{"id":7874,"date":"2022-05-06T10:45:10","date_gmt":"2022-05-06T13:45:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/?p=7874"},"modified":"2024-04-24T13:17:42","modified_gmt":"2024-04-24T16:17:42","slug":"mae","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/mae\/","title":{"rendered":"M\u00e3e: o desenvolvimento da pessoa e o aspecto psicol\u00f3gico"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">M\u00e3e. Trata-se da primeira figura e pessoa que possu\u00edmos contato na vida. Por conta disso, as palavras parecem ser insuficientes para descrever a import\u00e2ncia desse ser para a nossa exist\u00eancia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Essa \u00e9 a pessoa que nos acompanha desde o nascimento e \u00e9 respons\u00e1vel pela nossa sobreviv\u00eancia. A conviv\u00eancia inicial molda a personalidade e traz consequ\u00eancias capazes de serem rastreadas para o resto da vida.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Por outro lado, a maternidade tamb\u00e9m \u00e9 uma experi\u00eancia capaz de transformar a mulher. Essa pessoa n\u00e3o \u00e9 a mesma, afinal, agora \u00e9 m\u00e3e. E precisamos tamb\u00e9m entender o que isso significa para as mulheres e os seus filhos.<\/span><\/p>\n<span class='mb-center maxbutton-3-center'><span class='maxbutton-3-container mb-container'><a class=\"maxbutton-3 maxbutton maxbutton-manda-para-pagina-psicologos\" href=\"https:\/\/app.telavita.com.br\/psicologia-online\/encontre-seu-psicologo\"><span class='mb-text'>Agende agora uma consulta com psic\u00f3logo<\/span><\/a><\/span><\/span>\n<h2><span style=\"font-weight: 400;\">Mommy brain e como surge uma m\u00e3e<\/span><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Virar m\u00e3e \u00e9 algo dif\u00edcil de explicar. Qualquer relato sobre essa experi\u00eancia ser\u00e1 diferente, por\u00e9m, existe uma certeza: a mulher muda. E essa n\u00e3o \u00e9 somente uma percep\u00e7\u00e3o, pois, estudos indicam que, realmente, o c\u00e9rebro da m\u00e3e sofre uma transforma\u00e7\u00e3o nessa nova fase.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Inclusive, a <\/span><a href=\"https:\/\/www.mother.ly\/health-wellness\/its-science\/how-becoming-a-mom-changes-you\/#:~:text=Teacher%20and%20mom%20of%20two,I%20ever%20want%20to%20experience.\"><span style=\"font-weight: 400;\">Scientific American<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> relatou ainda em 2006 que quase todas as f\u00eameas de mam\u00edferos sofrem \u201cmudan\u00e7as fundamentais\u201d durante a gravidez e ap\u00f3s o nascimento. Al\u00e9m disso, a revista apontou que os horm\u00f4nios da gravidez e da lacta\u00e7\u00e3o podem alterar o c\u00e9rebro.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Segundo a pesquisadora <\/span><a href=\"https:\/\/www.theatlantic.com\/health\/archive\/2015\/01\/what-happens-to-a-womans-brain-when-she-becomes-a-mother\/384179\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">Pilyoung Kim<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, \u201cnas novas m\u00e3es h\u00e1 mudan\u00e7as em muitas \u00e1reas do c\u00e9rebro\u201d. Durante seu estudo, ela conseguiu perceber um \u201ccrescimento em regi\u00f5es do c\u00e9rebro envolvidas na regula\u00e7\u00e3o emocional, regi\u00f5es relacionadas \u00e0 empatia, mas tamb\u00e9m no que chamamos de motiva\u00e7\u00e3o materna\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Inclusive, isso corrobora com as descobertas realizadas pela pesquisadora do c\u00e9rebro <\/span><a href=\"https:\/\/www.theatlantic.com\/health\/archive\/2015\/01\/what-happens-to-a-womans-brain-when-she-becomes-a-mother\/384179\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">Ruth Feldman<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Segundo ela, ocorrem diversas mudan\u00e7as nos n\u00edveis hormonais e cerebrais da mulher.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cOs n\u00edveis maternos de ocitocina \u2013 o sistema respons\u00e1vel pela liga\u00e7\u00e3o materno-infantil em todas as esp\u00e9cies de mam\u00edferos \u2013 aumentam drasticamente durante a gravidez e o (per\u00edodo) p\u00f3s-parto e quanto mais a m\u00e3e est\u00e1 envolvida nos cuidados infantis, maior o aumento da ocitocina\u201d, complementa Feldman.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">E essa mudan\u00e7a ao virar m\u00e3e n\u00e3o termina somente no parto. Os efeitos que isso gera na mulher permeiam toda a vida dessa pessoa e, inclusive, s\u00e3o muito ben\u00e9ficos para a sa\u00fade e bem-estar.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">De acordo com a pesquisadora <\/span><a href=\"https:\/\/lens.monash.edu\/@medicine-health\/2020\/12\/01\/1381827\/mummy-brain-lasts-a-lifetime-and-is-beneficial-in-later-life\"><span style=\"font-weight: 400;\">Winnie Orchard<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, \u201cnossas descobertas recentes sugerem que a maternidade remodela f\u00edsica e funcionalmente o c\u00e9rebro por toda a vida e \u00e9 potencialmente ben\u00e9fica para o envelhecimento do c\u00e9rebro materno\u201d.<\/span><\/p>\n<h2><span style=\"font-weight: 400;\">A import\u00e2ncia da m\u00e3e na constru\u00e7\u00e3o da personalidade<\/span><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">De acordo com <\/span><a href=\"https:\/\/unisalesiano.com.br\/aracatuba\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Artigo-Relacao-mae-e-bebe-no-desenvolvimento-infantil-sob-a-perspectiva-winnicotiana-Pronto.pdf\"><span style=\"font-weight: 400;\">Winnicott<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, a m\u00e3e \u00e9 respons\u00e1vel pela constru\u00e7\u00e3o da sa\u00fade mental dos filhos. Nesse sentido, ela \u00e9 a atenuadora dos processos que envolvem o desenvolvimento emocional e f\u00edsico do beb\u00ea.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Al\u00e9m disso, o cuidado da figura materna com a crian\u00e7a \u00e9 fundamental na constru\u00e7\u00e3o do sujeito dessa nova vida. Sendo assim, o beb\u00ea ir\u00e1 iniciar sua jornada desenvolvendo um ambiente capaz de proporcionar desafios para conceber sua personalidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nesse sentido, a psican\u00e1lise possui como pilar fundamental da constru\u00e7\u00e3o de personalidade a intera\u00e7\u00e3o do beb\u00ea e a m\u00e3e. Dessa forma, \u00e9 necess\u00e1rio compreender como essa rela\u00e7\u00e3o influencia na forma\u00e7\u00e3o do sujeito.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">De acordo com <\/span><a href=\"https:\/\/www.scielo.br\/j\/sausoc\/a\/5GZpvRjD4BBkFJS5qjCNfvy\/?lang=pt\"><span style=\"font-weight: 400;\">Maciel e Rosemburg<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, \u201ca condi\u00e7\u00e3o de desamparo em que o rec\u00e9m-nascido chega ao mundo estabelece uma necess\u00e1ria rela\u00e7\u00e3o de depend\u00eancia com sua m\u00e3e. Devido a esse tipo de rela\u00e7\u00e3o, necess\u00e1ria no in\u00edcio da vida, o beb\u00ea \u00e9 intensamente afetado na constru\u00e7\u00e3o de sua personalidade pela natureza dos la\u00e7os maternos\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Inclusive, Freud, em \u201cInibi\u00e7\u00e3o, sintoma e ang\u00fastia\u201d, comenta que \u201ca situa\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica da crian\u00e7a, como feto, \u00e9 substitu\u00edda para ela por uma rela\u00e7\u00e3o de objeto ps\u00edquico com sua m\u00e3e&#8221;. Al\u00e9m disso, &#8220;essa condi\u00e7\u00e3o de extrema e prolongada depend\u00eancia \u00e9 determinante na forma\u00e7\u00e3o da personalidade do ser humano&#8221;, complementa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nesse sentido, Klein refor\u00e7a que \u201cas rela\u00e7\u00f5es entre o beb\u00ea e sua m\u00e3e, constru\u00eddas principalmente no primeiro ano de vida, per\u00edodo de extrema plasticidade do rec\u00e9m-nascido, acabam estabelecendo desde muito cedo o modelo b\u00e1sico de como ele se relacionar\u00e1 consigo mesmo e com os outros, durante a sua vida\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A psic\u00f3loga ainda complementa dizendo que, no geral, essa estrutura b\u00e1sica criada no in\u00edcio da vida nos acompanha at\u00e9 a fase adulta. Entretanto, \u00e9 importante ressaltar que tamb\u00e9m podemos viver experi\u00eancias capazes de trazer e transformar nosso sujeito.<\/span><\/p>\n<h2><span style=\"font-weight: 400;\">M\u00e3e e o desenvolvimento saud\u00e1vel da crian\u00e7a<\/span><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A sa\u00fade mental e o desenvolvimento das crian\u00e7as \u00e9 influenciada por diversos fatores. Entretanto, o apoio e cuidado parental \u00e9 uma das condi\u00e7\u00f5es psicossociais fundamentais para o crescimento saud\u00e1vel das pessoas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Segundo a psic\u00f3loga <\/span><a href=\"https:\/\/www.mentalhelp.net\/blogs\/mother-s-influence-on-psychological-and-physical-health-extends-to-old-age\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">Natalie Reiss<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, \u201ca maioria das pessoas com altos n\u00edveis de apoio dos pais durante a inf\u00e2ncia desenvolve n\u00edveis mais altos de auto-estima, um maior senso de controle pessoal e melhores relacionamentos familiares na idade adulta\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cAl\u00e9m disso, as pessoas com apoio parental precoce desenvolvem menos problemas psicol\u00f3gicos e f\u00edsicos ao longo da vida adulta e at\u00e9 mesmo na velhice\u201d, complementa a psic\u00f3loga.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A influ\u00eancia da m\u00e3e na vida da pessoa percorre toda a nossa trajet\u00f3ria. Apesar de toda intera\u00e7\u00e3o ser importante, a rela\u00e7\u00e3o constru\u00edda nos primeiros anos \u00e9 fundamental para o desenvolvimento pessoal.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nesse sentido, um estudo publicado no <\/span><a href=\"https:\/\/onlinelibrary.wiley.com\/doi\/abs\/10.1111\/jomf.12569\"><span style=\"font-weight: 400;\">Journal of Marriage and Family<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> apontou que intera\u00e7\u00f5es positivas com a m\u00e3e nos nossos primeiros 16 anos estavam associadas a diversos benef\u00edcios, entre eles: permanecer mais tempo na escola, ter melhor mem\u00f3ria epis\u00f3dica e melhor satisfa\u00e7\u00e3o conjugal na idade adulta.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Por outro lado, uma rela\u00e7\u00e3o problem\u00e1tica tamb\u00e9m reflete no nosso desenvolvimento ao longo da vida. De acordo com o pesquisador <\/span><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2010\/03\/100325093124.htm#:~:text=The%20results%20showed%20quite%20clearly,problems%20were%20measured%20years%20later.%22\"><span style=\"font-weight: 400;\">Pasco Fearon<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, \u201ccrian\u00e7as com apegos de inseguran\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s suas m\u00e3es, principalmente meninos, tiveram significativamente mais problemas comportamentais, mesmo quando esses problemas foram medidos anos depois\u201d.<\/span><\/p>\n<h2><span style=\"font-weight: 400;\">Sa\u00fade mental materna<\/span><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ser m\u00e3e implica em diversas mudan\u00e7as na vida e, consequentemente, o estado emocional tamb\u00e9m \u00e9 transformado. As mulheres que passam por essa experi\u00eancia precisam lidar com novos desafios em um curto espa\u00e7o de tempo, o que pode sobrecarreg\u00e1-las.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Infelizmente, esse assunto ainda n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o falado, prejudicando a ajuda necess\u00e1ria \u00e0s m\u00e3es. De acordo com estimativas do World Maternal Mental Health Day (WMMHD), 7 em 10 mulheres n\u00e3o relatam ou minimizam os sintomas de sa\u00fade mental que sentem.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Falar sobre a sa\u00fade mental materna \u00e9 fundamental, pois trata-se do bem-estar diretamente da mulher, do beb\u00ea, do casal e da fam\u00edlia. Dessa forma, esse novo contexto precisa ser acolhedor e saber lidar com as altera\u00e7\u00f5es que esse novo per\u00edodo traz.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A maternidade \u00e9 para a vida toda. Sendo assim, a sa\u00fade mental das m\u00e3es \u00e9 uma base fundamental para o desenvolvimento dessa mulher, al\u00e9m de ser um aspecto importante que ir\u00e1 influenciar no crescimento saud\u00e1vel da crian\u00e7a.<\/span><\/p>\n<p><b>LEIA MAIS: <\/b><a href=\"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/saude-mental-maternal\/\"><b>Precisamos falar sobre sa\u00fade mental materna<\/b><\/a><\/p>\n<h2><span style=\"font-weight: 400;\">Burnout materno: o esgotamento da m\u00e3e<\/span><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O burnout materno \u00e9 caracterizado pelo estresse cr\u00f4nico e exaust\u00e3o relacionados a demandas do cuidado parental. Nesse sentido, refere-se ao esgotamento mental das m\u00e3es, distanciamento emocional de seus filhos e sentimentos reduzidos de realiza\u00e7\u00e3o e efic\u00e1cia da maternidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Apesar das implica\u00e7\u00f5es diretas na figura da mulher, a crian\u00e7a tamb\u00e9m sofre bastante por conta dessa quest\u00e3o. O desenvolvimento cognitivo do beb\u00ea depende da rela\u00e7\u00e3o estabelecida com os pais, portanto, \u00e9 fundamental prezar pelo bem-estar da m\u00e3e.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nesse sentido, \u00e9 poss\u00edvel notar alguns sinais do esgotamento materno. Entre eles, podemos citar: tristeza, afastamento, cansa\u00e7o, irrita\u00e7\u00e3o, isolamento, despersonaliza\u00e7\u00e3o, desmotiva\u00e7\u00e3o e n\u00e3o cumprimento de tarefas di\u00e1rias.<\/span><\/p>\n<p><b>LEIA MAIS: <\/b><a href=\"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/burnout-materno\/\"><b>Burnout Materno \u2013 O esgotamento mental e f\u00edsico da maternidade<\/b><\/a><\/p>\n<h2><span style=\"font-weight: 400;\">O que \u00e9 puerp\u00e9rio?<\/span><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O puerp\u00e9rio, tamb\u00e9m conhecido como quarentena ou resguardo, \u00e9 uma fase que inicia logo ap\u00f3s o parto, em que as altera\u00e7\u00f5es fisiol\u00f3gicas maternas relacionadas \u00e0 gravidez retornam ao estado n\u00e3o-gestacional.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">N\u00e3o existe uma dura\u00e7\u00e3o espec\u00edfica para o puerp\u00e9rio, pois depende de cada mulher, entretanto, no geral, ocorre por cerca de seis semanas. Trata-se de um per\u00edodo intenso, portanto, \u00e9 necess\u00e1rio prestar apoio.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Durante esse per\u00edodo, a mulher passa por diversas mudan\u00e7as. E elas v\u00e3o desde altera\u00e7\u00f5es hormonais e perda do corpo gestacional at\u00e9 o in\u00edcio da amamenta\u00e7\u00e3o e o cuidado em tempo integral do beb\u00ea.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nesse sentido, \u00e9 necess\u00e1rio ter um cuidado com as necessidades psicol\u00f3gicas da pu\u00e9rpera nessa transi\u00e7\u00e3o. As mudan\u00e7as s\u00e3o tamanhas e o estado emocional \u00e9 afetado, por isso, \u00e9 importante lidar com sensibilidade a situa\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<h2><span style=\"font-weight: 400;\">Depress\u00e3o p\u00f3s-parto<\/span><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A depress\u00e3o j\u00e1 pode ser um assunto sens\u00edvel para muitos, ent\u00e3o, falar sobre sua modalidade que ocorre logo ap\u00f3s o parto pode ser mais dif\u00edcil. E, infelizmente, esse \u00e9 um problema mais comum do que imaginamos, afinal, afeta mais de <\/span><a href=\"https:\/\/www.nhs.uk\/mental-health\/conditions\/post-natal-depression\/overview\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">uma em cada dez<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> mulheres dentro de um ano ap\u00f3s o parto.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O ato de gerar uma nova vida \u00e9 marcante, entretanto, pode tamb\u00e9m deixar marcas. Segundo o <\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Minist\u00e9rio da Sa\u00fade<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">, a depress\u00e3o p\u00f3s-parto \u201c\u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o de profunda tristeza, desespero e falta de esperan\u00e7a que acontece logo ap\u00f3s o parto\u201d.<\/span><\/p>\n<span class='mb-center maxbutton-2-center'><span class='maxbutton-2-container mb-container'><a class=\"maxbutton-2 maxbutton maxbutton-home-telavita\" href=\"https:\/\/www.telavita.com.br\"><span class='mb-text'>Conhe\u00e7a a Telavita<\/span><\/a><\/span><\/span>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Obviamente, a depress\u00e3o p\u00f3s-parto exerce um fardo muito grande sobre a m\u00e3e, por\u00e9m, ela tamb\u00e9m traz consequ\u00eancias ao v\u00ednculo com o beb\u00ea. Isso pode ser observado, principalmente, na quest\u00e3o afetiva, que, caso n\u00e3o seja tratada, pode gerar sequelas duradouras na vida da crian\u00e7a.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ali\u00e1s, \u00e9 fundamental deixar claro que a depress\u00e3o p\u00f3s-parto n\u00e3o \u00e9 nenhuma fraqueza ou falha de car\u00e1ter. Trata-se de um problema que, inclusive, existe tratamento. Por conta disso, \u00e9 importante falar sobre o assunto para que mais pessoas possam buscar ajuda.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Dessa forma, \u00e9 necess\u00e1rio buscar acompanhamento profissional para lidar corretamente com a quest\u00e3o. Geralmente, o tratamento \u00e9 realizado atrav\u00e9s de terapia, para lidar com quest\u00f5es comportamentais, e medicamentos, para lidar com aspectos biol\u00f3gicos.<\/span><\/p>\n<p><b>LEIA MAIS: <\/b><a href=\"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/depressao-pos-parto\/\"><b>O que \u00e9 depress\u00e3o p\u00f3s-parto?<\/b><\/a><\/p>\n<h2><span style=\"font-weight: 400;\">M\u00e3e solo<\/span><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Por muito tempo, utilizou-se a express\u00e3o \u201cm\u00e3e solteira\u201d para chamar as mulheres respons\u00e1veis por criar os seus filhos sozinhas. Entretanto, tal designa\u00e7\u00e3o cont\u00e9m uma carga de preconceito, pois, indiretamente, est\u00e1 condenando a atitude dessas m\u00e3es de criar as crian\u00e7as sem um companheiro.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nesse sentido, hoje fala-se em \u201cm\u00e3e solo\u201d. Trata-se de uma maneira mais adequada de se referir a essas mulheres cuidadoras e provedoras do lar. Ser &#8220;m\u00e3e solo&#8221; n\u00e3o \u00e9 algo ruim e, por isso, n\u00e3o podemos colocar essa situa\u00e7\u00e3o relacionada ao seu estado civil.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">E essa \u00e9 uma situa\u00e7\u00e3o que afeta parte significativa da popula\u00e7\u00e3o. Ali\u00e1s, s\u00e3o 57,3 milh\u00f5es de m\u00e3es solo no Brasil, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). Ou seja, 38,7% das mulheres chefiam os seus lares.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os desafios s\u00e3o enormes, seja por conta da situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica ou pelo aspecto psicol\u00f3gico. O preconceito ainda impera contra tais mulheres e, por isso, \u00e9 fundamental entender a condi\u00e7\u00e3o em que se encontram.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Seja por escolha pr\u00f3pria ou por acaso do destino, ser m\u00e3e solo n\u00e3o \u00e9 nada f\u00e1cil. Nesse sentido, \u00e9 necess\u00e1rio muita for\u00e7a, paci\u00eancia e resili\u00eancia. A sa\u00fade mental dessas mulheres, ent\u00e3o, n\u00e3o pode ser negligenciada. Falar sobre o assunto \u00e9 o in\u00edcio, mas n\u00e3o podemos parar por aqui.<\/span><\/p>\n<p><b>LEIA MAIS: <\/b><a href=\"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/mae-solo\/\"><b>M\u00e3e solteira? N\u00e3o, m\u00e3e solo! Os desafios e o impacto psicol\u00f3gico de criar filhos sozinha<\/b><\/a><\/p>\n<h2><span style=\"font-weight: 400;\">S\u00edndrome do ninho vazio<\/span><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A s\u00edndrome do ninho vazio corresponde a dor e sofrimento que os pais sentem pela sa\u00edda definitiva dos filhos de casa. Nesse sentido, \u00e9 poss\u00edvel perceber um per\u00edodo de luto pela perda da responsabilidade em cuidar da prole.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Trata-se de uma etapa da vida dos filhos e diferentes pais encontram dificuldades para entender e processar esse novo momento. Ali\u00e1s, muitos vivenciam sentimentos de perda, medo, incapacidade, dificuldade de ajuste de pap\u00e9is e mudan\u00e7a das rela\u00e7\u00f5es parentais.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Al\u00e9m disso, estudos apontam que a m\u00e3e pode ser a que sofre mais com essa perda. Isso acontece, principalmente, em cen\u00e1rios em que ela \u00e9 a principal figura familiar e dedica a sua vida \u00e0 cria\u00e7\u00e3o dos filhos.<\/span><\/p>\n<p><b>LEIA MAIS: <\/b><a href=\"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/sindrome-do-ninho-vazio\/\"><b>A forte saudade do filho e a S\u00edndrome do Ninho Vazio<\/b><\/a><\/p>\n<h2><span style=\"font-weight: 400;\">M\u00e3es de segunda viagem<\/span><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A maternidade sempre \u00e9 uma surpresa. N\u00e3o importa se voc\u00ea possui um, dois ou tr\u00eas filhos, sempre haver\u00e1 experi\u00eancias novas para vivenciar. Ali\u00e1s, s\u00e3o pessoas diferentes na sua vida e que, com certeza, far\u00e3o toda a diferen\u00e7a.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">As m\u00e3es de segunda viagem possuem uma maior experi\u00eancia para lidar com as situa\u00e7\u00f5es que aparecer\u00e3o durante a rotina. N\u00e3o \u00e9 algo f\u00e1cil, afinal, mais de uma vida est\u00e1 sob a sua responsabilidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A din\u00e2mica familiar \u00e9 diferente, n\u00e3o necessariamente melhor ou pior. E n\u00e3o pense demais sobre o que vai ser melhor para o seu filho: crescer sozinho ou com irm\u00e3os. Afinal, existem diversos estudos apontando os benef\u00edcios de ambas as cria\u00e7\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p><b>LEIA MAIS: <\/b><a href=\"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/momento-de-ter-segundo-filho\/\"><b>Segundo filho \u2013 Ser\u00e1 que \u00e9 o momento certo?<\/b><\/a><\/p>\n<h2><span style=\"font-weight: 400;\">Dificuldade de engravidar e o aspecto psicol\u00f3gico<\/span><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O desejo pela maternidade \u00e9 algo que muitas possuem, entretanto, certas pessoas possuem dificuldade para conseguir engravidar. O sonho est\u00e1 ali, por\u00e9m, algo parece n\u00e3o encaixar para materializar essa vontade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">E essa quest\u00e3o afeta um grande n\u00famero de pessoas. Dois em cada dez casais encontram dificuldade para engravidar e, no geral, <\/span><a href=\"https:\/\/www.gineco.com.br\/saude-feminina\/gravidez\/como-aumentar-as-chances-de-gravidez#:~:text=Estima%2Dse%20que%20dois%20em,e%2010%25%20por%20motivos%20indeterminados.\"><span style=\"font-weight: 400;\">30%<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> dos casos est\u00e3o relacionados a fatores dependentes da mulher.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">N\u00e3o existe um fator determinante para essa dificuldade, por\u00e9m, \u00e9 poss\u00edvel listar algumas causas, sendo a principal a idade. O adiamento da maternidade para depois dos 35 anos diminui as chances de reprodu\u00e7\u00e3o, por exemplo.<\/span><\/p>\n<span class='mb-center maxbutton-4-center'><span class='maxbutton-4-container mb-container'><a class=\"maxbutton-4 maxbutton maxbutton-manda-para-o-catalogo-de-psicologos\" href=\"https:\/\/app.telavita.com.br\/psicologia-online\/encontre-seu-psicologo\"><span class='mb-text'>Encontre seu psic\u00f3logo online<\/span><\/a><\/span><\/span>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Al\u00e9m disso, \u00e9 poss\u00edvel observar quest\u00f5es biol\u00f3gicas, como disfun\u00e7\u00f5es de ovula\u00e7\u00e3o e altera\u00e7\u00f5es nas trompas uterinas. Ainda, estudos recentes apontaram que a obesidade e at\u00e9 a <\/span><a href=\"https:\/\/veja.abril.com.br\/coluna\/letra-de-medico\/por-que-a-infertilidade-esta-aumentando-mundialmente\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">polui\u00e7\u00e3o no ar<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> colaboram com a infertilidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Trata-se de uma quest\u00e3o sens\u00edvel e que afeta a sa\u00fade mental da mulher. Por conta disso, \u00e9 importante ter empatia e respeito para saber lidar com a situa\u00e7\u00e3o. A terapia tamb\u00e9m \u00e9 um espa\u00e7o importante para lidar com certas frustra\u00e7\u00f5es decorrentes desse processo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Apesar disso, a maternidade n\u00e3o precisa ser necessariamente biol\u00f3gica. Existem outros caminhos para tal, como a ado\u00e7\u00e3o. N\u00e3o \u00e9 uma gravidez que define quem \u00e9 m\u00e3e ou n\u00e3o, portanto, \u00e9 interessante olhar tamb\u00e9m para alternativas.<\/span><\/p>\n<h2><span style=\"font-weight: 400;\">N\u00e3o quero ser m\u00e3e<\/span><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Enquanto a maternidade \u00e9 cobi\u00e7ada por algumas, existem mulheres que n\u00e3o desejam essa vida para elas. Ali\u00e1s, de acordo com uma pesquisa realizada pela <\/span><a href=\"https:\/\/www.uol.com.br\/universa\/noticias\/redacao\/2019\/09\/25\/diafragma-esta-em-alta-conheca-os-pros-e-contras-do-metodo-contraceptivo.htm\"><span style=\"font-weight: 400;\">Bayer<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">, 37% das mulheres brasileiras n\u00e3o querem ter filhos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A n\u00e3o maternidade \u00e9 uma op\u00e7\u00e3o e uma escolha que precisa ser elucidada. Desde pequenas, as meninas s\u00e3o \u201cconvidadas\u201d a brincarem de bonecas e de casinha. Esse pequeno gesto reflete uma cultura ainda voltada na mulher como uma figura materna.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Entretanto, essa \u00e9 uma decis\u00e3o que somente aquela mulher pode tomar. Infelizmente, ainda existe um enorme preconceito com as pessoas que n\u00e3o desejam ter filhos. A press\u00e3o pela maternidade existe, por\u00e9m, \u00e9 preciso entender a escolha de cada um.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Toda pessoa possui o seu contexto e os seus objetivos na vida. As mulheres carregam historicamente e culturalmente essa figura\u00e7\u00e3o de m\u00e3es, mas devemos respeitar a trajet\u00f3ria que cada uma escolhe para si.<\/span><\/p>\n<p><b>LEIA MAIS: <\/b><a href=\"https:\/\/www.telavita.com.br\/blog\/nao-quero-ser-mae\/\"><b>\u201cN\u00e3o quero ser m\u00e3e\u201d \u2013 A press\u00e3o psicol\u00f3gica em n\u00e3o querer filhos<\/b><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>M\u00e3e. Trata-se da primeira figura e pessoa que possu\u00edmos contato na vida. Por conta disso, as palavras parecem ser insuficientes para descrever a import\u00e2ncia desse ser para a nossa exist\u00eancia. Essa \u00e9 a pessoa que nos acompanha desde o nascimento e \u00e9 respons\u00e1vel pela nossa sobreviv\u00eancia. A conviv\u00eancia inicial molda a personalidade e traz consequ\u00eancias [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":11,"featured_media":7878,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_lmt_disableupdate":"","_lmt_disable":"","footnotes":""},"categories":[268],"tags":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.8 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>M\u00e3e: o desenvolvimento da pessoa e o aspecto psicol\u00f3gico l Telavita<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Virar m\u00e3e \u00e9 algo dif\u00edcil de explicar. 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