[{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BlogPosting","@id":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/geracao-x-saude-mental\/#BlogPosting","mainEntityOfPage":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/geracao-x-saude-mental\/","headline":"Como est\u00e1 a sa\u00fade mental da gera\u00e7\u00e3o X?","name":"Como est\u00e1 a sa\u00fade mental da gera\u00e7\u00e3o X?","description":"Quando falamos de problemas psicol&oacute;gicos, logo remetemos a problemas como depress&atilde;o, ansiedade e outras doen&ccedil;as ligadas a sa&uacute;de mental que vem afetando a popula&ccedil;&atilde;o. Com o avan&ccedil;o da internet e da transforma&ccedil;&atilde;o digital, esse &eacute; um tema muito discutido pelos nascidos na gera&ccedil;&atilde;o Millenial, por ser um assunto muito em pauta nos &uacute;ltimos anos. 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Humildemente, reconheceu que eu poderia ocupar a Escala de Servi\u00e7o como titular e como eu o sucedia em dois dias, me perguntou se mensagens (de telex) sem urg\u00eancia poderia eu transmitir em meu turno: concordei, afinal eu j\u00e1 entendia as limita\u00e7\u00f5es que a velhice traz! Nos \u00faltimos anos da minha carreira profissional e, com forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica em Administra\u00e7\u00e3o, ou\u00e7o de colegas com menos de 40 anos e contratados como n\u00edvel superior se definirem como Operacionais, mas com fun\u00e7\u00e3o de chefia! Em janeiro recebi um email, de uma colega, com anexos, em que a reda\u00e7\u00e3o era \"simples\" para um assunto t\u00e9cnico e dados que se reportavam aos anexos, com desaten\u00e7\u00e3o dela, na hora de mera transcri\u00e7\u00e3o! Em suma, no meu ponto de vista, falta hoje o ouvir a gera\u00e7\u00e3o X: quando, ontem, o jornal divulgou que o Itamaraty encaminhou mensagem telegr\u00e1fica, quantos devem ter ido ao \"Google\"! Em toda a viv\u00eancia (exist\u00eancia), sempre \u00e9 tempo de aprender e ensinar; interagir!","author":{"@type":"Person","name":"Geraldo","url":""}}],"about":["Envelhecer"],"wordCount":829,"articleBody":"Quando falamos de problemas psicol&oacute;gicos, logo remetemos a problemas como depress&atilde;o, ansiedade e outras doen&ccedil;as ligadas a sa&uacute;de mental que vem afetando a popula&ccedil;&atilde;o.Com o avan&ccedil;o da internet e da transforma&ccedil;&atilde;o digital, esse &eacute; um tema muito discutido pelos nascidos na gera&ccedil;&atilde;o Millenial, por ser um assunto muito em pauta nos &uacute;ltimos anos.Por&eacute;m, pouco se fala em como a gera&ccedil;&atilde;o X, os nascidos entre 1960 e 1970, enfrenta tais problemas. Afinal, eles n&atilde;o tinham o mesmo acesso a informa&ccedil;&otilde;es e debates sobre sa&uacute;de mental como temos hoje em dia. Ent&atilde;o, como lidam com as quest&otilde;es emocionais?Encontre seu psic&oacute;logo onlineComo est&aacute; a sa&uacute;de mental da gera&ccedil;&atilde;o X?De acordo com o Centro para Controle e Preven&ccedil;&atilde;o de Doen&ccedil;as, cerca de 30% dos adultos americanos apresentam sintomas que atendem aos crit&eacute;rios para um transtorno de ansiedade. Antes da pandemia, esse n&uacute;mero era de 19%.Al&eacute;m disso, uma pesquisa realizada pela Universidade de S&atilde;o Paulo (USP) em 11 pa&iacute;ses, descobriu que o Brasil &eacute; o pa&iacute;s com mais casos de ansiedade (63%) e depress&atilde;o (59%).Por conta disso, &eacute; fundamental que esse tema seja tratado em diversas rodas de conversa, em meios de comunica&ccedil;&atilde;o e abertamente falado dentro das fam&iacute;lias. Afinal, somente assim, ser&aacute; poss&iacute;vel saber quais passos seguir e qual doen&ccedil;a est&aacute; atrelada ao momento vivido.Ali&aacute;s, &eacute; interessante observar que muitas pessoas da gera&ccedil;&atilde;o X n&atilde;o conseguem identificar os sintomas de quest&otilde;es mentais. Dessa forma, possuem dificuldade em analisar a si mesmos e reconhecer sinais de ansiedade, s&iacute;ndrome do p&acirc;nico e depress&atilde;o, por exemplo.Sinais de problemas de sa&uacute;de mentalVale lembrar que os problemas de sa&uacute;de mental come&ccedil;am de forma leve. Ent&atilde;o, qualquer altera&ccedil;&atilde;o no comportamento, por menor que seja, deve ser levada em considera&ccedil;&atilde;o.Sendo assim, devemos ficar atentos aos sinais que demonstramos durante a rotina. Al&eacute;m disso, tente procurar saber qual a raiz do problema e por que isso nos afeta tanto. Essas quest&otilde;es s&atilde;o fundamentais para conseguirmos buscarmos ajuda desde o in&iacute;cio.LEIA MAIS: Por que temos medo de envelhecer?A mudan&ccedil;a no comportamento &eacute; um dos primeiros sinais que a pessoa demonstra de que n&atilde;o est&aacute; bem. Dessa forma, fique atento para mudan&ccedil;as bruscas no consumo de alimentos, abuso de &aacute;lcool, irrita&ccedil;&atilde;o por problemas pequenos e na verbaliza&ccedil;&atilde;o sobre o sentido da vida.Nesses casos, as pessoas insistem em se manter afastadas e sem di&aacute;logo. Entretanto, lembre-se que a conversa e a compreens&atilde;o s&atilde;o de extrema import&acirc;ncia para identificar o que est&aacute; causando esses sintomas e come&ccedil;ar a recupera&ccedil;&atilde;o.Conhe&ccedil;a a TelavitaComo ajudar a gera&ccedil;&atilde;o X a cuidar da sa&uacute;de mentalApesar de refor&ccedil;armos a import&acirc;ncia da conversa sobre o tema, para a gera&ccedil;&atilde;o X, falar sobre os pr&oacute;prios sentimentos pode ser um desafio. Diante disso, n&atilde;o fa&ccedil;a julgamentos e esteja por perto.Nesse momento, pode ser interessante sugerir a procura por um profissional, mas n&atilde;o pare somente nisso. Ajude na escolha, incentive a ida a terapias e reforce a import&acirc;ncia de um tratamento cont&iacute;nuo.&Eacute; fundamental tamb&eacute;m demonstrar confian&ccedil;a para que a pessoa procure ajuda sem receio de julgamentos. Com isso, ela ir&aacute; enfrentar o medo que ainda tem de admitir que precisa de cuidados psicol&oacute;gicos. A sa&uacute;de mental ainda &eacute; vista com muito estigma pelas pessoas e, por isso, elas resistem na busca por tratamentos.LEIA MAIS: Crise de idade: o que &eacute; e como lidar com elaPor fim, sempre demonstre apoio e ajude a gera&ccedil;&atilde;o X a perceber que ela possui uma rede de suporte para conversas. Participe de todo o processo, assim, ser&aacute; poss&iacute;vel perceber que existem pessoas realmente interessadas em ajudar na procura por solu&ccedil;&otilde;es.Esse &eacute; um tema delicado e que muitas vezes pode n&atilde;o ser bem recepcionado. Entretanto, nunca deixe de demonstrar empatia e compreens&atilde;o, pois esse pode ser o come&ccedil;o para a recupera&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de mental.Agende agora uma consulta com psic&oacute;logo"},{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BreadcrumbList","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Blog","item":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/#breadcrumbitem"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Como est\u00e1 a sa\u00fade mental da gera\u00e7\u00e3o X?","item":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/geracao-x-saude-mental\/#breadcrumbitem"}]}]