[{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BlogPosting","@id":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/empoderamento-do-paciente\/#BlogPosting","mainEntityOfPage":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/empoderamento-do-paciente\/","headline":"O empoderamento do paciente","name":"O empoderamento do paciente","description":"O paciente &eacute; o &uacute;nico e verdadeiro arquiteto de sua sa&uacute;de e bem estar. Quando possui uma doen&ccedil;a, o problema n&atilde;o &eacute; s&oacute; controlar a patologia, mas gerenciar a vida apesar da enfermidade. Delegar os cuidados de sa&uacute;de somente aos profissionais da &aacute;rea pode ser um problema a longo prazo. 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Quando possui uma doen&ccedil;a, o problema n&atilde;o &eacute; s&oacute; controlar a patologia, mas gerenciar a vida apesar da enfermidade. Delegar os cuidados de sa&uacute;de somente aos profissionais da &aacute;rea pode ser um problema a longo prazo.O sistema de sa&uacute;de encontra-se focado na doen&ccedil;a aguda e afasta-se das doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas. Esse movimento culmina em pacientes desinformados e despreparados para realizar o autocuidado, provocando, com isso, um paciente mais suscet&iacute;vel ao adoecimento.LEIA MAIS: Como a sa&uacute;de mental impacta o sistema imunol&oacute;gicoO empoderamento do paciente e o autocuidado s&atilde;o as formas mais eficazes de lidar com as doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas, permitindo que o paciente tome consci&ecirc;ncia cr&iacute;tica em rela&ccedil;&atilde;o aos seus problemas de sa&uacute;de.Essa maneira de entender o processo de adoecimento, concede ao paciente e aos profissionais de sa&uacute;de uma vis&atilde;o mais abrangente e integral do problema. Dessa forma, n&atilde;o se fixa apenas na cura ou estabiliza&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a, mas cria-se a possibilidade de um cuidado empoderado, que permite &agrave; pessoa a aquisi&ccedil;&atilde;o de um conhecimento de si e daquilo que a cerca.O que &eacute; o empoderamento do paciente?O empoderamento do paciente pode ser entendido como um processo de capacita&ccedil;&atilde;o dos indiv&iacute;duos e comunidades perante o &acirc;mbito de sua pr&oacute;pria sa&uacute;de. Dessa forma, a pessoa consegue assumir maior controle sobre os fatores pessoais, socioecon&ocirc;micos e ambientais que afetam o seu bem estar.Trata-se de um processo transformador para auxiliar doentes, familiares e cuidadores a ganharem conhecimento. Sendo assim, tais sujeitos tamb&eacute;m fazem parte do processo de tomada de decis&atilde;o e possuem iniciativa quanto a pr&oacute;pria sa&uacute;de. Ent&atilde;o, ocorre uma apropria&ccedil;&atilde;o, junto com os profissionais da &aacute;rea, sobre qual o melhor caminho de enfrentamento da doen&ccedil;a.O empoderamento proporciona um maior di&aacute;logo entre os m&eacute;dicos e o paciente\/comunidade. Quando isso ocorre, &eacute; poss&iacute;vel indicar e identificar as necessidades que levam a uma interven&ccedil;&atilde;o em virtude do que &eacute; preciso ser feito, contando com o protagonismo desse sujeito doente para a promo&ccedil;&atilde;o de sua sa&uacute;de.LEIA MAIS: A influ&ecirc;ncia da alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel na sa&uacute;de mentalO paciente informado e familiarizado com sua condi&ccedil;&atilde;o de ser est&aacute; mais envolvido com o seu tratamento. Nesse sentido, sente-se mais seguro e esperan&ccedil;oso quanto a evolu&ccedil;&atilde;o do progn&oacute;stico de sua doen&ccedil;a.Propiciar o empoderamento do paciente &eacute; conhecer de perto os usu&aacute;rios, o contexto, as potencialidades e as adversidades, numa pr&aacute;tica de sa&uacute;de humanizada. Dessa forma, tal pr&aacute;tica est&aacute; focada tamb&eacute;m em determinantes sociais e objetivando uma intersetorialidade e interdisciplinaridade.A mudan&ccedil;a de paradigma permite pensar no adoecimento como um processo de sa&uacute;de como um todo, n&atilde;o tendo um olhar compartimentalizado e focado apenas numa parte do sujeito doente.A figura do paciente &ldquo;ativo&rdquo;Existem opini&otilde;es contr&aacute;rias que temem essas mudan&ccedil;as nas rela&ccedil;&otilde;es de poder dos profissionais da sa&uacute;de, pois seriam &ldquo;uma amea&ccedil;a&rdquo;. Entretanto, empoderar o paciente n&atilde;o significa tirar o poder desses profissionais, mas possibilitar que se tenha mais tempo para ouvir o paciente. Isto &eacute;, nesse &acirc;mbito &eacute; importante ir al&eacute;m do diagn&oacute;stico e tratamento, possibilitando que a pessoa tenha uma vida mais proativa e gratificante.Os pacientes n&atilde;o s&atilde;o mais &ldquo;passivos&rdquo;, pois est&atilde;o entendendo sua doen&ccedil;a ao desbravarem esse universo atrav&eacute;s do &ldquo;Dr. Google&rdquo;. Essa mudan&ccedil;a no processo de enfrentamento da doen&ccedil;a acaba com a antiga vis&atilde;o do &ldquo;m&eacute;dico-deus-todo-poderoso&rdquo;. Isso significa o fim do paternalismo m&eacute;dico e acrescenta a dissemina&ccedil;&atilde;o do conhecimento, transformando a sa&uacute;de\/doen&ccedil;a em um sistema mais democratizado.LEIA MAIS: Confira esses 5 exerc&iacute;cios que te ajudar&atilde;o a manter a sa&uacute;de mentalO modelo paternalista e tradicional da sa&uacute;de, que ignora as prefer&ecirc;ncias do paciente, muda o foco para prestar aten&ccedil;&atilde;o as necessidades e opini&otilde;es do indiv&iacute;duo. Nesse contexto, ele possui uma voz ativa dentro do procedimento m&eacute;dico.Com rela&ccedil;&atilde;o as doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas, o empoderamento do paciente &eacute; fundamental, afinal, elas dependem do autocuidado junto com o cuidado do profissional. Ao aprenderem a cuidar de si, esses portadores ter&atilde;o mais chance de se integrar a sociedade, pois eles ganham compet&ecirc;ncias necess&aacute;rias para reconhecerem sinais de alerta, tomarem rem&eacute;dios e decidir sobre os tratamentos mais adequados.Todas as pessoas, em algum momento da vida, tornam-se pacientes. Por isso, empoderar &eacute; uma interven&ccedil;&atilde;o educativa que aumenta a capacidade de escolher criticamente e agir autonomamente. O resultado do processo ocorre quando se alcan&ccedil;a um maior sentido de efic&aacute;cia.A tecnologia a favor do pacientePor muito tempo, os cuidados em sa&uacute;de foram submetidos a restri&ccedil;&otilde;es paternalistas no envolvimento do paciente. Isso acontece por conta das assimetrias da informa&ccedil;&atilde;o, pois o m&eacute;dico sabe muito mais que o paciente.Entretanto, a tecnologia aparece como uma forma de capacitar esse indiv&iacute;duo. Sendo assim, hoje as pessoas t&ecirc;m acesso, por smartphones, aos seus registros m&eacute;dicos e exames laboratoriais, al&eacute;m de conseguir realizar consultas virtuais.LEIA MAIS: Wearables: quando a tecnologia e sa&uacute;de andam juntasA tecnologia representa uma evolu&ccedil;&atilde;o na sa&uacute;de em rela&ccedil;&atilde;o ao empoderamento do paciente, pois este ser&aacute; impactado atrav&eacute;s de in&uacute;meras informa&ccedil;&otilde;es (smartphones, wearables, aplicativos de sa&uacute;de, etc.), o que representa uma revolu&ccedil;&atilde;o social na preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as.Al&eacute;m disso, a introdu&ccedil;&atilde;o desse componente permite que o adoecido tenha mais condi&ccedil;&otilde;es de entender sobre sua sa&uacute;de\/doen&ccedil;a, ser melhor ouvido pela equipe cl&iacute;nica e, consequentemente, ficar mais informado.Portanto, empoderar o paciente &eacute; contribuir efetivamente para que essas pessoas adquiram maior controle e poder sobre seus processos de tratamento. Sendo assim, ser&aacute; poss&iacute;vel aumentar a qualidade f&iacute;sica e ps&iacute;quica de cada um de n&oacute;s."},{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BreadcrumbList","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Blog","item":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/#breadcrumbitem"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"O empoderamento do paciente","item":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/empoderamento-do-paciente\/#breadcrumbitem"}]}]