[{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BlogPosting","@id":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/maternidade-e-trabalho\/#BlogPosting","mainEntityOfPage":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/maternidade-e-trabalho\/","headline":"Maternidade e trabalho: aspectos que a sua empresa precisa estar atenta","name":"Maternidade e trabalho: aspectos que a sua empresa precisa estar atenta","description":"Maternidade e trabalho s&atilde;o elementos que dizem respeito ao universo corporativo e que precisam de mais aten&ccedil;&atilde;o das gest&otilde;es empresariais. Isso pois, ainda h&aacute; muitas d&uacute;vidas sobre o que &eacute; necess&aacute;rio fazer quando uma funcion&aacute;ria se torna gestante. 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Isso pois, ainda h&aacute; muitas d&uacute;vidas sobre o que &eacute; necess&aacute;rio fazer quando uma funcion&aacute;ria se torna gestante.No mercado de trabalho, infelizmente estar gr&aacute;vida ainda pode ser um sinal de perigo para a carreira profissional das mulheres. Diante disso, muitas empresas n&atilde;o gostam de ter que arcar para manter gestantes na empresa e optam pelas demiss&otilde;es ap&oacute;s licen&ccedil;a.&nbsp;O que as empresas precisam cumprir?Por lei, toda empresa deve garantir estabilidade no emprego para as gestantes at&eacute; cinco meses ap&oacute;s o parto. Logo, a demiss&atilde;o s&oacute; pode acontecer se houver justa causa. Ainda, a gestante tem direito a uma licen&ccedil;a-maternidade remunerada de 120 dias, que pode ser prorrogada por mais 60 dias em casos de ado&ccedil;&atilde;o ou de nascimento de mais de um filho.Vale salientar que, n&atilde;o s&atilde;o as empresas que pagam a licen&ccedil;a maternidade, e sim o INSS. Contudo, o&nbsp;que pode acontecer &eacute;, a organiza&ccedil;&atilde;o precisar substituir a funcion&aacute;ria gestante no tempo que ela estiver de licen&ccedil;a e ter custos extras com o pagamento do sal&aacute;rio da funcion&aacute;ria substituta.Dessa maneira, no que cabe &agrave; empresa sobre os cuidados especiais para a profissional gestante, &eacute; interessante que seja oferecido intervalos para descanso, diminui&ccedil;&atilde;o das fun&ccedil;&otilde;es para que a sa&uacute;de mental da gr&aacute;vida esteja bem e garantir atendimento m&eacute;dico para a mesma durante a gravidez.A demiss&atilde;o de gestantes no BrasilAlgumas empresas, ao saber que uma funcion&aacute;ria est&aacute; gr&aacute;vida, realiza a demiss&atilde;o imediatamente, contrariando as leis vigentes no pa&iacute;s. Sendo assim, &eacute; comum que os gestores relacionem a gesta&ccedil;&atilde;o e maternidade &agrave; improdutividade.De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) do Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego, em 2020, o n&uacute;mero de mulheres gr&aacute;vidas demitidas sem justa causa foi de 17.785. Ainda, no Brasil, 48% das mulheres s&atilde;o demitidas ap&oacute;s a licen&ccedil;a maternidade.&nbsp;Contudo, isso se deve ao fato de que, h&aacute; a cren&ccedil;a de que ap&oacute;s a gesta&ccedil;&atilde;o, ou at&eacute; mesmo durante a mesma, a funcion&aacute;ria se torna menos produtiva e mais ineficiente do que uma colaboradora que n&atilde;o est&aacute; passando, ou passou pela gesta&ccedil;&atilde;o e se tornou m&atilde;e.Demitir n&atilde;o &eacute; uma escolha inteligenteContra fatos, n&atilde;o h&aacute; argumentos. A maternidade &eacute; carregada de desafios di&aacute;rios e o preconceito contra as gestantes no mercado de trabalho s&oacute; agrava a situa&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico feminino dentro das empresas.Quando estamos passando por processos dif&iacute;ceis, ficamos menos produtivos, isso &eacute; verdade. Por&eacute;m, a maternidade s&oacute; se torna um problema para o desempenho no trabalho quando as empresas n&atilde;o apoiam as colaboradoras.Portanto, se houvesse apoio &agrave;s gestantes nas organiza&ccedil;&otilde;es, as mulheres gr&aacute;vidas ficariam menos ansiosas e preocupadas em perder o seu emprego, se sentiriam motivadas e consequentemente, seriam mais produtivas.Entretanto, o que acontece &eacute; a escolha pela demiss&atilde;o dessas mulheres. O que as empresas esquecem, ou ignoram, &eacute; que uma alta taxa de turnover pode ser muito mais prejudicial e custosa do que manter e engajar mulheres gr&aacute;vidas nas empresas.&nbsp;O dever das empresas para a concilia&ccedil;&atilde;o da maternidade e trabalhoQuando n&oacute;s demitimos um funcion&aacute;rio precisamos arcar com novos processos seletivos, pagamentos extras e a integra&ccedil;&atilde;o de novos talentos que ainda n&atilde;o conhecem o funcionamento da corpora&ccedil;&atilde;o.Visto isso, todo esse processo exige recursos financeiros e disponibilidade para treinar e capacitar novos colaboradores. Logo, n&atilde;o &eacute; um caminho inteligente e nem mesmo recomendado. Uma mulher gr&aacute;vida &eacute; perfeitamente capaz de desempenhar o seu papel da mesma forma que uma colaboradora que n&atilde;o est&aacute; na condi&ccedil;&atilde;o. Para isso:Ofere&ccedil;a descansos no diaOs descansos entre uma atividade e outra ajudam a gestante a n&atilde;o ficar estressada e conseguir manter sua produtividade normalmente. Logo, as pausas s&atilde;o necess&aacute;rias para ter um desempenho melhor na realiza&ccedil;&atilde;o das tarefas.Se poss&iacute;vel, autorize o home-officeExistem trabalhos que podem ser realizados de casa. No entanto, se a sua empresa puder disponibilizar home-office para quem est&aacute; gr&aacute;vida, &eacute; uma &oacute;tima alternativa para manter a sa&uacute;de f&iacute;sica e mental da gestante em dia.Seja flex&iacute;velN&atilde;o seja o tipo de chefe que possui as certezas cravadas em pedra. Seja flex&iacute;vel e pratique a empatia com suas colaboradoras. A gravidez pode alterar os horm&ocirc;nios e causar desconfortos como enj&ocirc;o e dores recorrentes. Sendo assim, seja compreens&iacute;vel com esses fatos.Invista em benef&iacute;cios para a maternidadeAl&eacute;m das pr&aacute;ticas no dia a dia, invista em oferecer benef&iacute;cios para as novas m&atilde;es da empresa. Aux&iacute;lio creche &eacute; uma &oacute;tima alternativa para as colaboradoras terem a possibilidade de trabalhar enquanto desfrutam da maternidade. E ainda, disponibilizar consultas com psic&oacute;logos online tamb&eacute;m &eacute; um &oacute;timo caminho.A Telavita pode te ajudar nessa jornadaPromover o bem-estar psicol&oacute;gico para os funcion&aacute;rios &eacute; essencial. Al&eacute;m de incentivar a produtividade e maior qualidade nas entregas, possibilita o sentimento de pertencimento a empresa e consequentemente, ajuda a alavancar os processos.A Telavita sabe da import&acirc;ncia do bem-estar emocional. Visto isso, criamos um Programa de Sa&uacute;de Emocional que monitora os n&iacute;veis de ansiedade, depress&atilde;o e estresse no ambiente de trabalho. Al&eacute;m disso, disponibilizamos um cat&aacute;logo de psic&oacute;logos que ficam &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o do colaborador.Com a utiliza&ccedil;&atilde;o do Programa de Sa&uacute;de Emocional voc&ecirc; passa a ter uma empresa saud&aacute;vel e refer&ecirc;ncia no mercado. Seu turnover abaixa, os absente&iacute;smos caem e o ROI se torna maior. Para a maternidade e trabalho &eacute; essencial. Incentive e preste apoio para suas colaboradoras da melhor forma.Saiba mais sobre o Programa de Sa&uacute;de Emocional"},{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BreadcrumbList","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Blog","item":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/#breadcrumbitem"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Maternidade e trabalho: aspectos que a sua empresa precisa estar atenta","item":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/maternidade-e-trabalho\/#breadcrumbitem"}]}]