[{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BlogPosting","@id":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/impacto-psicologico-do-cancer\/#BlogPosting","mainEntityOfPage":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/impacto-psicologico-do-cancer\/","headline":"Saiba mais sobre o impacto do c\u00e2ncer e da import\u00e2ncia do tratamento psicol\u00f3gico","name":"Saiba mais sobre o impacto do c\u00e2ncer e da import\u00e2ncia do tratamento psicol\u00f3gico","description":"Quem luta contra o c&acirc;ncer, luta contra a pr&oacute;pria mente. 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Al&eacute;m dos sintomas f&iacute;sicos extremamente severos e os efeitos colaterais exaustivos dos medicamentos e procedimentos que auxiliam na batalha contra a doen&ccedil;a, a nossa sa&uacute;de mental tamb&eacute;m &eacute; impactada com o diagn&oacute;stico. &Eacute; nela que moram os medos, a instabilidade emocional, e o poss&iacute;vel nascimento de outras doen&ccedil;as, como a ansiedade e a depress&atilde;o. Mas, apesar das possibilidades do mal se expandir, a mente tamb&eacute;m pode ser uma grande arma para derrotar a enfermidade.Segundo a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS), a cada ano 8,8 milh&otilde;es de pessoas morrem de c&acirc;ncer, a maioria em pa&iacute;ses de baixa e m&eacute;dia renda. A OMS ainda divulgou os seguintes dados: &ldquo;O c&acirc;ncer &eacute; atualmente respons&aacute;vel por uma em cada seis mortes no mundo. Mais de 14 milh&otilde;es de pessoas desenvolvem c&acirc;ncer todos os anos, e esse n&uacute;mero deve subir para mais de 21 milh&otilde;es de pessoas em 2030.&rdquo; O que &eacute; o c&acirc;ncer?O Instituto Nacional de C&acirc;ncer (Inca) define c&acirc;ncer como &ldquo;um conjunto de mais de 100 doen&ccedil;as que t&ecirc;m em comum o crescimento desordenado (maligno) de c&eacute;lulas que invadem os tecidos e &oacute;rg&atilde;os, podendo espalhar-se (met&aacute;stase) para outras regi&otilde;es do corpo. Dividindo-se rapidamente, estas c&eacute;lulas tendem a ser muito agressivas e incontrol&aacute;veis, determinando a forma&ccedil;&atilde;o de tumores (ac&uacute;mulo de c&eacute;lulas cancerosas) ou neoplasias malignas. Por outro lado, um tumor benigno significa simplesmente uma massa localizada de c&eacute;lulas que se multiplicam vagarosamente e se assemelham ao seu tecido original, raramente constituindo um risco de vida.&rdquo;Tipos de c&acirc;ncerDe acordo com os dados da OMS, &ldquo;o c&acirc;ncer &eacute; uma das principais causas de morte no mundo, sendo respons&aacute;vel por cerca de 9,6 milh&otilde;es de mortes em 2018.&rdquo;Os tipos de c&acirc;ncer mais comuns s&atilde;o:C&acirc;ncer de pulm&atilde;o (2,09 milh&otilde;es de casos)C&acirc;ncer de mama (2,09 milh&otilde;es de casos)C&acirc;ncer colorretal (1,8 milh&atilde;o de casos)C&acirc;ncer de pr&oacute;stata (1,28 milh&atilde;o de casos)C&acirc;ncer de pele n&atilde;o-melanoma (1,04 milh&atilde;o de casos)C&acirc;ncer de est&ocirc;mago (1,03 milh&atilde;o de casos)Mas, a doen&ccedil;a ataca outros &oacute;rg&atilde;os e aparece em diferentes formas:C&acirc;ncer de boca;C&acirc;ncer de f&iacute;gado;C&acirc;ncer de intestino;C&acirc;ncer de es&ocirc;fago;C&acirc;ncer de bexiga;C&acirc;ncer de colo de &uacute;tero;C&acirc;ncer de c&oacute;lon e reto;Leucemias;Sarcomas;Entre outros.OncologiaA palavra vem do grego &ldquo;onkos&rdquo; (onco) e significa massa, volume, tumor. J&aacute; &ldquo;logia&rdquo;, significa estudo, ou seja, oncologia &eacute; o estudo dos tumores. Esse ramo da ci&ecirc;ncia m&eacute;dica se dedica a estudar o desenvolvimento do c&acirc;ncer no organismo e o tratamento para cada caso.Atualmente tem se debatido muito a abordagem da ci&ecirc;ncia quanto ao tratamento do c&acirc;ncer. O objetivo &eacute; tratar o &oacute;rg&atilde;o afetado pelo tumor, mas acabamos esquecendo de que o &oacute;rg&atilde;o n&atilde;o vem sozinho. Existe uma pessoa ali, e entende-se que &eacute; fundamental o tratamento do ser como um todo para que os resultados sejam mais eficazes e saud&aacute;veis tanto para o corpo, quanto para a mente. Foi pensando nisso que surgiu a Psico-oncologia.Um pouco de hist&oacute;riaQuem pensa que os estudos sobre o c&acirc;ncer s&atilde;o relativamente novos, se enganou. Entre 460 e 370 a.C, viveu Hip&oacute;crates, considerado o &ldquo;pai da medicina&ldquo;. Foi ele quem utilizou a nomenclatura &ldquo;c&acirc;ncer&rdquo; pela primeira vez, al&eacute;m de &ldquo;carcinos&rdquo; e &ldquo;carcinomas&rdquo; para algumas manifesta&ccedil;&otilde;es de tumores.&nbsp;Em seguida,&nbsp; entre 130 e 200 d.C., o m&eacute;dico romano Galeno se destacou no no tratamento do c&acirc;ncer.&nbsp; Foi a partir de suas pesquisas que o c&acirc;ncer foi compreendido, na &eacute;poca, como incur&aacute;vel. Ele tamb&eacute;m realizou estudos que demonstravam a liga&ccedil;&atilde;o entre desequil&iacute;brios emocionais e psicol&oacute;gicos com o aparecimento da doen&ccedil;a.Os estudos dos psicanalistas Freud e Jung acerca da conex&atilde;o dos acontecimentos ps&iacute;quicos e suas consequ&ecirc;ncias org&acirc;nicas fez com que, em 1939, a &aacute;rea da Medicina Psicossom&aacute;tica fosse fundada. A partir da&iacute;, especialistas lutaram cada vez mais para que os estudos psicol&oacute;gicos atrelados aos fisiol&oacute;gicos andassem cada vez mais juntos.Foi na d&eacute;cada de 70 que a Associa&ccedil;&atilde;o Americana de Psicologia criou a divis&atilde;o de Psicologia da Sa&uacute;de, o que consolidou ainda mais os estudos nessa &aacute;rea.Psico-oncologiaAs remotas pesquisas de Galeno, Freud, Jung e tantos outros especialistas que, desde os prim&oacute;rdios j&aacute; se preocupavam com a amea&ccedil;a do c&acirc;ncer,&nbsp; contribu&iacute;ram para o surgimento da oncologia, e, consequentemente, da psico-oncologia.Em entrevista ao Instituto Oncoguia, a Dra. Regina Liberato, presidente da Sociedade Brasileira de Psico-Oncologia (SBPO), explica: &ldquo;A psico-oncologia entende que n&atilde;o h&aacute; uma pessoa cuidada, mas uma unidade de cuidados. Porque n&atilde;o &eacute; s&oacute; o paciente que sofre. &Eacute; o paciente, a fam&iacute;lia e sua equipe de cuidados. &ldquo;O primeiro congresso de psico-oncologia no Brasil aconteceu em 1994 e significou a conex&atilde;o entre v&aacute;rias &aacute;reas da sa&uacute;de cujo objetivo era um s&oacute;: ampliar os tratamentos do c&acirc;ncer e visar o bem-estar do paciente e seus familiares.&nbsp;Liberato complementa: &ldquo;Hoje a &aacute;rea ainda tem a ver com produ&ccedil;&atilde;o interdisciplinar, mas tamb&eacute;m se preocupa com a implanta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os e pesquisas, por exemplo. A &aacute;rea &eacute; ampla e muitas vezes confundida com a psicologia relacionada &agrave; oncologia. Mas n&atilde;o &eacute; isso. S&atilde;o todos os setores que demandam aspectos psicossociais, relacionados &agrave; oncologia: Fisioterapia, medicina, fonoaudiologia, psicologia, psiquiatria, enfermagem, pedagogia, assist&ecirc;ncia social, advocacy, cl&iacute;nica da dor, psiquiatria, assist&ecirc;ncia espiritual, voluntariado (&hellip;). S&atilde;o pessoas que, de alguma maneira, se relacionam com o c&acirc;ncer, direta ou indiretamente (pacientes, fam&iacute;lia, profissionais de sa&uacute;de, cuidadores formais ou informais) e que lidam com aspectos psicossociais envolvidos nessa demanda, de enfrentamento do c&acirc;ncer.&rdquo;Impacto psicol&oacute;gico do c&acirc;ncerO nome assusta: &ldquo;c&acirc;ncer&rdquo;. N&atilde;o tem como pronunciar essas palavras sem ser tomado pela sua atmosfera negativa. Por anos, a aura quase de senten&ccedil;a de morte acompanhava o termo, mas gra&ccedil;as aos avan&ccedil;os tecnol&oacute;gicos, hoje as perspectivas s&atilde;o muito melhores quanto ao tratamento da doen&ccedil;a.Ainda assim, o paciente diagnosticado precisa lidar com in&uacute;meros questionamentos e pensamentos: o medo da morte, o sofrimento, o processo dos tratamentos, os efeitos dos medicamentos, a rea&ccedil;&atilde;o das pessoas, o impacto em sua vida&hellip;tudo isso e muito mais passa na cabe&ccedil;a de quem recebeu a not&iacute;cia.&Eacute; preciso muito cuidado ao lidar com&nbsp; paciente rec&eacute;m-diagnosticado. O modo como a not&iacute;cia &eacute; dada pelo m&eacute;dico &eacute; fundamental no processo de aceita&ccedil;&atilde;o e de como a pessoa vai lidar com a condi&ccedil;&atilde;o.&nbsp;Por que &eacute; importante manter a mente saud&aacute;vel no tratamento do c&acirc;ncer?A pesquisa &ldquo;Psico-Oncologia: um novo olhar para o c&acirc;ncer&rdquo;, realizada por&nbsp;Maria Teresa Veit e Vicente Augusto de Carvalho, do Centro Universit&aacute;rio S&atilde;o Camilo, responde a pergunta: &ldquo;Sofrimento emocional muitas vezes leva a pior evolu&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a, porque pode prejudicar a ades&atilde;o aos tratamentos. Por outro lado, situa&ccedil;&otilde;es prolongadas de estressefrequentemente resultam em funcionamento inadequado dosistema imunol&oacute;gico, o aparato natural de defesa de nosso organismo. Nesse caso, este passa a ser menos eficaz em sua a&ccedil;&atilde;o de reconhecimento e elimina&ccedil;&atilde;o de elementos estranhos ao organismo, por exemplo, c&eacute;lulas malignas em forma&ccedil;&atilde;o.Tratamento do c&acirc;ncerExistem diversos tipos de c&acirc;ncer, portanto, diferentes formas de tratamento para cada caso. Os mais comuns s&atilde;o:Imunoterapia;Hormonioterapia;Quimioterapia;Radioterapia;Para qualquer um desses tratamentos, ali&aacute;-los ao acompanhamento psicol&oacute;gico &eacute; fundamental para, como j&aacute; explicamos, a cura do todo, e n&atilde;o s&oacute; do &oacute;rg&atilde;o afetado pela doen&ccedil;a. Caso tenha sido diagnosticado com c&acirc;ncer ou tenha um amigo ou familiar passando pelo tratamento, agende uma consulta com um psic&oacute;logo no nosso site!"},{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BreadcrumbList","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Blog","item":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/#breadcrumbitem"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Saiba mais sobre o impacto do c\u00e2ncer e da import\u00e2ncia do tratamento psicol\u00f3gico","item":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/impacto-psicologico-do-cancer\/#breadcrumbitem"}]}]