Antidepressivos: Para que serve o remédio antidepressivo?

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Os medicamentos antidepressivos são importantes para o tratamento de diversos transtornos

São 322 milhões de pessoas com depressão no mundo. No Brasil, a condição afeta quase 12 milhões, ou seja, 5,8% da população. O transtorno já é uma realidade e só tem aumentado — a incidência de casos cresceu 18% entre 2005 e 2015 ao redor do globo.

Não à toa que o consumo de remédios para tratar a depressão decolou nos últimos anos dentro do país. O uso de antidepressivo registrou um crescimento de 74% em 6 anos. De acordo com o levantamento realizado, foram comercializadas 61.859 unidades de medicamento em 2016.

A discrepância entre o número de indivíduos com depressão e o uso de medicamentos para combatê-la demonstra ainda uma falta de entendimento do problema. São diferentes nomes de antidepressivos encontrados e, mesmo assim, ainda são subutilizados.

Os efeitos dos antidepressivos são relevantes para um melhor tratamento, assim como o conhecimento. Dessa forma, é fundamental apresentar alguns conceitos para elucidar a temática ainda pouco explorada.

 

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Depressão e o remédio de depressão

Assim como o próprio nome indica, os antidepressivos são utilizados, principalmente, para tratar os casos de depressão — apesar de outros transtornos também utilizarem tais medicamentos. Por conta disso, é necessário compreender a natureza da condição primária.

De acordo com o Manual MSD, “o transtorno de depressão é um sentimento de tristeza suficientemente intenso para afetar o desempenho de funções e/ou reduzir o interesse ou o prazer em atividades”.

Além disso, o surgimento pode ocorrer em decorrência de alguma perda recente ou por algum acontecimento triste. “Mas é desproporcional em relação ao acontecimento e se prolonga por mais tempo do que seria normal”, complementa.

Para a verificação do diagnóstico, o indivíduo precisa apresentar os sintomas depressivos por, pelo menos, 2 semanas. E não há uma previsão exata sobre quando a condição irá melhorar. Para tal, é necessário realizar o tratamento, que inclui medicação e psicoterapia.

LEIA MAIS: Infográfico – Dados sobre a incidência da Depressão no Brasil e no mundo

Como os antidepressivos ajudam?

O quadro depressivo, geralmente, dispõe de condições biológicas. No caso do transtorno, é comum observar nas pessoas certa deficiência nos neurotransmissores do cérebro, que causam uma piora da condição.

Os neurotransmissores são responsáveis por realizar a comunicação entre os neurônios. E, uma vez desregulados, acabam prejudicando o funcionamento do organismo e causam variações no humor e nas emoções. Então, é possível observar a deficiência na captação de serotonina, noradrenalina, dopamina e outros neurotransmissores.

E quais são os efeitos do antidepressivo? Bem, os medicamentos procuram aumentar a disponibilidade dos neurotransmissores em busca de controlar melhor o sistema químico que está desregulado. Dessa forma, os remédios ajudam a diminuir os sintomas causados pela depressão. Entretanto, os resultados não são imediatos e podem demorar algumas semanas para a pessoa sentir os efeitos.

LEIA MAIS: Os antidepressivos não funcionam comigo! Entenda os motivos e o que fazer.

Como são medicados?

O profissional responsável por recomendar o uso desses medicamentos é o psiquiatra. Ele é a figura capaz de entender o contexto de cada paciente e receitar o remédio necessário. Para tal, ele considera aspectos como condição médica apresentada, idade e sintomas.

Porém, vale ressaltar de que não existe o melhor antidepressivo. São diferentes tipos do medicamento e cada um funciona de forma única. A diversidade ocorre para atender a pluralidade de casos apresentados aos médicos psiquiatras.

Nesse sentido, os antidepressivos não são iguais e nem funcionam de forma similar para cada um. Aliás, não é difícil encontrar casos em que são realizadas trocas na medicação para encontrar a melhor medicação que se adapte ao paciente.

Além disso, é importante reconhecer o efeito colateral de antidepressivos. Os remédios, geralmente, demonstram certos sintomas nas primeiras semanas que podem não ser tão agradáveis. Por conta disso, é necessário se informar com o responsável pelos remédios quais riscos ele pode trazer.

Quando parar com o remédio antidepressivo?

Apesar de óbvio, é necessário frisar: nunca pare de tomar a medicação sem recomendação médica. O profissional da saúde sabe os efeitos do remédio e o que a sua falta repentina podem causar no corpo. Portanto, não tome decisões sozinho. Cabe ao médico aconselhar isso.

Além disso, a pessoa nunca irá deixar de tomar o que era receitado de uma vez. Existe uma diminuição progressiva do que vinha ocorrendo. Tal conduta é tomada para evitar um efeito “rebote” na pessoa, ou seja, que ela volte a sentir os sintomas que já estavam controlados.

Caso sofra de depressão, saiba que a terapia é uma das mais importantes formas de tratamento. A Telavita pode te ajudar nessa luta. A plataforma online possui um leque de opções de profissionais capacitados e especializados.

A psicóloga da Telavita, Flavia Romano Barbato (CRP 06/55863), pode te ajudar a lidar com a depressão!

flavia romanoPsicóloga com mais de 18 anos de experiência na área clínica. Tenho ampla experiência em pessoas com depressão, ansiedade, pânico, transtorno obsessivo compulsivo, doenças crônicas e graves, auto-estima, medos, conflitos pessoais, familiares, amorosos e profissionais. Trabalho com a terapia cognitivo-comportamental, além disso, com psicoterapia breve em momentos de crise. Estou sempre em constante atualização para ter cada vez mais técnicas para ajudar o meu paciente.

 

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