[{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BlogPosting","@id":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/fases-do-luto\/#BlogPosting","mainEntityOfPage":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/fases-do-luto\/","headline":"Desvende as 5 fases do luto e como elas se manifestam","name":"Desvende as 5 fases do luto e como elas se manifestam","description":"A morte &eacute; inevit&aacute;vel. Sabemos desde cedo que uma hora ela ir&aacute; chegar, por&eacute;m n&atilde;o sabemos lidar com a fatalidade da humanidade. A dor do luto, ent&atilde;o, &eacute; uma quest&atilde;o que nos toca desde nossa exist&ecirc;ncia. Quando algu&eacute;m que amamos falece, perdemos o ch&atilde;o. N&atilde;o sabemos o que fazer. 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Sabemos desde cedo que uma hora ela ir&aacute; chegar, por&eacute;m n&atilde;o sabemos lidar com a fatalidade da humanidade. A dor do luto, ent&atilde;o, &eacute; uma quest&atilde;o que nos toca desde nossa exist&ecirc;ncia.Quando algu&eacute;m que amamos falece, perdemos o ch&atilde;o. N&atilde;o sabemos o que fazer. Assim, iniciamos o nosso processo de luto. Tristeza, raiva, ang&uacute;stia, saudade. Somos acometidos por um turbilh&atilde;o de emo&ccedil;&otilde;es.No entanto, aceitar a morte &eacute; uma tarefa dif&iacute;cil. O luto nos envolve em um estado de melancolia grande, nos leva a um caminho de reflex&atilde;o e desilus&atilde;o acerca da vida. Dessa forma, se n&atilde;o soubermos lidar com essa vasta gama de sentimentos, podemos cair no limbo da depress&atilde;o.Sabendo da dificuldade humana de entender o luto e a morte, a psiquiatra Kubler-Ross criou a teoria dos 5 est&aacute;gios do luto, que acreditava na padroniza&ccedil;&atilde;o dos est&aacute;gios do luto, mesmo que n&atilde;o linear.O modelo Kubler-RossAp&oacute;s fazer sucesso entre os acad&ecirc;micos, o modelo Kubler-Ross se tornou famoso mundialmente. Este, por sua vez, se popularizou por conter a teoria dos cinco est&aacute;gios de luto, que &eacute; originalmente parte do livro &ldquo;Sobre a morte e morrer&rdquo; de 1969.A literatura trata da rela&ccedil;&atilde;o de pacientes terminais com a morte e, por conta disso, muitos profissionais questionam as ideias de Kubler-Ross e sua teoria das cinco fases do luto, j&aacute; que n&atilde;o trabalharam no livro o conceito de luto em si.&nbsp;Entretanto, em 2004, a autora atualizou seu&nbsp; modelo e lan&ccedil;ou o livro &ldquo;On Grief and Grieving: Finding the Meaning of Grief Through the Five Stages&ldquo;. Nele, &eacute; poss&iacute;vel perceber a manuten&ccedil;&atilde;o dos est&aacute;gios do luto, por&eacute;m referentes, realmente, ao sentimento de tristeza pela morte de outra pessoa.Como as cinco fases do luto, Kubler-Ross apresenta a nega&ccedil;&atilde;o, a raiva, a negocia&ccedil;&atilde;o, a depress&atilde;o e a aceita&ccedil;&atilde;o como etapas. Vale ressaltar, entretanto, que elas n&atilde;o s&atilde;o paradas obrigat&oacute;rias em alguma linha do tempo da tristeza. N&atilde;o existe necessariamente uma ordem entre elas e nem todas as pessoas passam por todas as fases.&nbsp;Conhe&ccedil;a a TelavitaAs cinco fases do lutoNega&ccedil;&atilde;oNada faz sentido. Ficamos entorpecidos e entramos num estado de choque. N&atilde;o acreditamos que nunca mais veremos aquela pessoa novamente. N&atilde;o parece real. Por isso, n&atilde;o queremos acreditar. Negamos.A nega&ccedil;&atilde;o e o choque ajudam a lidar com o luto e tornam a sobreviv&ecirc;ncia poss&iacute;vel. O indiv&iacute;duo cria uma barreira ps&iacute;quica para que possa lidar o quanto consegue. Lidar com o luto nesse est&aacute;gio pode ser complicado, mas aceitar a realidade da perda &eacute; o primeiro passo para a cura.RaivaParentes, amigos, m&eacute;dicos e at&eacute; o pr&oacute;prio falecido. A indigna&ccedil;&atilde;o e a raiva da perda de um ente querido pode ser direcionada para qualquer pessoa. A raiva &eacute;, na verdade, a nossa dor interna. Nos sentimos abandonados por aquele que partiu.Esse sentimento aparece como um contraponto da nega&ccedil;&atilde;o. Sa&iacute;mos do &ldquo;nulo&rdquo; da perda para uma emo&ccedil;&atilde;o &ndash; mesmo que agressiva. Neste caso, sentir &eacute; fundamental para processar o acontecido. Logo, a raiva d&aacute; uma estrutura emocional tempor&aacute;ria ao vazio existencial deixado pela morte.Negocia&ccedil;&atilde;oA culpa, geralmente, acompanha esta fase. Come&ccedil;amos a pensar o que poder&iacute;amos ter feito de diferente para mudar o ocorrido. &ldquo;Se tiv&eacute;ssemos ido ao m&eacute;dico antes&hellip;&rdquo; ou &ldquo;se eu tivesse mais cuidado&hellip;&rdquo; s&atilde;o alguns pensamentos que podem surgir. Queremos, nesse contexto, negociar poss&iacute;veis mudan&ccedil;as e fazer promessas &ndash; muitas vezes ligados ao plano religioso.Nesse caso, fica claro como as fases do luto est&atilde;o conectadas e que n&atilde;o s&atilde;o necessariamente lineares. A etapa da negocia&ccedil;&atilde;o, muitas vezes, est&aacute; ligada diretamente com a nega&ccedil;&atilde;o, pois, por n&atilde;o aceitarmos bem essa perda, come&ccedil;amos a imaginar cen&aacute;rios hipot&eacute;ticos.Depress&atilde;oNessa etapa, somos assolados pela tristeza. O reconhecimento da perda traz profundas consequ&ecirc;ncias. Ficamos mais reflexivos e solit&aacute;rios. A melancolia toma conta dos dias e nos sentimos desconectados das pessoas.Vale ressaltar que essa depress&atilde;o por conta do luto n&atilde;o &eacute; a mesma da diagnosticada clinicamente. Sentir-se assim ap&oacute;s a morte de um ente querido &eacute; normal e &eacute; preciso certo tempo para processar melhor os sentimentos.Aceita&ccedil;&atilde;oA etapa da aceita&ccedil;&atilde;o &eacute; muitas vezes confundida com a no&ccedil;&atilde;o de &ldquo;estar bem&rdquo;&nbsp; com o que aconteceu. Entretanto, este est&aacute;gio trata de aceitar a realidade de que aquele ente querido est&aacute; fisicamente ausente. Compreender que essa nova realidade &eacute; a realidade permanente &eacute; dif&iacute;cil, por&eacute;m essencial nesse processo.Luto eterno n&atilde;o existe. Claro, podemos ficar tristes quando lembramos de uma pessoa pr&oacute;xima que partiu h&aacute; muito tempo, isso &eacute; normal. Por&eacute;m, o luto serve para reorganizarmos nossas emo&ccedil;&otilde;es e lidar com o fato de que ela n&atilde;o voltar&aacute; &ndash; e, tudo bem, isso faz parte da vida!LEIA MAIS: 7 dicas para superar o lutoComo lidar com a morte?A morte faz t&atilde;o parte da vida quanto o pr&oacute;prio viver. No entanto, ainda &eacute; um tabu falar sobre ela e, justamente por n&atilde;o falarmos, nos assustamos tanto quando ela acontece. Nossa vida &eacute; passageira, e por mais que n&atilde;o saibamos quase nada sobre morrer, sabemos que o destino de todos n&oacute;s um dia ser&aacute; esse.Dessa forma, tratar o assunto como uma parte necess&aacute;ria da nossa trajet&oacute;ria &eacute; extremamente importante. Morrer &eacute; um processo natural e nada que conhecemos dura para sempre. Logo, a transitoriedade das coisas &eacute; real, e quanto mais cedo aceitarmos que ela &eacute; um fato, melhor &eacute; para os nossos mecanismos ps&iacute;quicos frente aos desafios da morte.Considerando os aspectos apresentados, aprender a lidar com a morte &eacute; um dos exerc&iacute;cios humanos que faz-se imprescind&iacute;vel para uma sa&uacute;de mental est&aacute;vel. Por mais que seja dif&iacute;cil, &eacute; importante. Amamos e nos apegamos ao pr&oacute;ximo, mas negligenciamos que somos apenas humanos, sujeitos a toda e qualquer mudan&ccedil;a que a vida nos propor.Sabendo disso, nossa especialista S&ocirc;nia Pittigliani resolveu falar um pouco mais sobre o assunto. Confira abaixo os aspectos do luto e dicas de como lidar com este per&iacute;odo dif&iacute;cil:"},{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BreadcrumbList","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Blog","item":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/#breadcrumbitem"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Desvende as 5 fases do luto e como elas se manifestam","item":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/fases-do-luto\/#breadcrumbitem"}]}]