[{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BlogPosting","@id":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/saude-mental-lgbtqia\/#BlogPosting","mainEntityOfPage":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/saude-mental-lgbtqia\/","headline":"Como est\u00e1 a sa\u00fade mental da popula\u00e7\u00e3o LGBTQIA+?","name":"Como est\u00e1 a sa\u00fade mental da popula\u00e7\u00e3o LGBTQIA+?","description":"Sexualidade n&atilde;o &eacute; doen&ccedil;a. Muito menos sinal de algo a ser consertado. Entretanto, o preconceito &eacute; sim um causador de sofrimentos como ansiedade, depress&atilde;o e muito mais. 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De todas as \u00e1reas da vida, a Sexualidade \u00e9 a que mais gera embate e pouco racioc\u00ednio com l\u00f3gica aplicada! Numa ocasi\u00e3o, uma das minhas cunhadas, comentou que quem deveria ter interesse em mim era a mulher que eu fosse namorar. N\u00e3o era raro, me acharem precoce em termos de pelos e voz grossa (desde inicio da adolesc\u00eancia)! E toda a gravidez, minha m\u00e3e quis que viesse \"menina\", logo carregamos todos esse desejar dela e numa \u00e9poca sem USG que verificasse o chamado \"sexo do beb\u00ea\"! Se na minha inf\u00e2ncia o p\u00eanis parecia me ser estranho e depois na adolesc\u00eancia o que seria definido como masturbacao era uma \"busca\" que eu fazia para \"abaixar\" a ansiedade! Percebo que geralmente a Transexualidade tenha, no fundo, o desenhar heteronormativo: \"adotam\" o g\u00eanero oposto e se relacionam com quem tenha o mesmo g\u00eanero biol\u00f3gico. O meu despertar e inicio da vida sexual, se deu aos 27 anos, com homem de 35 anos. Ele com voz menos grossa que a minha e menos pelos que eu, mas me fez um convite que \u00e9 habitual mulher ouvir: \"sugeriu me conhecer melhor\"! Mesmo sem haver imaginado dele me penetrar alguma vez, respondi a ele como se o desejasse de tal forma, comentando sobre meu anus!!!! Namoramos e na 1a.vez, mesmo ele havido sido noivo de mulher, teve ere\u00e7\u00e3o maravilhosa comigo e, s\u00f3 comentou da minha \"acolhida\" com \"desenvoltura\" ai comentei, que muitas literaturas poderiam justificar eu ter sido aguardado mulher (ter nascido mulher), da mesma forma ter sido amigo dele como refer\u00eancia masculina de quem perdeu o pai com pouca idade e ele ser colega (profissional) do meu pai! Ai ele comentou que fazem o \"desenho\" familiar: pais e filhas serem mais pr\u00f3ximos assim como m\u00e3es e filhos, especialmente na psican\u00e1lise! E tivemos um namoro de 4 anos, bem carinhosos um com outro!","author":{"@type":"Person","name":"Geraldo","url":""}}],"about":["Sexologia"],"wordCount":1007,"articleBody":"Sexualidade n&atilde;o &eacute; doen&ccedil;a. Muito menos sinal de algo a ser consertado. Entretanto, o preconceito &eacute; sim um causador de sofrimentos como ansiedade, depress&atilde;o e muito mais.No atendimento ao p&uacute;blico LGBTQIA+, nota-se que a grande maioria do sofrimento relatado gira em torno do quanto essas pessoas sofrem com uma fam&iacute;lia intolerante e com situa&ccedil;&otilde;es sociais que causam dor.O p&uacute;blico LGBTQIA+ vem buscando a psicoterapia como um recurso adicional para entender quest&otilde;es relacionadas ao contato com o pr&oacute;ximo. Al&eacute;m disso, procura saber lidar com as demandas que surgem como resultado dessa rela&ccedil;&atilde;o.&nbsp;A psicoterapia &eacute; um espa&ccedil;o que vai al&eacute;m das demandas patol&oacute;gicas. Trata-se de um espa&ccedil;o de protagonismo em dire&ccedil;&atilde;o a autonomia, autoconhecimento, elabora&ccedil;&atilde;o de novos caminhos e, principalmente, de ressignifica&ccedil;&atilde;o para quest&otilde;es dolorosas.Dessa forma, podemos entender que a terapia &eacute; um espa&ccedil;o para todas as pessoas que buscam se entender internamente. No entanto, tamb&eacute;m &eacute; um lugar para compreender a nossa intera&ccedil;&atilde;o com o outro.Agende agora uma consulta com psic&oacute;logoA sociedade e o p&uacute;blico LGBTQIA+&Eacute; bastante comum escutar not&iacute;cias tristes sobre preconceito e, &agrave;s vezes, at&eacute; mesmo ofensas e agress&otilde;es nos jornais contra essa popula&ccedil;&atilde;o. Esse &eacute; um fato que por si s&oacute; pode despertar um pouco de ansiedade nas pessoas, por&eacute;m, imagine o impacto que isso possui nas pessoas LGBTQIA+.O preconceito existe e esses indiv&iacute;duos sofrem marcas por isso. A falta de respeito, a intoler&acirc;ncia, a aus&ecirc;ncia de empatia e a n&atilde;o compreens&atilde;o de uma parcela social deixam cicatrizes invis&iacute;veis, mas bem dolorosas.Ambientes de trabalho, amigos, grupos religiosos e, at&eacute; mesmo, locais p&uacute;blicos, por vezes, manifestam comportamentos preconceituosos e intolerantes. Inevitavelmente, isso gera ansiedade, medo e diversos outros sentimentos que precisam ser trabalhados para n&atilde;o causar mais sofrimento.A quest&atilde;o familiarAl&eacute;m disso, a grande maioria apresenta quest&otilde;es de uma fam&iacute;lia que n&atilde;o consegue aceitar um membro da forma como ele &eacute;, por exemplo. Isso resulta em uma ansiedade presente das intera&ccedil;&otilde;es sociais e que precisa ser trabalhada em terapia.O ambiente familiar &eacute; um ambiente de muito significado na vida das pessoas que procuram fazer terapia. Nele, acontecem diversas situa&ccedil;&otilde;es que geram demandas a serem exploradas no atendimento psicol&oacute;gico.LEIA MAIS: Homofobia internalizada: o preconceito do homossexual contra si mesmoUm dos motivos para isso acontecer &eacute; a expectativa. Torna-se f&aacute;cil perceber que antes de uma pessoa nascer, a fam&iacute;lia j&aacute; vem nutrindo expectativas sobre ela. E isso cria uma moldura sobre a imagem da pessoa.&nbsp;Sendo assim, j&aacute; se formam imagens pr&eacute;-concebidas de como deveria ser o cabelo, as roupas, a profiss&atilde;o, as escolhas, a sexualidade, o time de futebol, o posicionamento pol&iacute;tico e, at&eacute; mesmo, o que estudar na gradua&ccedil;&atilde;o.Dessa forma, notamos que todas as decis&otilde;es de uma pessoa que acaba fugindo dessa &ldquo;moldura&rdquo; geram frustra&ccedil;&atilde;o para todo o n&uacute;cleo familiar. Afinal, ele vinha nutrindo um modelo pronto na vida desse indiv&iacute;duo.Conhe&ccedil;a a TelavitaA fam&iacute;lia e o p&uacute;blico LGBTQIA+Pensar no p&uacute;blico LGBTQIA+ &eacute; pensar em pessoas que desejam se entender. Por&eacute;m, al&eacute;m disso, tratam-se de indiv&iacute;duos que gostariam de compreender as situa&ccedil;&otilde;es sociais nas quais est&atilde;o inseridos.E a fam&iacute;lia est&aacute; inserida nessa &oacute;tica pela forma como v&ecirc;, interage e, &agrave;s vezes, at&eacute; determina seus membros. O n&uacute;cleo familiar &eacute; um ambiente de muita expectativa entre os que ali est&atilde;o inseridos. Entretanto, esse &eacute; um caminho para a frustra&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rias pessoas envolvidas.LEIA MAIS: Corpo e subjetividadeNesse sentido, a fam&iacute;lia ao perceber que a pessoa se posiciona num caminho contr&aacute;rio &agrave;s expectativas depositadas, pode ter dificuldades de aceita&ccedil;&atilde;o. Essa quest&atilde;o &eacute; problem&aacute;tica, principalmente, pois esse n&uacute;cleo, que deveria ser de apoio, &agrave;s vezes, tenta modificar o outro.Naturalmente, esses esfor&ccedil;os geram sofrimento ps&iacute;quico em ambos os lados da situa&ccedil;&atilde;o e causam marcas. Essas marcas tornam-se pauta em diversas sess&otilde;es de terapia e precisam ser administradas emocionalmente para que n&atilde;o se tornem demandas maiores.O atendimento psicol&oacute;gico ao p&uacute;blico LGBTQIA+Os membros de uma fam&iacute;lia disfuncional acabam fazendo com que um ambiente que deveria ser acolhedor se torne o oposto de tudo isso. Ent&atilde;o, como voc&ecirc; acha que fica a sa&uacute;de emocional de uma pessoa que n&atilde;o se sente respeitada, aceita e compreendida dentro da pr&oacute;pria casa? Com certeza isso deixa marcas.Entretanto, todo esse enredo n&atilde;o para por aqui. Existe tamb&eacute;m o preconceito de uma sociedade que nem sempre est&aacute; pronta para lidar com o outro e que se manifesta intolerante &agrave; diversidade de g&ecirc;nero.Dentro de um ambiente de terapia deve existir acolhimento e, principalmente, respeito. N&atilde;o podemos patologizar a sexualidade de uma pessoa somente por ela ser diferente da nossa. As demandas que surgem nos atendimentos psicol&oacute;gicos com o p&uacute;blico LGBTQIA+ s&atilde;o demandas criadas no contato com outras pessoas.Encontre seu psic&oacute;logo online"},{"@context":"https:\/\/schema.org\/","@type":"BreadcrumbList","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Blog","item":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/#breadcrumbitem"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Como est\u00e1 a sa\u00fade mental da popula\u00e7\u00e3o LGBTQIA+?","item":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/saude-mental-lgbtqia\/#breadcrumbitem"}]}]