{"id":4632,"date":"2019-04-13T08:52:35","date_gmt":"2019-04-13T11:52:35","guid":{"rendered":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/?p=4632"},"modified":"2020-01-23T17:47:27","modified_gmt":"2020-01-23T19:47:27","slug":"mae-solo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/mae-solo\/","title":{"rendered":"M\u00e3e solteira? N\u00e3o, m\u00e3e solo! Os desafios e o impacto psicol\u00f3gico de criar filhos sozinha"},"content":{"rendered":"\r\n<p>Muitas mulheres compartilham hist\u00f3rias semelhantes: criar, educar e participar da vida de um filho sozinha. O termo \u201cm\u00e3e solo\u201d hoje \u00e9 amplamente utilizado para designar mulheres que s\u00e3o inteiramente respons\u00e1veis pela cria\u00e7\u00e3o de seus pequenos, deixando o conceito de \u201c<strong>m\u00e3e solteira<\/strong>\u201d em desuso, j\u00e1 que estar ou n\u00e3o em um relacionamento com um(a) parceiro(a) n\u00e3o quer dizer necessariamente compartilhar a dif\u00edcil miss\u00e3o de ter um filho.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Seja por escolha pr\u00f3pria ou por acaso do destino, ser m\u00e3e solo n\u00e3o \u00e9 nada f\u00e1cil. H\u00e1 que ter muita for\u00e7a, paci\u00eancia e <a href=\"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/resiliencia-inteligencia-emocional\/\">resili\u00eancia<\/a>. Ser uma e valer por mil. Engolir os desaforos e deixar passar os olhares tortos cheios de julgamento de quem n\u00e3o sabe nada sobre criar um filho sozinha. \u00c9 enfrentar o mundo com unhas e dentes afiados, e um cora\u00e7\u00e3o cheio de amor e esperan\u00e7a de que a sua vida e a de seu filho seja a melhor poss\u00edvel.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Segundo dados do <strong><a href=\"https:\/\/www.ibge.gov.br\/\">Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE)<\/a>,<\/strong> s\u00e3o 57,3 milh\u00f5es de m\u00e3es solo, isto \u00e9, 38,7% de brasileiras chefiando seus lares. Mesmo sendo grande parcela da sociedade, elas ainda sofrem e <a href=\"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/dupla-jornada-estresse-feminino\/\">precisam se reinventar todos os dias<\/a> para poder realizar tanto a si mesmas, quanto aos filhos.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Rosangela Dolores de Freitas tinha s\u00f3 18 anos quando ficou gr\u00e1vida. \u201cQuando saiu o resultado, meu sentimento foi de p\u00e2nico absoluto. A minha vida financeira tinha come\u00e7ado a fluir, estava cheia de sonhos e objetivos, a juventude a flor da pele. Tinha o medo de encarar toda a fam\u00edlia e, o pior, o medo de n\u00e3o ser uma boa m\u00e3e\u201d. Com a ajuda da fam\u00edlia, ela conseguiu criar o filho Caio, hoje formado em com\u00e9rcio exterior.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O impacto psicol\u00f3gico<\/h2>\r\n\r\n\r\n\r\n<blockquote class=\"td_quote_box td_box_center\">\r\n<p>\u201cTive que me reinventar. Tinha que ser forte por mim e por ele, \u00a0tive depress\u00f5es que n\u00e3o revelava a ningu\u00e9m, tinha uma mistura de sentimentos de um amor exorbitante, misturado com a sensa\u00e7\u00e3o de p\u00e2nico e incapacidade\u201d, conta Rosangela.<\/p>\r\n<\/blockquote>\r\n<p>Ser m\u00e3e n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil, ainda mais quando voc\u00ea n\u00e3o se encaixa no perfil que a sociedade tem de fam\u00edlia: pai, m\u00e3e e filhos. Assim, o psicol\u00f3gico da m\u00e3e solo \u00e9 colocado em risco atrav\u00e9s de diversas situa\u00e7\u00f5es cotidianas, mas extremamente prejudiciais. A ansiedade, depress\u00e3o e estresse podem surgir quando essas mulheres n\u00e3o s\u00e3o amparadas.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>A depress\u00e3o \u00e9 duas vezes <strong>mais frequente nas mulheres<\/strong>. Uma das explica\u00e7\u00f5es para esse fen\u00f4meno s\u00e3o as altera\u00e7\u00f5es hormonais que acontecem durante os ciclos de menstrua\u00e7\u00e3o e ap\u00f3s menopausa.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Segundo o <strong><a href=\"http:\/\/www.ipea.gov.br\/portal\/\">Ipea (Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada)<\/a><\/strong>, as mulheres trabalham cerca de 7,5 horas a mais do que os homens em uma semana. Isso se deve ao fato de sua <a href=\"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/dupla-jornada-estresse-feminino\/\">jornada dupla de <strong>trabalho<\/strong><\/a>, entre emprego e atividades em seu pr\u00f3prio lar.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>O estresse feminino \u00e9, culturalmente, tomado como normal. Mas n\u00e3o \u00e9! Al\u00e9m do esgotamento f\u00edsico <strong>feminino<\/strong>, esta rotina pode tamb\u00e9m causar in\u00edcio a <a href=\"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/ansiedade-no-trabalho\/\"><strong>transtornos psicol\u00f3gicos<\/strong><\/a>,<a href=\"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/depressao\/\"><strong> depress\u00e3o<\/strong><\/a>, <a href=\"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/saiba-como-combater-o-estresse\/\"><strong>estresse<\/strong><\/a><strong> e <\/strong><a href=\"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/sintomas-burnout\/\"><strong>Burnout<\/strong><\/a><strong>. <\/strong><\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O julgamento<\/h3>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Um dos grandes desafios em criar um filho sozinha \u00e9 o julgamento por parte da sociedade, j\u00e1 que o que \u00e9 considerado \u201cnormal\u201d \u00e9 uma mulher se casar e ter filhos. Muita gente ainda aponta o dedo e tece coment\u00e1rios do tipo \u201cmas voc\u00ea n\u00e3o se cuidou?\u201d ou \u201ccomo p\u00f4de deixar isso acontecer?\u201d, culpando a mulher por ter sido irrespons\u00e1vel e inconsequente, como se conceber um filho fosse tarefa para uma pessoa s\u00f3. <a href=\"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/machismo-problemas-psicologicos\/\">O machismo ainda perpetua<\/a> essa vis\u00e3o, o que torna a batalha das m\u00e3es solo ainda mais desafiadora.<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>A designer Nadji Silva, hoje com 30 anos, sabe bem o que \u00e9 enfrentar os olhares tortos e julgamento. Ela engravidou do Miguel quando tinha 18 anos e cursava o primeiro ano da faculdade.<\/p>\r\n<blockquote class=\"td_quote_box td_box_center\">\r\n<p>\u201cEu virei minha vida de ponta cabe\u00e7a, invertendo todo o processo de \u201ccomo ter uma vida feliz\u201d. Quando voc\u00ea engravida e \u00e9 m\u00e3e nova, todo mundo te julga, at\u00e9 n\u00f3s mesmas! \u201cQue tipo de garota, sou eu? Como foi acontecer isso comigo? Olha o que eu fiz com minha vida! N\u00e3o vou ser capaz de cuidar de uma crian\u00e7a, n\u00e3o agora!. Enfim, um milh\u00e3o de coisas passam na cabe\u00e7a e infelizmente nos responsabilizamos muito, nos sentimos culpadas de ter permitido que esse tipo de coisas aconte\u00e7am em nossas vidas, principalmente quando n\u00e3o \u00e9 planejado\u201d.<\/p>\r\n<\/blockquote>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Patricia Andrade Machado \u00e9 paulistana, mas morava e trabalhava como coordenadora de projetos sociais no Amazonas quando engravidou. \u201cQuando soube da gravidez, ficamos felizes\u201d, conta. Hoje, Felipe j\u00e1 tem 18 anos, mas a press\u00e3o de ser m\u00e3e solo e as exig\u00eancias disso ainda s\u00e3o grandes desafios.<\/p>\r\n<blockquote class=\"td_quote_box td_box_center\">\r\n<p>\u201cO pior julgamento era o meu, por ter optado pela carreira e ter precisado ficar longe dele por alguns anos. At\u00e9 hoje, quando preciso viajar, me sinto culpada. A terapia me ajudou a entender que tudo ficou bem mesmo com essa decis\u00e3o, mas ainda preciso resolver algumas quest\u00f5es internas&#8221;.<\/p>\r\n<\/blockquote>\r\n\r\n\r\n\r\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O preconceito<\/h3>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Assim como tudo o que n\u00e3o segue o padr\u00e3o imposto pela sociedade, as m\u00e3e solo tamb\u00e9m precisam enfrentar o preconceito. Ele aparece escancarado, com as perguntas diretas, at\u00e9 os preconceitos sutis como os olhares durante as festinhas de escola.<\/p>\r\n<blockquote class=\"td_quote_box td_box_center\">\r\n<p>\u201cVoc\u00ea repara nos olhares de julgamento: alguns olham com d\u00f3, outros com reprova\u00e7\u00e3o. E isso partia de amigos, vizinhos e at\u00e9 alguns poucos familiares. Estas situa\u00e7\u00f5es por vezes me privaram de ir e vir porque me sentia extremamente envergonhada e muito, mas muito carente e sozinha\u201d, conta Rosangela.<\/p>\r\n<\/blockquote>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Nadji tamb\u00e9m conta que j\u00e1 sofreu muito preconceito, principalmente nas escolas onde o filho estudou, seja por parte das outras m\u00e3es ou at\u00e9 por parte dos professores e diretores.<\/p>\r\n<blockquote class=\"td_quote_box td_box_center\">\r\n<p>\u201cEstou longe de ser perfeita e nem quero isso, mas \u00e9 uma batalha di\u00e1ria enfrentar os preconceitos. Ainda passo por situa\u00e7\u00f5es chatas, com olhares, coment\u00e1rios indiretos \u201cEle \u00e9 seu irm\u00e3o? Voc\u00eas s\u00e3o t\u00e3o parecidos!\u201d ou at\u00e9 com outras m\u00e3es \u201cEla \u00e9 estranha, melhor n\u00e3o falar com ela\u201d. Uma coisa que aprendi na vida \u00e9 se importar menos com o que os outros dizem sobre voc\u00ea, porque s\u00f3 n\u00f3s mesmo sabemos o que s\u00e3o nossas dores e alegrias. E quando voc\u00ea se deixa levar pelo que os outros dizem, fica pior e acaba perdendo o rumo\u201d, explica.<\/p>\r\n<\/blockquote>\r\n\r\n\r\n\r\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Os desafios<\/h3>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Na \u00e9poca da gravidez, uma gesta\u00e7\u00e3o de risco, Patricia teve que deixar o trabalho nas aldeias de lado para cuidar da sua sa\u00fade e da do filho. Ela contou com o apoio da fam\u00edlia e do marido, pai do Felipe, pois na \u00e9poca eram casados. Por\u00e9m, com o distanciamento que o trabalho do marido exigia, Patricia se viu m\u00e3e solo ainda em um relacionamento. \u201cMe sentia sobrecarregada\u201d, explica. Com a chegada do div\u00f3rcio, ser m\u00e3e solo se tornou oficial e os desafios cresceram.<\/p>\r\n<blockquote class=\"td_quote_box td_box_center\">\r\n<p>\u201cPara mim sempre foi um desafio criar o Felipe sozinha, porque conciliar o meu trabalho com isso \u00e9 muito dif\u00edcil. Meus pais sempre me ajudaram e o auge do desafio foi quando voltei a trabalhar no Amazonas\u201d, conta.<\/p>\r\n<\/blockquote>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Bruna de Lira Soares Faria foi m\u00e3e solo por pouco tempo. Ela cursava o 1\u00ba ano da faculdade de Letras quando descobriu que estava gr\u00e1vida.<\/p>\r\n<blockquote class=\"td_quote_box td_box_center\">\r\n<p>\u201cA descoberta da gravidez foi assustadora, principalmente pelo fato de que, ap\u00f3s a descoberta, o pai decidiu n\u00e3o \u00a0estar presente. Foram meses dif\u00edceis e solit\u00e1rios. Eu estava assustada e cheia de medos, mas os cuidados dos meus pais, o amor e ajuda financeira fez com que o tempo passasse e eu pudesse perceber que n\u00e3o ter um pai para a minha beb\u00ea seria algo a ser superado com muito amor\u201d, explica.<\/p>\r\n<\/blockquote>\r\n<p>Durante a gravidez, ela pensava nas festinhas de dia dos pais e em todas as situa\u00e7\u00f5es pelas quais passaria. Logo em seguida, ainda durante a gesta\u00e7\u00e3o, ela encontrou o Ricardo, com quem \u00e9 casada at\u00e9 hoje e quem a ajudou a criar a Lana, hoje com 13 anos, como filha.<\/p>\r\n<blockquote class=\"td_quote_box td_box_center\">\r\n<p>\u201cDepois de 13 anos, sinto muito orgulho da minha hist\u00f3ria e a certeza de que ter um pai n\u00e3o \u00e9 essencial, mas ter amor, sim\u201d, conta.<\/p>\r\n<\/blockquote>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Nadji tamb\u00e9m sabe como \u00e9 dif\u00edcil conciliar casa, filho, profiss\u00e3o, vida social, sonhos e planos.<\/p>\r\n<blockquote class=\"td_quote_box td_box_center\">\r\n<p>\u201cLi\u00e7\u00f5es de casa, provas, reuni\u00f5es, passeios, datas comemorativas, amigos e o bullying, tudo isso acontece ao mesmo tempo. Administrar todos esses eventos \u00e9 complicado pra caramba e confesso que n\u00e3o \u00e9 nada legal, mas \u00e9 meu dever e obriga\u00e7\u00e3o. Eu o coloquei nesse mundo, ent\u00e3o eu preciso cuidar e educar para que seu futuro seja bacana. O pai dele, que \u00e9 meu parceiro, infelizmente n\u00e3o consegue dar o apoio que gostaria, ent\u00e3o eu fico respons\u00e1vel por todas essas quest\u00f5es\u201d, conta.<\/p>\r\n<\/blockquote>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Hoje, todas essas mulheres guerreiras ainda encontram desafios e julgamentos, mas descobriram em suas hist\u00f3rias e em seus filhos, o verdadeiro amor.<\/p>\r\n<blockquote class=\"td_quote_box td_box_center\">\r\n<p>\u201cMeu recado para as m\u00e3es \u00e9 que tudo passa, o p\u00e2nico, a vergonha, porque eu creio na for\u00e7a sobrenatural da mulher em ser m\u00e3e solo, profissional e ainda ter um grande e novo amor. Voc\u00ea consegue criar e dar o melhor sozinha sim, voc\u00ea pode ir sozinha nas festinhas de comemora\u00e7\u00e3o da escolinha do seu filho(a), e ser\u00e1 o seu melhor e verdadeiro amigo(a). O reconhecimento final vem em uma frase assim que ouvi do meu filho: \u201cM\u00e3e, voc\u00ea \u00e9 o meu exemplo\u201d, finaliza Rosangela.<\/p>\r\n<\/blockquote>\r\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Muitas mulheres compartilham hist\u00f3rias semelhantes: criar, educar e participar da vida de um filho sozinha. 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