacute;gicas, todos do reino dormiram de repente, no meio dos afazeres, sob a luz do dia.&nbsp;A magia das fadas madrinhas poderia muito bem existir, assim 45% da popula&ccedil;&atilde;o mundial que sofre com dist&uacute;rbios do sono, segundo a OMS (Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de), teria uma vida mais tranquila e uma boa noite de sono.&nbsp;Os dist&uacute;rbios do sono no Brasil j&aacute; atingem cerca de 72% da popula&ccedil;&atilde;o,&nbsp; segundo um estudo da Royal Philips.&nbsp;Entre os brasileiros, a ins&ocirc;nia &eacute; a primeira da lista de queixas, seguida da apneia.&nbsp; Na Am&eacute;rica Latina, o &iacute;ndice &eacute; de 75%.&nbsp;&nbsp;As fases do sonoO sono possui quatro fases, sendo que cada uma delas &eacute; respons&aacute;vel por uma atividade diferente. Segundo a Cl&iacute;nica do Sono, essas s&atilde;o as caracter&iacute;sticas dos&nbsp;tipos de sono:Fase 1:&nbsp; se caracteriza pelo sono leve e consome cerca de 10% do per&iacute;odo da noite; consiste numa transi&ccedil;&atilde;o entre a vig&iacute;lia e o sono. &ldquo;As ondas cerebrais desaceleram e a atividade muscular do corpo despenca, o que pode gerar espasmos e sensa&ccedil;&atilde;o de queda. O sono leve acontece a partir da libera&ccedil;&atilde;o da melatonina, o horm&ocirc;nio do sono, cuja libera&ccedil;&atilde;o acontece quando come&ccedil;a a escurecer e o nosso corpo entende que chegou a noite.&rdquo;Fase 2: aqui &eacute; o sono m&eacute;dio, respons&aacute;vel por 45% do per&iacute;odo do sono cuja caracter&iacute;stica mais marcante &eacute; o descanso absoluto do movimento dos olhos. &ldquo;As ondas cerebrais ficam t&atilde;o lentas quanto as de quem pratica medita&ccedil;&atilde;o, com algumas altas eventuais. A temperatura do corpo e a press&atilde;o sangu&iacute;nea diminuem.&rdquo;&nbsp;Fase 3:&nbsp;&nbsp;o sono profundo toma conta e abrange cerca de 25% da noite. Aqui, o c&eacute;rebro libera ondas lentas, tornando o despertar mais dif&iacute;cil. &ldquo;Nesta fase podem acontecer epis&oacute;dios de terror noturno e sonambulismo.&rdquo;Fase R.E.M.: &ldquo;as ondas cerebrais disparam e chegam a mesma velocidade do estado de vig&iacute;lia. A atividade cerebral est&aacute; em alta, assim como a respira&ccedil;&atilde;o e press&atilde;o sangu&iacute;nea. Os olhos se movimentam rapidamente e &eacute; nessa fase que acontecem os sonhos.&rdquo;A import&acirc;ncia das fases 1, 2 e 3 s&atilde;o enormes para a sa&uacute;de f&iacute;sica do corpo, pois nelas ocorrem a restaura&ccedil;&atilde;o dos tecidos, aumento da massa muscular e libera&ccedil;&atilde;o do horm&ocirc;nio do crescimento.&nbsp; J&aacute; na fase R.E.M. acontece a consolida&ccedil;&atilde;o da mem&oacute;ria e do aprendizado.O que &eacute; dist&uacute;rbio do sono?O sono &eacute; vital para a sobreviv&ecirc;ncia. Seu efeito restaurador &eacute; essencial para a sa&uacute;de do organismo e age na capacidade dos indiv&iacute;duos sentirem-se bem durante o dia. Isso acontece porque, durante o sono, o corpo remove do c&eacute;rebro prote&iacute;nas t&oacute;xicas, as beta-amiloides, e se n&atilde;o forem removidas, interferem com o funcionamento do c&eacute;rebro.A quantidade de sono que os indiv&iacute;duos precisam varia, mas se encontra geralmente entre 6 e 10 horas todos os dias. Por&eacute;m, segundo pesquisas, o&nbsp;tempo m&eacute;dio de sono foi reduzido em uma hora nos &uacute;ltimos 100 anos. Isso se deve ao movimento ca&oacute;tico e barulho das cidades, al&eacute;m das demandas que a a era moderna possui.&nbsp;&ldquo;O trabalho &eacute; um grande gerador de estresse. Os congestionamentos transformam a volta para casa em uma aventura e as metr&oacute;poles s&atilde;o barulhentas a qualquer hora da noite&rdquo;, explica Susan Redline, pesquisadora da Harvard Medical School. &ldquo;Esses fatores, somados, podem inviabilizar uma boa noite de sono.&rdquo;Os dist&uacute;rbios do sono consistem em altera&ccedil;&otilde;es nos padr&otilde;es ou nos h&aacute;bitos de dormir. Essas dificuldades relacionadas ao sono incluem a ins&ocirc;nia, ronco e apneia do sono, sonambulismo, bruxismo, s&iacute;ndrome das pernas inquietas e narcolepsia, segundo o Instituto do Sono.Tipos de dist&uacute;rbios do sonoIns&ocirc;niaA maioria das pessoas j&aacute; sentiu os efeitos que uma noite mal dormida, ou ficar sem dormir uma noite inteira, causa no dia seguinte. Esse &eacute; um pesadelo para mais de 40% dos brasileiros, segundo a OMS. Mas, afinal, o que &eacute; ins&ocirc;nia?&nbsp;Esse dist&uacute;rbio se caracteriza por &ldquo;dificuldade em iniciar o sono, ou por acordar durante a noite com dificuldade para voltar a dormir com consequ&ecirc;ncias no dia seguinte. Muitas vezes, ocorre a sensa&ccedil;&atilde;o de sono n&atilde;o reparador, de m&aacute; qualidade, com cansa&ccedil;o diurno. Outras consequ&ecirc;ncias da ins&ocirc;nia em longo prazo s&atilde;o irrita&ccedil;&atilde;o, dificuldade para se concentrar ou de mem&oacute;ria, sintomas de depress&atilde;o, entre outras.&rdquo;, explica o Instituto do Sono.Esses s&atilde;o alguns dos sintomas de ins&ocirc;nia que mais aterrorizam as pessoas. Dentre as causas da ins&ocirc;nia est&atilde;o os &ldquo;problemas psiqui&aacute;tricos como ansiedade, depress&atilde;o, uso de alguns medicamentos em longo prazo e de bebida alco&oacute;lica; no &uacute;ltimo caso, principalmente ap&oacute;s a suspens&atilde;o do consumo.&rdquo;&nbsp;O quadro pode piorar ou serem originados pelos h&aacute;bitos inadequados que prejudicam a sa&uacute;de. Algumas doen&ccedil;as tamb&eacute;m podem causar o dist&uacute;rbio, como&nbsp;as que causam dores, principalmente &agrave; noite. &ldquo;Existe um quadro cl&iacute;nico, a fibromialgia, que predomina nas mulheres, e se caracteriza por pontos dolorosos em determinadas regi&otilde;es do corpo. Al&eacute;m de outras doen&ccedil;as f&iacute;sicas, como dist&uacute;rbios hormonais, hiper e hipotireoidismo, algumas doen&ccedil;as psiqui&aacute;tricas e neurol&oacute;gicas, como ansiedade, depress&atilde;o, doen&ccedil;a de Parkinson, doen&ccedil;as cerebrais isqu&ecirc;micas e doen&ccedil;a de Alzheimer tamb&eacute;m podem provocar ins&ocirc;nia.&rdquo;Apneia do sonoA apneia\/hipopneia &eacute; a interrup&ccedil;&atilde;o ou diminui&ccedil;&atilde;o da respira&ccedil;&atilde;o, que pode levar &agrave; queda do oxig&ecirc;nio no sangue, ocasionando o comprometimento do sono e o despertar.&nbsp;A apneia obstrutiva do sono (AOS),&nbsp;&eacute; o tipo mais comum e &eacute; caracterizada por &ldquo;pausas respirat&oacute;rias que duram mais que 10 segundos e que s&atilde;o consideradas anormais quando ultrapassam a frequ&ecirc;ncia de 5 por hora de sono. A AOS pode ser um dist&uacute;rbio provocado por altera&ccedil;&otilde;es anat&ocirc;micas e pela diminui&ccedil;&atilde;o de atividade dos m&uacute;sculos dilatadores da faringe (via a&eacute;rea superior, posterior &agrave; l&iacute;ngua)&rdquo;, explica o Instituto do Sono.A apneia possui sintomas&nbsp;como ronco alto, interrompido por paradas respirat&oacute;rias durante o sono, &ldquo;hipersonol&ecirc;ncia diurna, sono agitado, aumento da frequ&ecirc;ncia de urinar a noite, altera&ccedil;&otilde;es de mem&oacute;ria e racioc&iacute;nio, e impot&ecirc;ncia sexual.&rdquo;NarcolepsiaLembra do reino da Bela Adormecida que caiu no sono mesmo durante o dia atrav&eacute;s da magia das fadas? Se n&atilde;o fosse a magia, poder&iacute;amos dizer que essas pessoas sofriam de narcolepsia. O dist&uacute;rbio caracteriza-se por sonol&ecirc;ncia diurna, ataques de sono, cataplexia e anormalidades do est&aacute;gio de sono REM. De acordo com o Instituto do Sono, &ldquo;sua preval&ecirc;ncia &eacute; em torno de 0.02-0.18% na popula&ccedil;&atilde;o em geral, considerando-se EUA, Europa e Jap&atilde;o; no Brasil ainda n&atilde;o h&aacute; um estudo desse tipo.&nbsp; A narcolepsia ainda &eacute; pouco diagnosticada. A cataplexia &eacute; o &uacute;nico sintoma da narcolepsia. Se d&aacute; pela&nbsp;&ldquo;perda s&uacute;bita e revers&iacute;vel da for&ccedil;a muscular durante a vig&iacute;lia&rdquo;, define o Dr. Drauzio Varella.&nbsp;A narcolepsia humana tem como principal causa a falta da prote&iacute;na hipocretina no c&eacute;rebro, a reguladora do&nbsp;sono, excita&ccedil;&atilde;o e apetite.BruxismoSem causas completamente definidas, o dist&uacute;rbio se d&aacute; atrav&eacute;s do ranger ou apertar dos dentes durante o sono. &ldquo;A for&ccedil;a realizada sobre a musculatura mastigat&oacute;ria e os dentes &eacute; excessiva, produzindo sintomas musculares e dentais, tais como: dor facial, desconforto muscular principalmente ao morder, dores de cabe&ccedil;a, desgaste dos dentes e danos &agrave; gengiva.&rdquo;Dentre os sintomas citados acima, tamb&eacute;m se inclui&nbsp; o desgaste do esmalte dos dentes. Assim, o tratamento do bruxismo se d&aacute; pelo dentista.&nbsp;SonambulismoO mais popular dos dist&uacute;rbios do sono na inf&acirc;ncia &eacute; o sonambulismo. Aqui, o indiv&iacute;duo fala, senta e anda enquanto dorme.&nbsp;&nbsp;Normalmente o sonambulismo desaparece com o crescimento. Mas caso o quadro persista, &eacute; necess&aacute;ria a interven&ccedil;&atilde;o com medicamentos e terapia.&nbsp;S&iacute;ndrome das pernas inquietasCaracterizada pela necessidade incontrol&aacute;vel de movimentar as pernas cujo objetivo &eacute; &ldquo;aliviar uma sensa&ccedil;&atilde;o extremamente desagrad&aacute;vel nos membros inferiores.&rdquo; Esse sintoma acontece, geralmente, antes de dormir, o que pode impedir que o sono chegue e cause a ins&ocirc;nia.&nbsp; O tratamento da s&iacute;ndrome das pernas inquietas se d&aacute; atrav&eacute;s de medicamentos. Esse dist&uacute;rbio do sono &eacute; comum em idosos e pode ocorrer o chamado&nbsp;PLM (Movimento Peri&oacute;dico das Pernas), onde&nbsp;&ldquo;movimentos geralmente de pequena amplitude, como uma flex&atilde;o nos p&eacute;s e nas pernas. Os movimentos duram em m&eacute;dia de 0,5 a 5 segundos, ocorrendo com uma frequ&ecirc;ncia de um entre 20 a 40 segundos. Podem vir acompanhados de despertares breves&nbsp;e quando levam a sintomas durante o dia devem ser tratados. O tratamento principal tamb&eacute;m &eacute; medicamentoso. O diagn&oacute;stico requer a polissonografia.&rdquo;Segundo o Instituto do Sono, a s&iacute;ndrome pode causar outros problemas, como:&nbsp; ins&ocirc;nia (11% dos casos),&nbsp;&nbsp;hipersonol&ecirc;ncia (17%) e&nbsp;queixas como cansa&ccedil;o, estresse, etc (11%).Tratamento dos dist&uacute;rbios do sonoExistem algumas dicas para amenizar os sintomas e efeitos dos dist&uacute;rbios do sono, como manter hor&aacute;rios regulares para dormir, evitar bebidas estimulantes, como o caf&eacute;, comer duas horas antes de dormir e n&atilde;o exagerar na quantidade, praticar atividade f&iacute;sica, entre outras.O tratamento para os dist&uacute;rbios do sono podem envolver medicamentos, mas cada caso deve ser analisado por um m&eacute;dico especialista. A psicoterapia tamb&eacute;m pode ajudar, investigando as causas e eliminando os efeitos. Muitos dist&uacute;rbios do sono tem doen&ccedil;as psicol&oacute;gicas atreladas a eles, como a depress&atilde;o, ansiedade, s&iacute;ndrome do p&acirc;nico, estresse, entre outros.Procure um especialista e n&atilde;o deixe que o seu sono seja prejudicado, afinal, infelizmente, n&atilde;o haver&aacute; fadas para ajudar ningu&eacute;m a cair no sono.&nbsp;"},{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BreadcrumbList","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Blog","item":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/#breadcrumbitem"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Conhe\u00e7a alguns tipos de dist\u00farbios do sono e suas consequ\u00eancias","item":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/disturbios-do-sono\/#breadcrumbitem"}]}]