[{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BlogPosting","@id":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/emocoes-reeducacao-alimentar\/#BlogPosting","mainEntityOfPage":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/emocoes-reeducacao-alimentar\/","headline":"A import\u00e2ncia de lidar com as emo\u00e7\u00f5es na reeduca\u00e7\u00e3o alimentar","name":"A import\u00e2ncia de lidar com as emo\u00e7\u00f5es na reeduca\u00e7\u00e3o alimentar","description":"Emagrecer com reeduca&ccedil;&atilde;o alimentar &eacute; uma realidade, mas deve ser feita de forma respons&aacute;vel e conhecendo as emo&ccedil;&otilde;es &ldquo;Estou acima do peso. O que devo fazer?&rdquo;. Muitas pessoas chegam na seguinte conclus&atilde;o: dieta e reeduca&ccedil;&atilde;o alimentar! O foco &eacute; principalmente nos alimentos: O que voc&ecirc; come e qual a regularidade da alimenta&ccedil;&atilde;o. 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O que devo fazer?&rdquo;. Muitas pessoas chegam na seguinte conclus&atilde;o: dieta e reeduca&ccedil;&atilde;o alimentar! O foco &eacute; principalmente nos alimentos: O que voc&ecirc; come e qual a regularidade da alimenta&ccedil;&atilde;o. Por&eacute;m, ser&aacute; que fica somente nisso?Conhecer os alimentos para reeduca&ccedil;&atilde;o alimentar &eacute; importante, mas n&atilde;o deve ser o &uacute;nico objetivo. O sentido de reaprender sobre a rela&ccedil;&atilde;o com a comida n&atilde;o pode ser compreendido apenas no sentido nutricional, mas tamb&eacute;m no &acirc;mbito emocional.O que comer significa para voc&ecirc;? Qual o valor que voc&ecirc; deposita na refei&ccedil;&atilde;o? Esses devem ser alguns questionamentos para um conv&iacute;vio mais saud&aacute;vel com a comida. Reeduca&ccedil;&atilde;o alimentar emagrece, de fato, mas deve ser realizada de forma correta: aprendendo como lidar com as emo&ccedil;&otilde;es.Reeduca&ccedil;&atilde;o alimentar: como come&ccedil;ar a entender as emo&ccedil;&otilde;esBasta uma simples pesquisa na internet para encontrar uma dieta de reeduca&ccedil;&atilde;o alimentar, no entanto, &eacute; mais dif&iacute;cil achar algo relacionado com as emo&ccedil;&otilde;es nessa fase. Geralmente, elas s&atilde;o negligenciadas na busca do peso ideal, e isso &eacute; um grande erro j&aacute; que possuem papel fundamental no resultado.&ldquo;Precisa de acompanhamento psicol&oacute;gico? A Telavita est&aacute; aqui para voc&ecirc;!&rdquo;De acordo com o livro &ldquo;Nutrition Education: Linking Research, Theory, and Practice&rdquo;, &ldquo;o componente afetivo das atitudes, refletindo os sentimentos ou emo&ccedil;&otilde;es das pessoas sobre o desempenho do comportamento, tamb&eacute;m &eacute; um poderoso &ndash; alguns diriam mais poderoso &ndash; motivador de comportamentos alimentares&rdquo;.LEIA MAIS:&nbsp;A influ&ecirc;ncia da alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel na sa&uacute;de mentalNesse sentido, &eacute; percept&iacute;vel que a forma como sentimos tamb&eacute;m influencia na maneira como lidamos com os alimentos. Segundo a terapeuta Camila Cust&oacute;dio, os indiv&iacute;duos bem resolvidos no aspecto emocional possuem mais facilidade para perder peso. Al&eacute;m disso, lidam melhor com momentos sabotadores.&ldquo;A rela&ccedil;&atilde;o entre emo&ccedil;&otilde;es e perda de peso fica mais clara em tempos de instabilidade emocional, como no final do ano, provas ou mudan&ccedil;as na vida profissional, por exemplo. S&atilde;o per&iacute;odos em que as pessoas est&atilde;o ansiosas, tensas, sob press&atilde;o ou estressadas, e acabam descontando na comida&rdquo;, ressalta Cust&oacute;dio.Ou seja, aprender como se acalmar e como acalmar os nervos &eacute; uma parte importante tamb&eacute;m da alimenta&ccedil;&atilde;o. Culpa, raiva, tristeza e ansiedade muitas vezes s&atilde;o revertidas na comida. Portanto, cuidar do psicol&oacute;gico tamb&eacute;m faz parte da reeduca&ccedil;&atilde;o alimentar para emagrecer.Sobre o tema, Rodrigo Fonseca, fundador da SBIE (Sociedade Brasileira de Intelig&ecirc;ncia Emocional), explica que &ldquo;a fome emocional &eacute; s&oacute; um dos exemplos de como o corpo tenta extravasar algum desequil&iacute;brio. Ao comer compulsivamente, a pessoa desconta suas emo&ccedil;&otilde;es na comida, encontrando nela uma v&aacute;lvula de escape&rdquo;.Reeduca&ccedil;&atilde;o alimentar: emo&ccedil;&otilde;es e pesquisas&ldquo;E como me acalmar sabendo de tudo isso?&rdquo;. N&atilde;o &eacute; preciso ficar preocupado, pois in&uacute;meras pesquisas j&aacute; procuram entender como funciona a rela&ccedil;&atilde;o entre a comida, a reeduca&ccedil;&atilde;o alimentar e as emo&ccedil;&otilde;es.&ldquo;O autoconhecimento &eacute; a chave de mudan&ccedil;as! Conte com a Telavita!&rdquo;Dessa forma, uma revis&atilde;o da literatura procurou entender esses efeitos. O estudo concluiu que emo&ccedil;&otilde;es negativas aumentam a alimenta&ccedil;&atilde;o impulsiva. Ou seja, a pessoa come para regular o estado emocional, embora diminua o prazer da comida. J&aacute; as emo&ccedil;&otilde;es positivas aumentam o prazer e o consumo de alimentos saud&aacute;veis.Al&eacute;m disso, &ldquo;v&aacute;rios dos estudos revisados refor&ccedil;am a ideia de que a maioria das pessoas relata mudan&ccedil;as na alimenta&ccedil;&atilde;o (coma mais ou come menos) em resposta ao estresse emocional, bem como que estados emocionais negativos na vida di&aacute;ria podem estar associados a uma tend&ecirc;ncia a comer como estrat&eacute;gia de regula&ccedil;&atilde;o da emo&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o apenas em comedores restritos e compulsivos, mas tamb&eacute;m em comedores normais&rdquo;.Outro artigo procurou realizar treinamento com professores sobre o tema. Entretanto, ao inv&eacute;s de somente passar informa&ccedil;&otilde;es sobre o assunto, os pesquisadores tamb&eacute;m ensinaram sobre apoio emocional. O resultado: o estudo sugere que o conhecimento por si s&oacute; &eacute; insuficiente para mudar o comportamento alimentar.LEIA MAIS:&nbsp;Como controlar a compuls&atilde;o alimentar: Os benef&iacute;cios da Terapia Cognitiva-Comportamental&ldquo;Numerosos estudos abordaram quest&otilde;es de sa&uacute;de no ambiente escolar, mas a maioria se concentra em atividade f&iacute;sica e nutri&ccedil;&atilde;o, com pouca aten&ccedil;&atilde;o a quest&otilde;es emocionais, como autoestima, depress&atilde;o e comportamentos alimentares&rdquo;, disse a autora do estudo, Carolinne Santin Dal Ri, pediatra do Instituto de Cardiologia do Rio Grande do Sul.Sendo assim, &eacute; importante frisar o papel do equil&iacute;brio emocional durante a reeduca&ccedil;&atilde;o alimentar. Este &eacute; um fator que influencia na busca pelo peso ideal e pode ser o diferencial para alcan&ccedil;ar esse objetivo.Para te ajudar nesse processo, a psic&oacute;loga Cristiane Evangelista Machado (CRP 06\/70852), especializada em psicologia cl&iacute;nica e reeduca&ccedil;&atilde;o alimentar pode te atender na Telavita! &ldquo;Mestre e psic&oacute;loga hospitalar pela Faculdade de Medicina da USP, atuo na &aacute;rea de psicologia cl&iacute;nica h&aacute; 16 anos, em consult&oacute;rio e institui&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de. Integrei a equipe multidisciplinar de Gastrocirurgia do Hospital das Cl&iacute;nicas da USP, no qual atuei com assist&ecirc;ncia, ensino e pesquisa por 12 anos. Realizei a&ccedil;&otilde;es de promo&ccedil;&atilde;o a sa&uacute;de mental em organiza&ccedil;&otilde;es corporativas, e atuei como professora de cursos de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o. Atualmente me dedico ao atendimento psicoterap&ecirc;utico de pacientes adultos em busca de autoconhecimento e desenvolvimento emocional.&rdquo;&ldquo;Agende uma consulta com a Cristiane aqui!&rdquo;"},{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BreadcrumbList","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Blog","item":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/#breadcrumbitem"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"A import\u00e2ncia de lidar com as emo\u00e7\u00f5es na reeduca\u00e7\u00e3o alimentar","item":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/emocoes-reeducacao-alimentar\/#breadcrumbitem"}]}]