{"id":2847,"date":"2018-11-01T12:03:29","date_gmt":"2018-11-01T15:03:29","guid":{"rendered":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/?p=2847"},"modified":"2019-10-17T14:02:07","modified_gmt":"2019-10-17T17:02:07","slug":"sindrome-de-munchhausen","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/sindrome-de-munchhausen\/","title":{"rendered":"O curioso caso da S\u00edndrome de M\u00fcnchhausen"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Inspirada num bar\u00e3o alem\u00e3o e apresentada no livro e s\u00e9rie <strong>Sharp Objects<\/strong>, a&nbsp;<strong>S\u00edndrome de M\u00fcnchhausen<\/strong> \u00e9 muito mais do que uma obsess\u00e3o.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O rapper americano<a href=\"https:\/\/www.imdb.com\/name\/nm0004896\/\"><strong> Eminem<\/strong> <\/a>carrega um&nbsp;<strong>Grammy Award de Melhor \u00c1lbum de Rap<\/strong> em sua carreira e grandes traumas na sua vida pessoal.&nbsp; Na m\u00fasica <strong><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=RQ9_TKayu9s\">Cleanin&#8217; Out My Closet<\/a>,<\/strong> ele conta como foi ter sido criado por uma m\u00e3e diagnosticada com&nbsp;<strong>S\u00edndrome de M\u00fcnchhausen<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\"><p>&#8220;Mas tente se colocar no meu lugar, tente imaginar essa vis\u00e3o| Presencie a sua m\u00e3e mandando ver nos comprimidos na cozinha |&nbsp;Xingando, falando que algu\u00e9m sempre mexe na sua bolsa e tem coisa faltando |&nbsp;Passando pelo sistema p\u00fablico de habita\u00e7\u00e3o, v\u00edtima da S\u00edndrome de <strong> M\u00fcnchhausen<\/strong>&nbsp;|&nbsp;<strong>A vida toda me fizeram acreditar que estava doente quando tinha nada |<\/strong>At\u00e9 que eu cresci, agora eu estourei, te deixo com dor de est\u00f4mago, n\u00e3o deixo?&#8221;<\/p><cite>?<\/cite><\/blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O que \u00e9 S\u00edndrome de M\u00fcnchhausen?&nbsp;<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>No trecho da m\u00fasica &#8220;A vida toda me fizeram acreditar que estava doente quando tinha nada&#8221;, Eminem explica, em poucas palavras,&nbsp;<strong>a S\u00edndrome de M\u00fcnchhausen. <\/strong>A doen\u00e7a se trata de um<strong> transtorno fact\u00edcio<\/strong>, ou seja, o indiv\u00edduo passa a &#8220;fingir, ter ou produzir em si mesmo, ou em outros, sintomas f\u00edsicos ou psicol\u00f3gicos sem um motivo claro. &#8220;, explica o <a href=\"https:\/\/www.msdmanuals.com\/pt-br\/casa\/dist%C3%BArbios-de-sa%C3%BAde-mental\/transtornos-de-sintomas-som%C3%A1ticos-e-transtornos-relacionados\/transtorno-fact%C3%ADcio-imposto-a-si-pr%C3%B3prio\"><strong>Manual&nbsp;MSD.<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<p>Nesse <strong>transtorno mental<\/strong>, a pessoa age como se estivesse doente, seja fisicamente ou mentalmente, e pode&nbsp;chegar a praticar<strong> automutila\u00e7\u00e3o<\/strong> para simular o quadro do modo mais severo que puder, e o faz de forma consciente e volunt\u00e1ria.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Uma das grandes motiva\u00e7\u00f5es \u00e9 o prazer da mentira e a satisfa\u00e7\u00e3o da aten\u00e7\u00e3o recebida. A pessoa \u00e9 vista como lutadora, sobrevivente e guerreira, pois enfrenta todas essas situa\u00e7\u00f5es ruins&nbsp;\u2013 e que ela mesma cometeu contra si. Essa maneira de obter consolo e admira\u00e7\u00e3o \u00e9 promovida pelo <strong>poder<\/strong> que a mentira inflige, e os pacientes de <strong>M\u00fcnchhausen<\/strong>&nbsp;s\u00e3o seduzidos por ele.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A inspira\u00e7\u00e3o do nome<\/h2>\n\n\n\n<p>O alem\u00e3o&nbsp;Karl Friedrich Hieronymus von M\u00fcnchhausen(1720-1797), mais conhecido como <strong>bar\u00e3o de M\u00fcnchhausen<\/strong>, foi um oficial de cavalaria do Ex\u00e9rcito russo que partiu para a guerra enfrentar os turcos. Ao retornar, o bar\u00e3o n\u00e3o exitou em disparar toda a sorte de hist\u00f3rias fantasiosas e exageradas sobre os seus feitos na guerra&nbsp;\u2014 as hist\u00f3rias inclu\u00edam at\u00e9 uma viagem para a Lua, para se ter uma ideia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Fascinado pelo conte\u00fado de suas hist\u00f3rias, o escritor alem\u00e3o <a href=\"https:\/\/www.britannica.com\/biography\/Rudolf-Erich-Raspe\"><strong>Rudolf E. Raspe<\/strong><\/a> as reuniu em um livro chamado&nbsp;<strong>As Aventuras do Bar\u00e3o M\u00fcnchhausen<\/strong>, o qual publicou no ano de 1785. Anos mais tarde, j\u00e1 em 1951, o endocrinologista brit\u00e2nico <strong>Richard Asher<\/strong> ficou intrigado com uma s\u00edndrome em que os pacientes tamb\u00e9m imaginavam cen\u00e1rios falsos, dram\u00e1ticos e mirabolantes. Foi a\u00ed que se inspirou no bar\u00e3o para nomear uma nova s\u00edndrome.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>S\u00edndrome de M\u00fcnchhausen Por Procura\u00e7\u00e3o (SMPP)<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m chamado de <strong>Transtorno Fact\u00edcio Imposto a Outros<\/strong>, a SMPP \u00e9 uma varia\u00e7\u00e3o da&nbsp;S\u00edndrome de M\u00fcnchausen, por\u00e9m nesse caso, a pessoa que \u00e9 respons\u00e1vel por outro algu\u00e9m (pais e cuidadores, por exemplo), cria sintomas ou provoca doen\u00e7as em pessoas pr\u00f3ximas, como o pr\u00f3prio filho, no intuito de se sentir \u00fatil e enxergado como um verdadeiro salvador. Esse tipo da s\u00edndrome foi identificado pela primeira vez pelo <strong>pediatra brit\u00e2nico<\/strong> <strong>Roy Meadow,<\/strong>&nbsp;em 1977.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Esse tipo do transtorno \u00e9 o descrito por Eminem, no in\u00edcio do texto, e \u00e9 uma modalidade de<strong> abuso infantil<\/strong>. Nesse caso, &#8220;um dos pais ou respons\u00e1vel,&nbsp;em geral&nbsp;a m\u00e3e,&nbsp;recorrentemente&nbsp;falsifica sinais\/sintomas f\u00edsicos ou psicol\u00f3gicos&nbsp;em uma crian\u00e7a, com o objetivo da vitima ser considerada doente. Uma caracteriza\u00e7\u00e3o desta s\u00edndrome \u00e9 aus\u00eancia de incentivos externos para o comportamento (ganho econ\u00f4mico, fuga de responsabilidade legal ou melhora de bem-estar f\u00edsico) diferenciando-a de simula\u00e7\u00e3o.&#8221;, explica a&nbsp;<strong><a href=\"http:\/\/www.spsp.org.br\/2012\/10\/16\/sindrome_de_munchausen_por_transferencia_um_diagnostico_dificil_e_trabalhoso\/\">Sociedade de Pediatria de S\u00e3o Paulo<\/a>.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Na s\u00e9rie americana<strong><a href=\"https:\/\/www.imdb.com\/title\/tt2649356\/\"> Sharp Objects<\/a><\/strong> (Objetos Cortantes, em portugu\u00eas), a s\u00edndrome pode ser acompanhada ao longo de 8 epis\u00f3dios em que m\u00e3e e filha vivem um relacionamento abusivo. A jornalista<strong> Camille (Amy Adams)&nbsp;<\/strong>\u00e9 a filha de <strong>Adora Crellin (Patricia Clarkson)<\/strong> e faz descobertas extremamente traum\u00e1ticas acerca do comportamento da m\u00e3e.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEla n\u00e3o percebe, obviamente, que ela \u00e9 doente. Essa doen\u00e7a, como voc\u00ea aprende, \u00e9 relacionada ao abuso que ela sofreu. Isso \u00e9 c\u00edclico, \u00e9 de gera\u00e7\u00e3o. \u00c9 um abuso que nunca tem fim, negligenciado, e perpetuado por gera\u00e7\u00f5es. Eu acho que ela vive no escuro, assustada, e eu n\u00e3o acho que ela tenha tido amor incondicional\u201d, comentou&nbsp;<strong>Patricia Clarkson<\/strong>&nbsp;ao <strong>The Hollywood Reporter.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o vamos contar nenhum spoiler, mas d\u00e1 pra entender que o relacionamento das duas n\u00e3o \u00e9 nada bom e deixa marcas t\u00e3o profundas que nem o la\u00e7o de sangue pode consertar. A s\u00e9rie foi baseada no livro da escritora <strong>Gillian Flynn,<\/strong> publicado em 2006.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>S\u00edndrome de M\u00fcnchhausen:&nbsp;Sintomas<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O <a href=\"https:\/\/www.msdmanuals.com\/pt-br\/casa\/dist%C3%BArbios-de-sa%C3%BAde-mental\/transtornos-de-sintomas-som%C3%A1ticos-e-transtornos-relacionados\/transtorno-fact%C3%ADcio-imposto-a-si-pr%C3%B3prio\"><strong>Manual MSD<\/strong><\/a> reuniu alguns dos sinais mais comuns encontrados em pessoas com a s\u00edndrome:<\/p>\n\n\n\n<ul><li>Relatar sintomas f\u00edsicos que sugerem uma doen\u00e7a em particular como, por exemplo, dor tor\u00e1cica;<\/li><li>Relatar sintomas que poderiam ser causados por diversos tipos de doen\u00e7as, como sangue em sua urina, diarreia ou febre;<\/li><li>Ter bastante conhecimento sobre a doen\u00e7a que ela finge ter \u2013 por exemplo, que a dor de um ataque card\u00edaco se irradia do t\u00f3rax para o bra\u00e7o esquerdo ou para a mand\u00edbula;<\/li><li>Alterar seus prontu\u00e1rios m\u00e9dicos para fornecer evid\u00eancia de que apresentam uma doen\u00e7a;<\/li><li>Fazer algo a si mesma para causar o sintoma. Por exemplo, ela pode furar um dedo e colocar sangue em uma amostra de urina. Ou pode injetar bact\u00e9rias sob a pele para produzir febre e feridas;<\/li><li>Sabem fingir doen\u00e7as de forma convincente, mas tamb\u00e9m t\u00eam um conhecimento sofisticado das pr\u00e1ticas m\u00e9dicas;<\/li><li>Podem manipular quem as tenta ajudar para serem hospitalizadas e submetidas a intensos exames e tratamentos, incluindo interven\u00e7\u00f5es relevantes;<\/li><li>Contam mentiras conscientes, mas a motiva\u00e7\u00e3o e a busca de aten\u00e7\u00e3o s\u00e3o, fundamentalmente, inconscientes;<\/li><li>Mudam frequentemente de um m\u00e9dico ou hospital para outro em busca de tratamento;<\/li><li>Possuem sintomas pouco claros;<\/li><li>Sofrem reca\u00eddas previs\u00edveis;<\/li><li>Apresenta&nbsp;sintomas apenas quando est\u00e1 sendo observado;<\/li><li>Tem vontade de fazer&nbsp;testes m\u00e9dicos e opera\u00e7\u00f5es;<\/li><li>Problemas com a identidade e autoestima<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Diagn\u00f3stico<\/h2>\n\n\n\n<p>\u00c9 importante ressaltar que somente um m\u00e9dico especialista pode realizar o diagn\u00f3stico. H\u00e1 muita confus\u00e3o entre a <strong>S\u00edndrome de M\u00fcnchhausen e Hipocondria,<\/strong> por isso, um <strong>diagn\u00f3stico diferencial<\/strong> \u00e9 necess\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>O quadro&nbsp;hipocondr\u00edaco se caracteriza pelo medo de sofrer uma doen\u00e7a, ou seja, ele jamais faria nada contra si mesmo pela ang\u00fastia do que aquela dor ou doen\u00e7a o causaria.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Em primeiro lugar, o m\u00e9dico verifica a presen\u00e7a de transtornos de sa\u00fade mental e f\u00edsica obtendo um hist\u00f3rico cl\u00ednico completo, realizando um exame f\u00edsico completo e outros exames. Quase sempre, a descri\u00e7\u00e3o dos sintomas da pessoa \u00e9 convincente, o que, \u00e0s vezes, engana os m\u00e9dicos. &#8220;, explica o<a href=\"https:\/\/www.msdmanuals.com\/pt-br\/casa\/dist%C3%BArbios-de-sa%C3%BAde-mental\/transtornos-de-sintomas-som%C3%A1ticos-e-transtornos-relacionados\/transtorno-fact%C3%ADcio-imposto-a-si-pr%C3%B3prio\"><strong> Manual MSD.<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Tratamento<\/h2>\n\n\n\n<p>Ainda n\u00e3o h\u00e1 tratamento que seja claramente eficaz e direcionado \u00e0 s\u00edndrome, mas a <a href=\"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/nova-resolucao-do-conselho-federal-de-psicologia-liberada-a-terapia-online\/\"><strong>psicoterapia<\/strong><\/a>&nbsp;pode ser de grande ajuda. Segundo o Manual MSD, &#8220;a&nbsp;<strong>terapia cognitivo-comportamental<\/strong> d\u00e1 enfoque \u00e0 mudan\u00e7a do pensamento e do comportamento da pessoa. Ela tamb\u00e9m ajuda a pessoa a identificar e trabalhar com os problemas prim\u00e1rios que est\u00e3o causando o transtorno.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o se sabe ao certo as causas da s\u00edndrome, mas cientistas acreditam que pessoas com hist\u00f3rico de abusos, abandono e maus-tratos na inf\u00e2ncia apresentem maior predisposi\u00e7\u00e3o a desenvolver a doen\u00e7a na vida adulta. Mas, \u00e9 claro, nem toda a pessoa que se encaixa nessa quadro vai, com certeza, desenvolver o transtorno.&nbsp;Os pesquisadores tamb\u00e9m estudam uma poss\u00edvel conex\u00e3o com transtornos de personalidade, como a <a href=\"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/o-que-e-borderline\/\"><strong>S\u00edndrome de Borderline.<\/strong><\/a><ins><\/ins><\/p>\n\n\n\n<p>Tanto as pessoas que sofrem da s\u00edndrome, quanto aquelas que convivem com os portadores do transtorno, s\u00e3o marcados por profundos traumas. Por isso, \u00e9 preciso procurar ajuda o quanto antes para minimizar o sofrimento e as sequelas emocionais e psicol\u00f3gicas dela.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Eminem<\/strong>, em sua m\u00fasica, ainda carrega muita dor<strong> &#8220;At\u00e9 que eu cresci, agora eu estourei&#8221;<\/strong>. N\u00e3o se deve esperar e guardar sentimentos at\u00e9 estourar. A doen\u00e7a existe e \u00e9 preciso muito cuidado para tratar dessas pessoas, pois assim como Eminem sofreu, sua m\u00e3e tamb\u00e9m sofreu. A <strong>S\u00edndrome de M\u00fcnchhausen<\/strong> n\u00e3o tem apenas um alvo, \u00e9 uma doen\u00e7a que atinge muitos de uma vez s\u00f3.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Inspirada num bar\u00e3o alem\u00e3o e apresentada no livro e s\u00e9rie Sharp Objects, a&nbsp;S\u00edndrome de M\u00fcnchhausen \u00e9 muito mais do que uma obsess\u00e3o. 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