[{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BlogPosting","@id":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/ego-self\/#BlogPosting","mainEntityOfPage":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/ego-self\/","headline":"Ego e Self: qual a diferen\u00e7a entre eles?","name":"Ego e Self: qual a diferen\u00e7a entre eles?","description":"Voc&ecirc; j&aacute; parou para pensar naquilo que define o que voc&ecirc; &eacute;? Bem, sabemos que essa &eacute; uma quest&atilde;o complicada, mas existem alguns conceitos fundamentais da psicologia Anal&iacute;tica capazes de nos ajudar nessa quest&atilde;o: o Ego e o Self. E eles aparecem para nos auxiliar nesse busca da quest&atilde;o interior. Entretanto, a diferencia&ccedil;&atilde;o entre as [&hellip;]","datePublished":"2022-03-11","dateModified":"2022-03-11","author":{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/author\/monica-silveira\/#Person","name":"Psic\u00f3loga M\u00f4nica Silveira - CRP 06\/92287","url":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/author\/monica-silveira\/","identifier":29,"image":{"@type":"ImageObject","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/08c63ce80716a31cba2755f0a13f4d4a?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/08c63ce80716a31cba2755f0a13f4d4a?s=96&d=mm&r=g","height":96,"width":96}},"publisher":{"@type":"Organization","name":"TELAVITA","logo":{"@type":"ImageObject","@id":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/telavita.jpg","url":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/telavita.jpg","width":200,"height":200}},"image":{"@type":"ImageObject","@id":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/ego.jpg","url":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/ego.jpg","height":853,"width":1280},"url":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/ego-self\/","commentCount":"1","comment":[{"@type":"Comment","@id":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/ego-self\/#Comment1","dateCreated":"2022-03-12 14:30:39","description":"As primeiras gera\u00e7\u00f5es de mulheres, a ingressarem no Mercado de Trabalho, elas ou eram professoras (chamadas de normalistas, por terem cursado o Ensino M\u00e9dio para lecionarem) ou eram ligadas a Dire\u00e7\u00e3o ou Supervis\u00e3o Escolar! Naquela \u00e9poca, a prole na inf\u00e2ncia, ficava aos cuidados dos av\u00f3s quando a m\u00e3e estava em sala de aula. Na situa\u00e7\u00e3o em que o trabalho da m\u00e3e era em tempo integral, ela se programava para uma esp\u00e9cie de ano sab\u00e1tico (tr\u00eas anos se dedicando a maternidade)! A partir dos anos 80, especialmente no Brasil, tivemos a queda na qualidade no Ensino, especialmente das creches que surgiram para atender \u00e0s crian\u00e7as, com m\u00e3es que trabalham em tempo integral! A concep\u00e7\u00e3o inicial dessa atividade educacional era justamente proporcionar o amadurecimento f\u00edsico, psicol\u00f3gico e emocional, das fases chamadas: maternal at\u00e9 a pr\u00e9 escola! Nas \u00faltimas d\u00e9cadas temos percebido as creches, como dep\u00f3sito de crian\u00e7as, onde elas ficam em p\u00e1tios (parecendo quintais) olhando o movimento das cal\u00e7adas parecendo a popula\u00e7\u00e3o da outra ponta: idosos nas janelas  (de maioria) dos asilos, \"assistindo\" a vida passar! Nesse cen\u00e1rio, h\u00e1 o comprometimento do futuro das Na\u00e7\u00f5es e da Hist\u00f3ria delas! Felizmente, na grade curricular do meu ent\u00e3o 1. Grau, a Escola tinha calend\u00e1rio de visitas a Asilo: uma tarde de confraterniza\u00e7\u00e3o de gera\u00e7\u00f5es e aprendizado existencial, que nenhuma literatura educacional tenha conseguido alcan\u00e7ar!","author":{"@type":"Person","name":"Geraldo","url":""}}],"about":["Psicoterapia"],"wordCount":979,"articleBody":"Voc&ecirc; j&aacute; parou para pensar naquilo que define o que voc&ecirc; &eacute;? Bem, sabemos que essa &eacute; uma quest&atilde;o complicada, mas existem alguns conceitos fundamentais da psicologia Anal&iacute;tica capazes de nos ajudar nessa quest&atilde;o: o Ego e o Self.E eles aparecem para nos auxiliar nesse busca da quest&atilde;o interior. Entretanto, a diferencia&ccedil;&atilde;o entre as for&ccedil;as do Ego e do Self definir&atilde;o a consci&ecirc;ncia sobre a pr&oacute;pria individualidade.&nbsp;Ent&atilde;o, que tal aprender mais sobre eles? Nesse artigo, trarei a import&acirc;ncia de cada um deles para n&oacute;s, al&eacute;m de esclarecer a diferen&ccedil;a entre eles.Agende agora uma consulta com psic&oacute;logoEgo e Self: qual a diferen&ccedil;a entre eles?De acordo com Carl Jung, o criador da psicologia Anal&iacute;tica, o Self pode ser descrito como a nossa ess&ecirc;ncia ou aquilo que existe de &uacute;nico e peculiar na nossa personalidade. Muitas culturas, religi&otilde;es e tradi&ccedil;&otilde;es filos&oacute;ficas o reconhecem tamb&eacute;m como sendo a alma ou o esp&iacute;rito. Para a Psicologia Anal&iacute;tica, o Self &eacute; uma esp&eacute;cie de Arqu&eacute;tipo central.Quando nascemos n&atilde;o possu&iacute;mos ainda um Ego formado, que &eacute; o centro da nossa consci&ecirc;ncia. Por&eacute;m, nosso Self j&aacute; est&aacute; ali. O Ego vai, ent&atilde;o, sendo constru&iacute;do ao longo do nosso desenvolvimento. Dessa forma, o Ego vai se sobrepondo gradualmente ao Self.A constru&ccedil;&atilde;o do EgoBasicamente, o Ego se inicia primeiramente com os pr&oacute;prios pais em fun&ccedil;&atilde;o do processo de socializa&ccedil;&atilde;o. Por isso, as rela&ccedil;&otilde;es prim&aacute;rias, com o nosso n&uacute;cleo familiar, s&atilde;o t&atilde;o importantes na forma&ccedil;&atilde;o do nosso Ego e geram muito assunto nas sess&otilde;es de psicoterapia anal&iacute;tica.&nbsp;Isto se d&aacute; por uma condi&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica da vida humana: o ser humano n&atilde;o nasce completo. O per&iacute;odo, que vai at&eacute; meados dos tr&ecirc;s anos de idade, &eacute; uma esp&eacute;cie de gesta&ccedil;&atilde;o psicol&oacute;gica, na qual o Ego est&aacute; sendo incubado.&nbsp;LEIA MAIS: Vieses inconscientes: saiba o que s&atilde;o e como lidar com elesNesta fase, a crian&ccedil;a &eacute; totalmente dependente dos pais para tudo na vida, especialmente da m&atilde;e em fun&ccedil;&atilde;o da amamenta&ccedil;&atilde;o. Sendo assim, seu instinto de sobreviv&ecirc;ncia b&aacute;sico &eacute; ser acolhida primeiramente pelos pais.Assim, o Ego &eacute; formado pela leitura que a crian&ccedil;a faz da expectativa dos pais sobre ela, buscando, obviamente, se sentir amada. Isto inclui, em grande medida tamb&eacute;m, as expectativas inconscientes, pois ainda n&atilde;o possu&iacute;mos um Ego formado. Nesse sentido, a crian&ccedil;a est&aacute; com o seu Self exposto ao inconsciente familiar.Conhe&ccedil;a a TelavitaA forma&ccedil;&atilde;o de complexosPodemos receber de heran&ccedil;a ps&iacute;quica tanto est&iacute;mulos positivos como negativos. Em rela&ccedil;&atilde;o ao primeiro, podemos citar o amor e afeto, que se transformar&atilde;o em potenciais de realiza&ccedil;&atilde;o e seguran&ccedil;a pessoal.Em rela&ccedil;&atilde;o aos est&iacute;mulos negativos, como abandono ou rejei&ccedil;&atilde;o, estes ferem o instinto b&aacute;sico de sobreviv&ecirc;ncia da crian&ccedil;a, em fun&ccedil;&atilde;o da depend&ecirc;ncia dos pais. Al&eacute;m disso, provocam uma ang&uacute;stia terr&iacute;vel semelhante a uma sensa&ccedil;&atilde;o de quase morte.E para se proteger desta dor emocional se formam as defesas psicol&oacute;gicas. Esse fato dar&aacute; origem &agrave;s fixa&ccedil;&otilde;es e, posteriormente aos complexos, frutos de grande inseguran&ccedil;a psicol&oacute;gica e sofrimento emocional ao longo da vida.&nbsp;LEIA MAIS: A Psicologia Junguiana e o inconsciente coletivoOs complexos podem ser entendidos como rea&ccedil;&otilde;es emocionais que geram uma resposta fisiol&oacute;gica instintiva. Geralmente, provocam um comportamento involunt&aacute;rio e inconsciente. Estas caracter&iacute;sticas atuam a partir das feridas do Ego, que aprende desde cedo a lutar pela aprova&ccedil;&atilde;o externa, assim como para se proteger, atrav&eacute;s dos complexos, e da falta dela.&nbsp;Para Jung, &ldquo;o pr&oacute;prio Ego pode ser visto como um complexo&rdquo;. Dependendo de como se d&atilde;o as condi&ccedil;&otilde;es sociais e afetivas de desenvolvimento da primeira fase da vida, lidamos melhor ou pior com o sentimento de desaprova&ccedil;&atilde;o social e rejei&ccedil;&atilde;o afetiva. Ali&aacute;s, estes representam os nossos medos mais primitivos e, geralmente, inconscientes.&nbsp;O papel da psicoterapia&nbsp;A meta da psicoterapia de abordagem anal&iacute;tica &eacute; nos ajudar a conseguir superar esses traumas e liberar a energia ps&iacute;quica fixada nos complexos atrav&eacute;s das defesas do Ego. Dessa forma, &eacute; fundamental saber lidar com o sentimento de desaprova&ccedil;&atilde;o externa e utilizar a energ&iacute;a ps&iacute;quica como potencial para a conquista dos desafios, que levam a auto-aprova&ccedil;&atilde;o.O reconhecimento e a ancoragem no Self &eacute; o que chamamos de processo de individua&ccedil;&atilde;o. E &eacute; essa a proposta final desse tipo de psicoterapia, que visa a supera&ccedil;&atilde;o dos complexos inconscientes.&nbsp;Encontre seu psic&oacute;logo online"},{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BreadcrumbList","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Blog","item":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/#breadcrumbitem"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Ego e Self: qual a diferen\u00e7a entre eles?","item":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/ego-self\/#breadcrumbitem"}]}]