[{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BlogPosting","@id":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/mecanismos-de-defesa-do-ego\/#BlogPosting","mainEntityOfPage":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/mecanismos-de-defesa-do-ego\/","headline":"Os mist\u00e9rios do Ego: mecanismos de defesa","name":"Os mist\u00e9rios do Ego: mecanismos de defesa","description":"Todos n&oacute;s j&aacute; fizemos uso de algum deles. Conhe&ccedil;a mais sobre os mecanismos de defesa do ego e como eles atuam nas nossas vidas. S&eacute;culos de estudos sobre estrelas, planetas e gal&aacute;xias ainda n&atilde;o refletem a imensid&atilde;o do que ainda n&atilde;o sabemos, do que ainda n&atilde;o descobrimos. 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Conhe&ccedil;a mais sobre os mecanismos de defesa do ego e como eles atuam nas nossas vidas.S&eacute;culos de estudos sobre estrelas, planetas e gal&aacute;xias ainda n&atilde;o refletem a imensid&atilde;o do que ainda n&atilde;o sabemos, do que ainda n&atilde;o descobrimos. Incont&aacute;veis fen&ocirc;menos c&oacute;smicos est&atilde;o acontecendo agora, nesse segundo, enquanto voc&ecirc; l&ecirc; este artigo. Cercado de mist&eacute;rios, o universo sempre mexeu com o nosso imagin&aacute;rio.Mas n&atilde;o precisamos ir t&atilde;o longe para mergulhar na vastid&atilde;o do cosmos, afinal, cada c&eacute;rebro humano constitui um universo particular t&atilde;o profundo quanto aquele que est&aacute; sob n&oacute;s. O astr&ocirc;nomo americano Carl Sagan sabia disso. Para ele, &ldquo;N&oacute;s somos, cada um de n&oacute;s, um pequeno universo&rdquo;. E, nesse pequeno universo, in&uacute;meros fen&ocirc;menos t&atilde;o grandiosos como o nascimento de uma estrela acontecem.Agende agora uma consulta com psic&oacute;logoA psicologia &eacute; o ramo da ci&ecirc;ncia que investiga a mente humana. A infinidade de conex&otilde;es que o pensamento realiza, assim como as motiva&ccedil;&otilde;es, desdobramentos e cria&ccedil;&otilde;es que surgem dela, fazem do nosso c&eacute;rebro um cosmos perfeito. Sigmund Freud &eacute; um dos grandes nomes da psicologia, pois desbravou como ningu&eacute;m os mist&eacute;rios da mente. Foi ele que se aprofundou no conceito de inconsciente, que, na propor&ccedil;&atilde;o c&oacute;smica, foi o mesmo que acessar o lado escuro da Lua, o lado que n&atilde;o pode ser visto da Terra, a face inacess&iacute;vel.A partir disso, ele descobriu que muitos pensamentos e atitudes humanas s&atilde;o pautados pelo inconsciente, e, para acessar essa camada oculta, prop&ocirc;s a livre associa&ccedil;&atilde;o e interpreta&ccedil;&atilde;o de sonhos em busca da compreens&atilde;o do todo. A fim de conhecer melhor essas camadas, o pai da psican&aacute;lise desenvolveu um modelo estrutural da personalidade, e organizou o aparelho ps&iacute;quico em tr&ecirc;s estruturas: ID, ego e superego. Cada qual &eacute; respons&aacute;vel por um aspecto da personalidade humana.ID: Esse &eacute; o aspecto da personalidade associado aos instintos. Ele funciona como uma fonte ps&iacute;quica que opera atrav&eacute;s de puls&otilde;es e desejos inconscientes. &Eacute; dele a solu&ccedil;&atilde;o imediata para situa&ccedil;&otilde;es de tens&atilde;o, por&eacute;m exclui a l&oacute;gica, valores e moral. &Eacute; o impulso org&acirc;nico que a mente produz, sempre em busca da obten&ccedil;&atilde;o do prazer.Ego: Diferentemente do que ocorre no ID, o ego &eacute; a parte racional da nossa personalidade e controla os instintos. Ele &eacute; o filtro mediador e balanceador entre o ID e os est&iacute;mulos externos. Enquanto o ID funciona &agrave; base primitiva do desejo, o Ego opera no que &eacute; real, e busca satisfazer os desejos atrav&eacute;s de um objeto apropriado.Superego: Aqui, o ID encontrou o seu oposto no que diz respeito aos valores morais. &Eacute; dever do superego trabalhar para que a perfei&ccedil;&atilde;o seja atingida atrav&eacute;s do que &eacute; correto perante a sociedade. &Eacute; fun&ccedil;&atilde;o do superego reprimir impulsos contr&aacute;rios &agrave;s regras. &ldquo;O superego tem o pensamento dualista (tudo ou nada, certo ou errado, sem meio-termo) e est&aacute; sempre em conflito com o id&rdquo;, explica o SBie (Sociedade Brasileira de Intelig&ecirc;ncia Emocional)Mecanismos de defesaPela primeira vez, uma sonda conseguiu pousar no lado oculto da Lua com sucesso. O feito, que ocorreu em janeiro de 2019, abre caminho para novas pesquisas nessa regi&atilde;o inexplorada e misteriosa do sat&eacute;lite natural. Descobrir o que era, at&eacute; ent&atilde;o, obscuro, traz &agrave; luz o conhecimento necess&aacute;rio para que o todo seja melhor compreendido.Assim como a hist&oacute;rica miss&atilde;o ao lado oculto da Lua, Freud tamb&eacute;m realizou a pr&oacute;pria expedi&ccedil;&atilde;o ao lado oculto da mente: o inconsciente. Ele conseguiu mergulhar profundamente nas estruturas do Ego, ID e Superego. Freud e os mecanismos de defesa do ego foram um marco na compreens&atilde;o da atitudes, pensamentos e emo&ccedil;&otilde;es que fazem os indiv&iacute;duos se comportarem de determinada maneira.Conhe&ccedil;a a TelavitaO que s&atilde;o mecanismos de defesa?S&atilde;o manifesta&ccedil;&otilde;es psicol&oacute;gicas que t&ecirc;m como objetivo manter a integridade do ego perante os est&iacute;mulos externos e as exig&ecirc;ncias das outras inst&acirc;ncias ps&iacute;quicas, o Id e Superego. Ao longo da vida, os indiv&iacute;duos encaram situa&ccedil;&otilde;es que nem sempre s&atilde;o agrad&aacute;veis ao consciente, e o ego, com o objetivo de proteger sua integridade perante as poss&iacute;veis amea&ccedil;as, possui alguns mecanismos espec&iacute;ficos.Freud aponta esses mecanismos como universais, ou seja, todo mundo faz uso deles, em maior ou menor escala, e o uso excessivo desses mecanismos pode abrir as portas para os transtornos psicol&oacute;gicos. A fun&ccedil;&atilde;o desses mecanismos &eacute; diminuir a tens&atilde;o e ansiedade causadas pelas situa&ccedil;&otilde;es adversas pela qual o ego passa. Vamos conhecer os 9 mecanismos de defesa pesquisados por Freud:Nega&ccedil;&atilde;o A nega&ccedil;&atilde;o, na psicologia, &eacute; a recusa em aceitar a realidade, pois a verdade pode ser dolorosa demais para o indiv&iacute;duo conseguir aceitar e lidar com ela. Esse mecanismo pode acontecer em qualquer situa&ccedil;&atilde;o, como por exemplo o indiv&iacute;duo que afirma beber apenas socialmente, quando, na realidade, possui uma compuls&atilde;o, pois na hora de encarar epis&oacute;dios traum&aacute;ticos, ele se entrega ao v&iacute;cio para poder apaziguar o sentimento. Alguns indiv&iacute;duos optam por negar o ocorrido para que as consequ&ecirc;ncias negativas daquela situa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o se perpetue ao longo de sua vida.DeslocamentoAqui, o indiv&iacute;duo transfere sentimentos negativos como raiva, frustra&ccedil;&atilde;o, ang&uacute;stia e dor do seu objeto de origem, a um outro, pois este segundo oferece menos perigo. A exemplo disso, temos a situa&ccedil;&atilde;o em que um indiv&iacute;duo pode reprimir os sentimentos de raiva perante o chefe, por&eacute;m descontar em animais, parceiros ou amigos. Ou ent&atilde;o algu&eacute;m que teve uma experi&ecirc;ncia negativa com, por exemplo, dentistas, e, ent&atilde;o, passa a evit&aacute;-los.Regress&atilde;oRegress&atilde;o, na psicologia, significa o retorno ao estado infantil em que os medos inconscientes referentes a esse est&aacute;gio da vida tomam conta, assim como as preocupa&ccedil;&otilde;es e ansiedades.&nbsp; O desenvolvimento dos indiv&iacute;duos se d&aacute; na inf&acirc;ncia, atrav&eacute;s das fases oral, anal e f&aacute;lico. Portanto, nesse mecanismo de defesa, quando o indiv&iacute;duo de sente pressionado, pode regressar a esse est&aacute;gio e reproduzir comportamentos referentes a ele. Uma crian&ccedil;a que j&aacute; passou da fase de chupar chupeta, ao se ver em uma situa&ccedil;&atilde;o adversa, como a mudan&ccedil;a para uma nova escola, pode regressar &agrave; fase em que chupava chupeta.Repress&atilde;o&Eacute; o ato de esquecer alguma experi&ecirc;ncia desagrad&aacute;vel e dolorosa, como um acidente. Esse mecanismo se assemelha a nega&ccedil;&atilde;o nesse sentido gen&eacute;rico. A repress&atilde;o tamb&eacute;m atua quando n&atilde;o queremos fazer algo desagrad&aacute;vel, como ir ao m&eacute;dico, e o indiv&iacute;duo simplesmente deleta esse pensamento. &nbsp;Tanto a repress&atilde;o, quanto a nega&ccedil;&atilde;o, podem ser vantajosos em em certo n&iacute;vel.Proje&ccedil;&atilde;oO processo de entendimento da proje&ccedil;&atilde;o parte do princ&iacute;pio de que o indiv&iacute;duo reconhece uma caracter&iacute;stica de que n&atilde;o gosta em si e que pode lhe causar dor. A partir disso, ele projeta essa inseguran&ccedil;a nas falas e atitudes de quem o cerca como se essas pessoas estivessem apontando tal caracter&iacute;stica como errada ou vergonhosa. Por exemplo, algu&eacute;m que tem muita inseguran&ccedil;a sobre o pr&oacute;prio corpo, ao chegar na academia, sente que as pessoas do lugar est&atilde;o julgando-a ou criticando-a. Assim, a pr&oacute;pria inseguran&ccedil;a do indiv&iacute;duo &eacute; projetada no outro. &nbsp;Quando o caso ocorre com pessoas pr&oacute;ximas, questionamentos como &ldquo;por que voc&ecirc; est&aacute; me olhando assim?&rdquo; ou afirma&ccedil;&otilde;es que a pessoa apenas infere que os outros est&atilde;o fazendo.Encontre seu psic&oacute;logo onlineIntelectualiza&ccedil;&atilde;oAqui, acontece o afastamento de uma situa&ccedil;&atilde;o dolorosa de modo que o indiv&iacute;duo n&atilde;o encara as consequ&ecirc;ncias emocionais dela. Diferentemente da nega&ccedil;&atilde;o, onde h&aacute; a recusa em aceitar a realidade, o epis&oacute;dio doloroso &eacute; reconhecido na intelectualiza&ccedil;&atilde;o, ou seja, o indiv&iacute;duo sabe e vivencia a sua exist&ecirc;ncia, mas aprende a focar em outras consequ&ecirc;ncias que n&atilde;o as emocionais. Por exemplo, se uma pessoa &eacute; mandada embora de seu emprego, ao inv&eacute;s de se sentir mal em rela&ccedil;&atilde;o a isso, pode pensar que agora ter&aacute; mais tempo livre para focar em outros projetos.Racionaliza&ccedil;&atilde;oO mecanismo de defesa chamado racionaliza&ccedil;&atilde;o est&aacute; ligado a um mau comportamento do indiv&iacute;duo perante a moral e valores da sociedade. Ao realizar o ato em quest&atilde;o, o indiv&iacute;duo, ao sentir remorso, tenta transformar o mau comportamento em algo neutro e justific&aacute;vel para que a culpa, ou qualquer outro sentimento ruim, lhe deixe. Outra via que a racionaliza&ccedil;&atilde;o toma &eacute; culpar outra pessoa da a&ccedil;&atilde;o negativa para que o indiv&iacute;duo se sinta melhor. Por exemplo, a pessoa pega o lugar da outra na fila e a culpa por n&atilde;o ter prestado aten&ccedil;&atilde;o, afinal, a culpa &eacute; dela e n&atilde;o do indiv&iacute;duo que furou a fila.Forma&ccedil;&atilde;o reativaNa forma&ccedil;&atilde;o reativa, ocorre a invers&atilde;o de sentimentos perante um objeto de desejo. Por exemplo, se algu&eacute;m possui apre&ccedil;o ou amor por algo ou algu&eacute;m, mas sabe que esse sentimento, seja por raz&otilde;es sociais ou pessoais, n&atilde;o &eacute; correto, o indiv&iacute;duo n&atilde;o admite o que sente e passa a ter emo&ccedil;&otilde;es opostas extremas.Sublima&ccedil;&atilde;oO significado de sublima&ccedil;&atilde;o se assemelha um pouco ao da intelectualiza&ccedil;&atilde;o. Por&eacute;m, aqui, o processo se desenvolve em um longo per&iacute;odo do tempo, ou at&eacute; mesmo durante a vida inteira. Um exemplo de sublima&ccedil;&atilde;o &eacute; o artista que sente repress&atilde;o ou sofre por algo ou algu&eacute;m e transfere toda a frustra&ccedil;&atilde;o para a arte, de modo que aquilo, ou seja, a sua rea&ccedil;&atilde;o, se torna aceit&aacute;vel socialmente.Os mist&eacute;rios do consciente e do inconsciente, tais quais os da pr&oacute;pria Lua e do universo, ainda inquietam o ser humano. E &eacute; essa inquieta&ccedil;&atilde;o e fasc&iacute;nio que sempre estar&atilde;o a frente das novas descobertas, seja do cosmos acima de n&oacute;s, ou daquele que nos habita."},{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BreadcrumbList","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Blog","item":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/#breadcrumbitem"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Os mist\u00e9rios do Ego: mecanismos de defesa","item":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/mecanismos-de-defesa-do-ego\/#breadcrumbitem"}]}]