[{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BlogPosting","@id":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/mitos-e-verdades-amamentacao\/#BlogPosting","mainEntityOfPage":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/mitos-e-verdades-amamentacao\/","headline":"A romantiza\u00e7\u00e3o do aleitamento materno: Mitos e verdades sobre amamenta\u00e7\u00e3o","name":"A romantiza\u00e7\u00e3o do aleitamento materno: Mitos e verdades sobre amamenta\u00e7\u00e3o","description":"Somos alimentados de sonhos e expectativas desde crian&ccedil;as com os contos de fadas e mundos perfeitos. 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J&aacute; adultos, as empresas de publicidade nos fazem assistir a comerciais onde tudo pode acontecer, menos a realidade. &Eacute; o caso das propagandas de produtos de beb&ecirc;s que nos vendem a imagem de paz, conforto e calma do momento em que uma m&atilde;e alimenta o seu filho. Mulheres que acabaram de ser m&atilde;es, principalmente as m&atilde;e de primeira viagem, n&atilde;o vivem os seus primeiros momentos de amamenta&ccedil;&atilde;o em plenitude e perfeita ordem como mostram os comerciais. Muito pelo o contr&aacute;rio: tudo &eacute; novidade e h&aacute; muita coisa para ser aprendida.Segundo a UNICEF (Fundo das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para a Inf&acirc;ncia), &ldquo;o aleitamento materno na primeira hora de vida &eacute; importante tanto para o beb&ecirc; quanto para a m&atilde;e, pois, auxilia nas contra&ccedil;&otilde;es uterinas, diminuindo o risco de hemorragia. E, al&eacute;m das quest&otilde;es de sa&uacute;de, a amamenta&ccedil;&atilde;o fortalece o v&iacute;nculo afetivo entre m&atilde;e e filho&rdquo;. Entretanto, esse momento nem sempre &eacute; como as mulheres esperam. A maioria cria a imagem bela e perfeita dos comerciais que mencionamos acima, mas &eacute; poss&iacute;vel que ocorra desconforto e at&eacute; dor ao amamentar.&Eacute; comum que a romantiza&ccedil;&atilde;o de momentos relacionados &agrave; gesta&ccedil;&atilde;o ocorra pois associou-se &agrave; imagem da mulher a resili&ecirc;ncia e for&ccedil;a mesmo frente &agrave; frustra&ccedil;&atilde;o, dor e transtornos psicol&oacute;gicos. Gra&ccedil;as ao empoderamento feminino e &agrave; dissemina&ccedil;&atilde;o cada vez maior de informa&ccedil;&otilde;es, mais e mais mulheres d&atilde;o o primeiro passo contra &agrave; ilus&atilde;o da maternidade perfeita ao relatar a vida real.O &nbsp;dia a dia da amamenta&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil. &ldquo;&Agrave;s vezes a m&atilde;e est&aacute; cansada e estressada porque a demanda &eacute; muito grande e tem beb&ecirc; que quer mamar de hora em hora&rdquo;, aponta a psic&oacute;loga da Telavita, Sandra Sterenberg, especializada na rela&ccedil;&atilde;o do v&iacute;nculo m&atilde;e e beb&ecirc;. Sandra tamb&eacute;m aponta a import&acirc;ncia da m&atilde;e em estar sempre informada e procurar ajuda sempre que houver necessidade. &ldquo;Tudo influencia para ela estar presente com o seu beb&ecirc; na hora da amamenta&ccedil;&atilde;o. Se isso est&aacute; influenciando, ela precisa de ajuda dos familiares ou ajuda espec&iacute;fica, afinal, ela idealizou muito aquela amamenta&ccedil;&atilde;o. Ela acha que ela vai ser a melhor m&atilde;e do mundo s&oacute; se amamentar&rdquo;.&nbsp;As dificuldades na amamenta&ccedil;&atilde;o s&atilde;o in&uacute;meras e quase ningu&eacute;m conta isso para as m&atilde;es de primeira viagem. &Eacute; essencial que a m&atilde;e que n&atilde;o consegue amamentar ou sente dor durante o aleitamento procure ajuda m&eacute;dica para investigar se o problema &eacute; f&iacute;sico ou se existe alguma origem psicol&oacute;gica. &ldquo;Primeiro a m&atilde;e precisa entender o que est&aacute; acontecendo: se &eacute; um problema f&iacute;sico, &agrave;s vezes ela pode estar com mastite ou o bico do seio racha. Ent&atilde;o essas quest&otilde;es f&iacute;sicas tem que ser cuidadas com o m&eacute;dico ginecologista dela, com o pediatra, que orienta bem a quest&atilde;o da livre demanda &mdash; se o beb&ecirc; quer, a m&atilde;e tem que estar dispon&iacute;vel&rdquo;.Uma pesquisa realizada pela UNICEF em 2018 analisou 123 pa&iacute;ses e estima que mais de 7 milh&otilde;es de beb&ecirc;s n&atilde;o sejam amamentados por ano no mundo. A taxa &eacute; mais assustadora em pa&iacute;ses desenvolvidos. Por exemplo, nos Estados Unidos, somente 74% dos beb&ecirc;s s&atilde;o amamentados pela m&atilde;e, enquanto na Irlanda esse &iacute;ndice &eacute; mais baixo ainda, 55%.A psic&oacute;loga explica que muitas mulheres, quando se tornam m&atilde;es, n&atilde;o est&atilde;o preparadas para o cen&aacute;rio em que n&atilde;o conseguem amamentar e isso preocupa pois a ilus&atilde;o da maternidade perfeita n&atilde;o deixa a mulher ciente de que problemas podem acontecer e que eles s&atilde;o normais. &ldquo;Se ela n&atilde;o consegue amamentar, pode at&eacute; dar uma mamadeira, pois o que importa &eacute;&nbsp; como ela d&aacute; a mamadeira, se est&aacute; envolvida no ato. O beb&ecirc; mamando pela mamadeira vai ter o mesmo comportamento: vai tocar na m&atilde;e, sentir o cheiro&rdquo;, conta Sandra.&nbsp;Sabemos da import&acirc;ncia do leite materno e Sandra enfatiza que como amamentar &eacute; t&atilde;o essencial quanto a pura ingest&atilde;o habitual do leite materno apenas pela obriga&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Tem muitas m&atilde;es que amamentam seu filho falando no celular. Elas est&atilde;o se relacionando com o filho ou com o celular? Isso n&atilde;o &eacute; uma rela&ccedil;&atilde;o. Ela n&atilde;o est&aacute; dando oportunidade do filho poder confiar nessa m&atilde;e e saber que ali tem o leitinho quentinho, o aconchego, o afeto e que isso vai tornar ele um ser melhor e saber se relacionar melhor com esses primeiros contatos&rdquo;, explica Sandra.Por isso, se voc&ecirc; pensa que o fato de voc&ecirc; n&atilde;o conseguir amamentar o seu beb&ecirc; te faz menos m&atilde;e, voc&ecirc; est&aacute; enganada! Procure um psic&oacute;logo para receber a orienta&ccedil;&atilde;o mais adequada ao seu caso, assim, as frustra&ccedil;&otilde;es se tornar&atilde;o momentos inesquec&iacute;veis ao lado do seu beb&ecirc;. A psic&oacute;loga Sandra Sterenberg &eacute; uma das nossas especialistas no assunto e pode te ajudar. Agenda a sua consulta pelo nosso site!Conhe&ccedil;a mais sobre a psic&oacute;loga entrevistada: Sandra SterenbergPsic&oacute;loga, com mais de 30 anos de experi&ecirc;ncia na &aacute;rea clinica, me dedico ao que mais acredito: ajudar quem me procura com seus conflitos e questionamentos, onde juntos poderemos dar novos sentidos &agrave; sua vida.Graduada em Psicologia, Especializada em Psicoterapia Psicanal&iacute;tica de Adulto e P&oacute;s Graduada em Psicoterapia Psicanal&iacute;tica pala USP. Especializada em Interven&ccedil;&atilde;o Precoce entre M&atilde;es e Beb&ecirc;s pelo Sedes Sapienteai. Participante do Grupo de Ado&ccedil;&atilde;o e Parentalidade da Sociedade Brasileira de Psican&aacute;lise de SP. Clique aqui e agende sua consulta com a psic&oacute;loga Sandra Sterenberg."},{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BreadcrumbList","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Blog","item":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/#breadcrumbitem"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"A romantiza\u00e7\u00e3o do aleitamento materno: Mitos e verdades sobre amamenta\u00e7\u00e3o","item":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/mitos-e-verdades-amamentacao\/#breadcrumbitem"}]}]