[{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BlogPosting","@id":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/psicanalise\/#BlogPosting","mainEntityOfPage":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/psicanalise\/","headline":"Psican\u00e1lise: desvende o significado e os fundamentos dessa teoria","name":"Psican\u00e1lise: desvende o significado e os fundamentos dessa teoria","description":"A psican&aacute;lise &eacute; uma das abordagens mais profundas e impactantes dentro da psicologia, introduzida por Sigmund Freud no in&iacute;cio do s&eacute;culo XX. Este campo revolucion&aacute;rio prop&otilde;e que muitos dos nossos pensamentos, emo&ccedil;&otilde;es e comportamentos s&atilde;o influenciados por impulsos inconscientes e experi&ecirc;ncias da inf&acirc;ncia. 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Este campo revolucion&aacute;rio prop&otilde;e que muitos dos nossos pensamentos, emo&ccedil;&otilde;es e comportamentos s&atilde;o influenciados por impulsos inconscientes e experi&ecirc;ncias da inf&acirc;ncia. Ao explorar o inconsciente, a psican&aacute;lise busca revelar as ra&iacute;zes profundas dos problemas emocionais e mentais que podem afetar a vida de uma pessoa. Al&eacute;m de uma teoria terap&ecirc;utica, a psican&aacute;lise se tornou uma forma de compreender a mente humana em sua complexidade e singularidade.Hist&oacute;ria da psican&aacute;lisePara entender o que &eacute; psican&aacute;lise precisamos conhecer a trajet&oacute;ria de Freud e de seus colaboradores e tutores. Dessa forma, ser&aacute; preciso voltar at&eacute; o final do s&eacute;culo XIX e rever o desenvolvimento das ideias iniciais do fundador dessa escol&aacute;stica.Sendo assim, podemos compreender o in&iacute;cio dessa jornada em 1881, ano em que Freud se formou em Medicina pela Universidade de Viena. O pai da psican&aacute;lise, ent&atilde;o, especializou-se em psiquiatria e demonstrou ser um renomado neurologista.Nesse sentido, Freud come&ccedil;ou a trabalhar na &aacute;rea cl&iacute;nica, por&eacute;m encontrou diversos pacientes com &ldquo;problemas nervosos&rdquo;, o que agu&ccedil;ou o seu interesse sobre as quest&otilde;es mentais e como resolv&ecirc;-las.Ent&atilde;o, o pai da psican&aacute;lise acabou indo para Paris, entre 1885 e 1886, para trabalhar junto com Jean-Martin Charcot, neurologista franc&ecirc;s. Dessa forma, Freud estudou o tratamento de histeria realizado pela hipnose.Depois disso, Freud continuou estudando sobre doen&ccedil;as nervosas e estabeleceu uma nova teoria: as pessoas que n&atilde;o colocavam os seus sentimentos para fora acabavam ficando com a mente doente. Nesse sentido, ele procurou estabelecer novas conex&otilde;es entre as emo&ccedil;&otilde;es e as decorrentes consequ&ecirc;ncias dela fisicamente.O desenvolvimento da psican&aacute;liseEntretanto, um grande avan&ccedil;o no desenvolvimento dos conceitos da psican&aacute;lise aconteceu com a parceria de Freud com Joseph Breuer, m&eacute;dico austr&iacute;aco da &eacute;poca. Juntos acompanharam o caso cl&iacute;nico de Anna O e escreveram suas descobertas no livro &ldquo;Estudos sobre a histeria&rdquo;.Durante a parceira, eles procuravam utilizar uma interven&ccedil;&atilde;o na qual permitia os pacientes reviverem suas experi&ecirc;ncias passadas atrav&eacute;s do estado hipn&oacute;tico. Sendo assim, buscavam acessar os sintomas hist&eacute;ricos dessas pessoas.No entanto, Freud e Breuer discordavam em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; etiologia do transtorno ps&iacute;quico da histeria. Nesse sentido, Freud acabou percebendo algumas limita&ccedil;&otilde;es do tratamento com a hipnose, pois nem sempre eram garantia de sucesso.Ent&atilde;o, Freud continua os seus estudos e decide abandonar a interven&ccedil;&atilde;o pela hipnose como forma de tratar as pessoas. Dessa forma, passa a utilizar o m&eacute;todo da livre associa&ccedil;&atilde;o, em que os pacientes eram convidados a falar tudo e sem censuras. Essa mudan&ccedil;a, que acabou sendo a t&eacute;cnica definitiva de Freud, acaba marcando o in&iacute;cio da psican&aacute;lise.Psican&aacute;lise: o que &eacute;?Acabamos de compreender todo o processo hist&oacute;rico que culminou no surgimento da psican&aacute;lise, entretanto, o que &eacute; a psican&aacute;lise?Segundo a Associa&ccedil;&atilde;o Americana de Psicologia (APA), &ldquo;a psican&aacute;lise &eacute; uma especialidade da psicologia que se distingue de outras especialidades pelo seu corpo de conhecimentos e suas abordagens intensivas de tratamento. Ele visa mudan&ccedil;as estruturais e modifica&ccedil;&otilde;es da personalidade de uma pessoa&rdquo;.Basicamente, a psican&aacute;lise trata-se de um m&eacute;todo utilizado para investigar a mente e, principalmente, compreender o inconsciente das pessoas. Ou seja, procura entender as nossas atitudes que acontecem quando estamos no &ldquo;piloto autom&aacute;tico&rdquo;.Dessa forma, a teoria psicanal&iacute;tica procura reestruturar entender a vida emocional e os modos de funcionamento ps&iacute;quico dos pacientes. Al&eacute;m disso, realiza um trabalho a longo prazo com aspectos conscientes e inconscientes do eu.Fundamentos da psican&aacute;liseA psican&aacute;lise de Freud possui diversos conceitos e estruturas, entretanto, conseguimos dividir tais quest&otilde;es em duas formas de compreender o aparelho ps&iacute;quico. Ent&atilde;o, a disposi&ccedil;&atilde;o da mente pode ser dividida entre primeira t&oacute;pica (modelo topogr&aacute;fico) e segunda t&oacute;pica (modelo estrutural).Sendo assim, iremos nos aprofundar nas fases te&oacute;ricas de Freud. Vale ressaltar que cada uma delas conta com tr&ecirc;s elementos que constituem a divis&atilde;o da mente humana. Al&eacute;m disso, uma n&atilde;o substitui a outra, por&eacute;m demonstra a evolu&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica das concep&ccedil;&otilde;es mentais.Primeira t&oacute;picaA primeira t&oacute;pica, tamb&eacute;m conhecida como modelo topogr&aacute;fico, procurava estruturar o aparelho ps&iacute;quico em padr&otilde;es e transi&ccedil;&otilde;es entre as partes, al&eacute;m de explorar os elementos do sistema perceptivo-consciente.Dessa forma, a primeira concep&ccedil;&atilde;o do funcionamento do psiquismo de Freud trabalhou com os conceitos de pr&eacute;-consciente, consciente e inconsciente.Pr&eacute;-conscienteO pr&eacute;-consciente refere-se &agrave;s partes latentes da mente que est&atilde;o dispon&iacute;veis para a consci&ecirc;ncia, embora n&atilde;o estejam ativamente sendo utilizadas. Esses conte&uacute;dos podem ser acessados quando necess&aacute;rios, diferentemente do inconsciente, que &eacute; inacess&iacute;vel diretamente. Inclui mem&oacute;rias das quais n&atilde;o estamos conscientes no momento, mas que podemos trazer &agrave; mente quando queremos.ConscienteA mente consciente cont&eacute;m todos os pensamentos, mem&oacute;rias, sentimentos e desejos dos quais estamos conscientes a qualquer momento. Dessa forma, trata-se de um aspecto do nosso processamento mental sobre o qual podemos pensar e conversar racionalmente.Freud e o inconscientePara Freud, o inconsciente engloba tudo aquilo que est&aacute; al&eacute;m da nossa consci&ecirc;ncia. Inclui desde desejos mais &iacute;ntimos at&eacute; as primeiras mem&oacute;rias da inf&acirc;ncia. &Eacute; visto como um reservat&oacute;rio de pensamentos, impulsos e sentimentos que podem ser perturbadores, como traumas e dores reprimidas.Esses conte&uacute;dos inconscientes continuam a influenciar nosso comportamento, muitas vezes de maneiras que n&atilde;o percebemos conscientemente. A psican&aacute;lise busca acessar o inconsciente atrav&eacute;s de m&eacute;todos como livre associa&ccedil;&atilde;o, interpreta&ccedil;&atilde;o de sonhos e an&aacute;lise de atos falhos.Segunda T&oacute;picaA segunda t&oacute;pica de Freud, tamb&eacute;m conhecida como modelo estrutural, procurou ampliar e desenvolver os conceitos presentes do seu antecessor. Sendo assim, atualizou caracteriza&ccedil;&otilde;es e apresentou novas no&ccedil;&otilde;es sobre a psique humana.Dessa forma, a segunda concep&ccedil;&atilde;o do funcionamento do psiquismo de Freud trabalhou com os conceitos de id, ego e superego.IdO id &eacute; a parte impulsiva (e inconsciente) da nossa mente, al&eacute;m de responder direta e imediatamente a impulsos, necessidades e desejos b&aacute;sicos. Sendo assim, ele se envolve no processo prim&aacute;rio de pensamento, que &eacute; primitivo, il&oacute;gico, irracional e orientado &agrave; fantasia.Dessa forma, &eacute; poss&iacute;vel observar que o id &eacute; regido pelo prazer, ou seja, &eacute; orientado pelos instintos e paix&otilde;es internas. Trata-se de um grande reservat&oacute;rio da libido, do qual o ego procura se distinguir atrav&eacute;s de v&aacute;rios mecanismos de repress&atilde;o.EgoEnquanto o id refor&ccedil;a o princ&iacute;pio do prazer, o ego est&aacute; relacionado com as demandas da realidade. Dessa forma, est&aacute; preocupado em atender as percep&ccedil;&otilde;es do mundo real, al&eacute;m de estar associado a quest&otilde;es de raz&atilde;o e sanidade.Desse modo, o ego &eacute; importante, pois ajuda a controlar os impulsos do id e faz com que as pessoas atuem de forma socialmente aceita e realista. Trata-se de atuar como um equil&iacute;brio entre os nossos impulsos b&aacute;sicos, nossos ideais e a realidade.SuperegoO superego &eacute; o &uacute;ltimo aspecto da psique presente e ele cont&eacute;m nossos ideais e valores. Nesse sentido, representa os valores e cren&ccedil;as que aprendemos desde pequenos pelos nossos pais e pela sociedade, ent&atilde;o, serve para refor&ccedil;ar o sentido de agir de acordo com a moral.Dessa forma, o superego atua duas formas: pretende persuadir o ego a se voltar para objetivos moralistas, al&eacute;m de controlar os impulsos do id, principalmente aqueles proibidos pela sociedade, como sexo e agress&atilde;o.Teoria psicanal&iacute;tica: escolas de pensamentoAo falarmos de teorias psicanal&iacute;ticas n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel citarmos somente uma escol&aacute;stica. Apesar de Freud ser o criador dos primeiros conceitos, os termos evolu&iacute;ram conforme o tempo e diversos autores contribu&iacute;ram com novas vis&otilde;es sobre a &aacute;rea.Dessa forma, iremos compreender os diferentes campos de conhecimento que existem em rela&ccedil;&atilde;o ao conceito de psican&aacute;lise.Psican&aacute;lise freudianaComo vimos, a teoria de Freud foi a primeira a tratar sobre psican&aacute;lise. Al&eacute;m disso, o arcabou&ccedil;o conceitual est&aacute; amplamente baseado nos conceitos encontrados na Segunda T&oacute;pica, que abordam o id, o ego e o superego.Entretanto, um dos principais elementos que encontramos no manejo cl&iacute;nico desse tipo de abordagem &eacute; a associa&ccedil;&atilde;o livre, que consiste, basicamente, na pessoa expressar livremente as ideias que surgem na mente e sem qualquer julgamento pr&eacute;vio.Ainda, Freud trabalha com a ideia de conflitos ps&iacute;quicos, que s&atilde;o o resultado do embate entre nossas for&ccedil;as instintivas e repressoras. A teoria freudiana tamb&eacute;m considera importante a an&aacute;lise dos sonhos como uma forma de acessar o inconsciente.Psican&aacute;lise lacanianaA psican&aacute;lise lacaniana, desenvolvida por Jacques Lacan, introduz diversas ideias complexas que reconfiguram a abordagem freudiana original. Central para Lacan &eacute; a no&ccedil;&atilde;o de que o inconsciente n&atilde;o &eacute; apenas um reservat&oacute;rio de desejos reprimidos, mas tamb&eacute;m &eacute; estruturado pela linguagem e pela cultura.Al&eacute;m disso, Lacan redefiniu conceitos fundamentais da psican&aacute;lise, como o ego, o id e o superego, em termos de sua teoria dos tr&ecirc;s registros: o registro imagin&aacute;rio (relacionado &agrave; identifica&ccedil;&atilde;o e &agrave; imagem do eu), o registro simb&oacute;lico (que se refere &agrave; ordem da linguagem, dos significantes e da cultura) e o registro real (o inacess&iacute;vel e traum&aacute;tico).A psican&aacute;lise lacaniana enfatiza a import&acirc;ncia da linguagem na forma&ccedil;&atilde;o da identidade e na estrutura&ccedil;&atilde;o dos desejos inconscientes. Ela tamb&eacute;m introduz a ideia de que o sujeito est&aacute; constantemente dividido entre o que &eacute; consciente e o que &eacute; inconsciente, o que cria tens&otilde;es e contradi&ccedil;&otilde;es que s&atilde;o essenciais para a compreens&atilde;o da experi&ecirc;ncia humana.Psican&aacute;lise winnicottianaA psican&aacute;lise winnicottiana, desenvolvida por Donald Winnicott, &eacute; centrada principalmente na rela&ccedil;&atilde;o entre m&atilde;e e beb&ecirc; nos est&aacute;gios iniciais do desenvolvimento humano. Uma de suas ideias centrais &eacute; a no&ccedil;&atilde;o de &ldquo;objeto transicional&rdquo;, que &eacute; um objeto (como um cobertor ou um brinquedo) que o beb&ecirc; usa para se tranquilizar na aus&ecirc;ncia da m&atilde;e. Este objeto ajuda o beb&ecirc; a transitar entre o mundo interno (fantasia) e o mundo externo (realidade).Winnicott tamb&eacute;m enfatiza a import&acirc;ncia do ambiente facilitador, ou seja, a m&atilde;e (ou figura cuidadora) que adapta suas respostas &agrave;s necessidades emocionais do beb&ecirc;, promovendo um ambiente seguro e confi&aacute;vel. Ele introduziu o conceito de &ldquo;espa&ccedil;o potencial&rdquo;, que &eacute; o espa&ccedil;o intermedi&aacute;rio onde o beb&ecirc; pode explorar e desenvolver sua identidade sem medo de ser julgado ou rejeitado.Al&eacute;m disso, a psican&aacute;lise winnicottiana destaca a import&acirc;ncia do &ldquo;falso self&rdquo; (falso eu), que &eacute; uma m&aacute;scara adaptativa que o indiv&iacute;duo desenvolve para se proteger das exig&ecirc;ncias do ambiente.Como &eacute; consultar com um psicanalista?A psican&aacute;lise, geralmente, requer um investimento de esfor&ccedil;o e tempo. Inclusive, existem terapias de curta dura&ccedil;&atilde;o nessa &aacute;rea, por&eacute;m, o trabalho psicanal&iacute;tico requer, na maioria das vezes, um maior prazo para fazer efeito.E o que faz um psicanalista? Bem, o tratamento envolve incentivar o paciente a recordar suas experi&ecirc;ncias e a desembara&ccedil;ar as fixa&ccedil;&otilde;es que se acumularam em torno dela. Desse modo, o objetivo &eacute; tornar as pessoas menos dependentes, al&eacute;m de desenvolver uma maneira mais funcional de entender e aceitar mudan&ccedil;as da vida.As sess&otilde;es psicanal&iacute;ticasAs primeiras sess&otilde;es, geralmente, assumem a forma de uma avalia&ccedil;&atilde;o. Durante esse per&iacute;odo, o terapeuta pode fazer perguntas sobre a hist&oacute;ria e os problemas de uma pessoa, ou pode simplesmente ouvir o que ele tem a dizer. O objetivo principal &eacute; entender a natureza das dificuldades do paciente.Nos contextos de longo prazo, os terapeutas adotam posturas menos ativas e deixam o indiv&iacute;duo conversar mais e definir a dire&ccedil;&atilde;o. O terapeuta ouvir&aacute; com muita aten&ccedil;&atilde;o e, com o tempo, ajudar&aacute; o paciente a reconhecer padr&otilde;es e o significado mais profundo do que foi dito e como isso se relaciona com os desafios de sua vida.Nesse sentido, &eacute; comum que as sess&otilde;es comecem com o paciente transformando todos os pensamentos e sentimentos em palavras. Apesar disso parecer desconfort&aacute;vel a princ&iacute;pio, tal conduta permite que problemas apare&ccedil;am de forma mais evidente.Todavia, se voc&ecirc; deseja iniciar a terapia com um profissional da psican&aacute;lise, a Telavita da essa oportunidade para voc&ecirc;!Agende agora uma consulta com psic&oacute;logo"},{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BreadcrumbList","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Blog","item":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/#breadcrumbitem"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Psican\u00e1lise: desvende o significado e os fundamentos dessa teoria","item":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/psicanalise\/#breadcrumbitem"}]}]